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Planos
21.08.19
ED. 6183

Bolsonaro põe o bioma amazônico nos radares do mundo

O “sistema de satélites” do Itamaraty detectou uma movimentação de governos da Europa com o objetivo de alvejar o Brasil e, sobretudo, o presidente Jair Bolsonaro com uma saraivada de dados recentes sobre o desflorestamento do bioma amazônico. No radar da diplomacia brasileira, já existe, inclusive, uma data-chave, que poderá marcar o início desta campanha internacional: 24 de setembro, dia de abertura dos chamados debates de alto nível entre chefes de Estado na 74ª Assembleia Geral da ONU. Seria uma reação contundente contra as recentes medidas adotadas por Bolsonaro, leia-se o esvaziamento do INPE e a sua postura refratária aos recursos repassados por países europeus, notadamente Noruega e Alemanha, para preservação da Floresta Amazônica.

Ou seja: por vias transversas, Bolsonaro conseguiu colocar o bioma amazônico sob monitoramento estrangeiro, arranhando a própria soberania nacional no assunto. Ao colocar o INPE sob suspeição, o Capitão “convidou” entidades internacionais a acompanhar com lupa o desmatamento da Amazônia. Uma das principais candidatas a liderar esse trabalho é a Agência Espacial Europeia (ESA), que acabou de lançar seu satélite Ingenio, de altíssima resolução. O sistema consegue produzir imagens de qualquer local como se estivesse a apenas 2,5 metros de altura do alvo.

Estima-se que, em pouco mais de 12 horas, o Ingenio é capaz de fotografar uma área equivalente ao estado de São Paulo. ONGs europeias também deverão se integrar à tour de force para desnudar o mapa do desmatamento na Amazônia. É o caso da suíça GEO, com seu sistema GEOSS. Há um fator que favorece essa devassa satelital na Amazônia. Por se tratar “apenas” da identificação de áreas devastadas, nem é necessário o trabalho de agentes de campo. É diferente do que ocorre com o monitoramento de áreas de plantio, em que habitualmente as imagens precisam ser referendadas com vistorias in loco – em alguns casos, dependendo do produto, as fotografias não conseguem atestar com 100% de certeza a planta cultivada na região.

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21.08.19
ED. 6183

Cobertor curto

Desafio para o sucessor de Raquel Dodge: lidar com as limitações financeiras do MPF. No órgão, já se discute o fechamento de unidades no interior do país. Para evitar o desastre, o futuro PGR terá de manejar os 85% do Orçamento já empenhados com despesas de custeio.

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21.08.19
ED. 6183

Flagrante de fé

Às 14h36 de ontem, na Rua 1º de Março, o ex-secretário de Transportes do Rio Júlio Lopes caminhava a passos lépidos quando se deparou com a igreja de Nossa Senhora do Carmo. Lopes se conteve e olhou, contrito, para a casa de Deus. Parecia fazer uma prece pedindo proteção para si e os seus. A cena durou pouco. Logo entrou em um táxi. Devia ter tarefas de praxe a cumprir.

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21.08.19
ED. 6183

Carpideiras

Paulo Guedes é aguardado, hoje, em Brasília, para encerrar o Congresso Brasileiro do Aço. Vai ter muito choro: redução das tarifas para importação de aço, atrasos nos pagamentos do Minha Casa, Minha Vida, 4,7 mil obras paradas no país… Os siderurgistas, no entanto, vão levar só sucata.

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21.08.19
ED. 6183

Estudo sem bolsa

Entre travar uma indesejável queda de braço com Paulo Guedes ou deixar de pagar os bolsistas do CNPQ, o ministro Marcos Pontes parece já ter feito sua escolha. O astronauta é só silêncio sobre os R$ 300 milhões que o Conselho precisa para honrar as bolsas de estudo entre setembro e dezembro.

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21.08.19
ED. 6183

BNDES ainda é o banco do desenvolvimento nacional?

O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, deveria desviar sua mira dos empresários que compraram jatinhos com financiamentos do banco – afinal, quem compra jatinho são empresários – e colocar foco na produtora dos jatinhos. Bingo para quem falou Embraer. Aos neófitos vale o esclarecimento sobre a informação que Montezano se esmerou em deixar em terceiro plano: a linha de financiamento do BNDES para compra das aeronaves tem sido há vários anos um dos seus diferenciais de competitividade. Sem esses recursos, a Embraer perderia mercado para seus rivais, a exemplo da Bombardier, que teria condições de financiamento bem mais generosas para as três linhas que negocia no Brasil: Learjet, Challenger e Global. Certamente, a Embraer não teria chegado aonde chegou sem essa “parceria” com o banco. Todo mundo sabe disso no mercado de aviação executiva. E ao que consta, mesmo para o credo liberal, não é nenhum desatino uma agência de fomento financiar a comercialização dos produtos da companhia nacional – por enquanto – com o maior coeficiente tecnológico agregado. Essa história de caixa preta já está fazendo mal a todo mundo. Depois de empréstimo “não validado” à JBS, lá nos idos de 2005 – que todo mundo sabia, o TCU já tinha aprovado, e para o qual o banco já havia preparado sua argumentação considerando a operação lisa – agora surgem os jatos da Embraer como suspeita de comportamento inadequado. Fica um singelo conselho: melhor todo mundo começar a trabalhar e deixar essa “caixa malsinada” para quem não tem o que fazer a não ser ameaçar moinhos de vento.

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21/08/19 12:03h

G.A.Werlang

disse:

Voces arrependeram do comentario (de Vces ontem) sobre o financiamento ao Itau, provavelmente nesta linha, ou simplesmente o foco eh criticar por criticar... Fundamental uma linha de informacao absolutamente isenta... chega de Imprensa de Narrativas com “bias”.

21.08.19
ED. 6183

Depois de Itaipu, os automóveis

Em meio ao rescaldo da grave crise em torno da venda da energia de Itaipu, Brasil e Paraguai avançam em uma nova negociação bilateral: segundo o RR apurou, a equipe de Paulo Guedes deverá apresentar até o dia 30 uma primeira proposta para um acordo automotivo entre os dois países. No Ministério da Economia, há um razoável otimismo de que a versão final seja assinada até o fim de outubro.

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21.08.19
ED. 6183

Moeda de troca

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, se encheu de otimismo após as últimas gestões junto ao ministro Paulo Guedes. Estão adiantadas as negociações para que a emissão de ações do Banrisul que excedem o controle do estado sejam usadas como contrapartida para a inclusão do Rio Grande do Sul no programa de recuperação fiscal. O tempo urge: o déficit fiscal do estado estimado para este ano ultrapassa os R$ 7 bilhões.

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21.08.19
ED. 6183

Terras no radar

BrasilAgro e SLC Agrícola, duas das maiores proprietárias de terras do país, despontam como candidatas à aquisição do Grupo Zaltron. A empresa é dona de dez fazendas de milho e de soja no Tocantins e no Maranhão, ativos que perigam ser esfarelados por uma grave crise financeira. Com uma dívida superior a R$ 140 milhões, a Zaltron entrou em recuperação judicial. Procurada, a BrasilAgro diz “não ter conhecimento da informação”. SLC e Zaltron não se pronunciaram.

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21.08.19
ED. 6183

Turbulência

O Banco do Brasil é um dos principais opositores ao plano de recuperação apresentado pela ABV, concessionária de Viracopos. A dívida com o BB gira em torno dos R$ 160 milhões.

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21.08.19
ED. 6183

Saudades de Zema

A Lojas Zema, rede varejista de Minas Gerais, parece estar sentindo falta do antigo presidente do Conselho. A empresa do governador Romeu Zema tem amargado prejuízos e aumento da inadimplência. Da última vez que isso ocorreu, há dois anos, Zema fechou de uma só tacada 60 lojas.

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21.08.19
ED. 6183

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Lojas Zema e Banco do Brasil.

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