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Planos
22.08.19
ED. 6184

Por muito menos já se abriu CPI

O próprio presidente Jair Bolsonaro e a cúpula do governo ficaram indignados com a informação de que a Petrobras seria vendida ainda na atual gestão. Primeiramente porque um assunto de tamanha magnitude política não poderia ser comunicado dessa maneira. Pior ainda seriam as intenções subterrâneas de interferir na Bolsa, chacoalhando as ações da estatal no pregão à vista e no cassino do mercado de opções. Segundo fonte do RR, Bolsonaro pediu providências e rigor na apuração do responsável.

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22.08.19
ED. 6184

Estranha reviravolta

Na reta final da disputa pela sucessão de Raquel Dodge, Mario Bonsaglia, primeiro colocado na lista tríplice, teria conquistado o apoio do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Esta seria a razão por trás da súbita mudança de postura do colegiado. Ontem, um grupo de 22 procuradores, com o apoio do CSMPF, enviou documento a Jair Bolsonaro pedindo que ele escolha um nome da lista para a PGR. Não deixa de ser curioso uma vez que o próprio Conselho havia considerado o processo eleitoral ilegal.

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O ministro Abraham Weintraub teria pedido ao filósofo Olavo de Carvalho dicas e sugestões para sua política educacional. O RR checou no próprio Ministério da Educação. Ninguém sabe, ninguém ouviu! Graças a Deus!

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22.08.19
ED. 6184

Monitoramento às cegas

Minas Gerais está onde sempre esteve, assim como o seu ecossistema, mas a gestão pública conseguiu perder o meio ambiente de vista. Literalmente. Há cerca de cinco anos, o governo mineiro contratou os serviços de um satélite alemão para produzir um mapeamento agrícola e florestal do estado. Gastou R$ 12 milhões só pelas imagens. Em nome da “soberania mineira”, o levantamento de dados de campo, fundamental para a correta interpretação das fotografias, ficou a cargo do poder público. Resultado: até hoje, o trabalho não foi concluído. É mais um episódio da perda de conhecimento sobre o meio ambiente no Brasil, que tem provocado a reação de outros países – vide a edição de ontem do RR.

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22.08.19
ED. 6184

Transnordestina

R$ 8 bilhões. Este é o valor necessário para a conclusão da Transnordestina, segundo cálculos fresquinhos da área técnica do Ministério da Infraestrutura. Na última estimativa, ainda no governo Temer, a fatura da ferrovia estava em R$ 6 bilhões.

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22.08.19
ED. 6184

O PAC do POC do PIC

A ex-presidente Dilma Rousseff criou um grupo de estudos com antigos colaboradores para produzir um plano de recuperação do setor de infraestrutura. A conclusão do estudo e o anúncio das medidas não têm prazo.

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22.08.19
ED. 6184

Vazamento

O presidente da Sabesp, Benedito Pinto Ferreira Braga Júnior, está pela bola sete. A disparada das despesas operacionais vai na contramão da tarefa que recebeu de João Doria e Henrique Meirelles: arrumar a casa para a privatização. O mercado já deu seu vaticínio: desde a divulgação dos resultados, há uma semana, a ação despencou 10%.

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22.08.19
ED. 6184

Crônica de um banqueiro acima do bem e do mal

Quando se trata de estranhas transações, é difícil antepor o nome de Joseph Safra ao do seu banco. O banqueiro está – e não está  associado às delações de Antônio Palocci, envolvendo o repasse de dinheiro por fora para o Instituto Lula e a campanha eleitoral de Fernando Haddad, aos casos de facilitação da venda da Aracruz Celulose para o Votorantim e aos negócios incluindo Casino, Carrefour e Abílio Diniz. Mas o banco está presente em todos. Joseph igualmente está – e não está – ligado à Operação Zelotes e ao Caso Wikileaks. Mas, o banco está presente. Ele está – e não está – indexado às estripulias cambiais que levaram a Aracruz à garra antes de ser adquirida pela então Votorantim Celulose e Papel (VCP), posteriormente Fibria Celulose e recém-incorporada pela Suzano.

E a instituição comparece. Joseph sempre esteve – e não esteve – vinculado a virtuais operações de gestão temerária ou contravenção. O banqueiro dos banqueiros sempre conseguiu que sua pessoa física se diluísse na placa do banco. Ele deslizou pelos meandros da instituição financeira devido às discussões judiciais por suspeito recebimento de dinheiro desviado de obras públicas durante a gestão do ex-prefeito paulistano Paulo Maluf. Coube ao Safra National Bank of New York a responsabilidade pela operação. O banco firmou um termo de ajuste de conduta (TAC) no valor de US$ 10 milhões. Joseph também esteve – mas não esteve – no episódio de lavagem de dinheiro, na Suíça. Quem compareceu foi o J. Safra Sarasin Ag, junto com mais quatro bancos, com o montante total de US$ 1 bilhão. Talvez a única vez que o lendário banqueiro teve arranhada sua impoluta imagem tenha sido na Operação Zelotes, em processo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Seu nome, quase um arcano, veio à tona. Joseph foi acusado, junto com seu ex-funcionário João Inácio Puga, de pagamentos por fora à Receita Federal para obter a anulação de multas da ordem de mais de R$ 2 bilhões. Em um primeiro momento, o Ministério Público chegou a considerar o banqueiro como o “longa manus” de Puga. Mas, como sempre, Joseph acabou diluído no imbróglio. Puga dirimiu-o de qualquer reponsabilidade, assumindo, sozinho, uma decisão de tamanha monta. O Sistema Nacional de Passaportes identificou que o banqueiro passou 151 dias no exterior e por isso não tinha tempo para discutir pessoalmente o assunto. E como era de se esperar, em 12 de dezembro de 2016 o Tribunal Regional Federal da 1° Região encerrou a ação penal contra o banqueiro Joseph Safra. Assim como algumas criaturas da literatura, é possível que o dono do Banco Safra não exista. Seja um espectro que paira sobre o sistema financeiro. Joseph, o mais emblemático e silencioso dos banqueiros, gostaria que essa versão fosse a realidade.

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22.08.19
ED. 6184

Zelotes, vulgo “Operação Tartaruga”

Com chances cada vez mais diminutas de permanecer na PGR, Raquel Dodge deixará como um de seus legados o esvaziamento da Operação Zelotes. Os trabalhos da força-tarefa que investiga o pagamento de propina a conselheiros do Carf estão em ponto-morto por falta de braços. O próprio coordenador da Operação, Frederico Paiva, está fazendo um curso nos Estados Unidos e tem trabalhado de forma remota.

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22.08.19
ED. 6184

Questão de timing

A venda da participação de 80% no Banco Patagonia voltou à pauta no BB. Mesmo com a crise na Argentina, a ação subiu 30% nos últimos quatro meses. O valor de mercado atingiu o segundo maior patamar em cinco anos.

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22.08.19
ED. 6184

Proteína total

A trading sul-coreana CJ CheilJedang vai exercer a opção de compra dos 10% restantes da goiana Selecta, assumindo o controle integral da fabricante de proteína de soja. O valor deve chegar a US$ 50 milhões.

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22.08.19
ED. 6184

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Banco do Brasil e CJ CheilJedang.

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