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Planos
20.08.19
ED. 6182

Eduardo Bolsonaro leva carne brasileira na bagagem para os EUA

Uma missão que é proteína pura para a balança comercial brasileira aguarda por Eduardo Bolsonaro na Embaixada de Washington: negociar o fim do embargo norte-americano às exportações de carne in natura do Brasil. A proibição se arrasta desde 2017, quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) determinou que o produto brasileiro não atende às suas normas sanitárias. Um carimbo negativo do USDA potencialmente fecha outros mercados para a carne brasileira.

Os produtores pressionam o Ministério da Agricultura e ouvem o mesmo discurso. Desde o início de 2018, ainda na gestão de Blairo Maggi, as autoridades garantem que a questão está prestes a ser resolvida. Nesse período, equipes do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do USDA já fizeram três rodadas de inspeção em frigoríficos brasileiros, a mais recente em maio. Nada mudou. Trata-se de uma tarefa para Eduardo Bolsonaro. Os frigoríficos brasileiros jogam suas fichas no canal direto entre o “03” e Donald Trump.

A nomeação de Eduardo para o principal posto da diplomacia brasileira coincide com um momento razoavelmente preocupante para o Brasil no mapa global da carne. Gradativamente, a Argentina tem recuperado terreno. Em 2016, as exportações portenhas mal passaram das 200 mil toneladas. Neste ano, devem triscar na marca de um milhão de toneladas. A distância para o Brasil cai a passos largos – no ano passado, as vendas do país foram de 1,4 milhão de toneladas.

O Brasil tem sofrido sobressaltos recentes no mercado mundial de carne bovina. Entre junho e julho, o país teve de suspender por quase 30 dias os embarques para a China devido a um caso de encefalopatia espongiforme bovina, a popular “mal da vaca louca”, no Mato Grosso. De novembro de 2017 a novembro de 2018, o Brasil ficou impedido de exportar para a Rússia. Autoridades russas identificaram na carne brasileira a presença da ractopamina, aditivo alimentar proibido naquele país. A retomada do comércio com os Estados Unidos é fundamental para levantar o valor reputacional da carne made in Brazil.

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exercito-rj
20.08.19
ED. 6182

Fronteiras

O RR apurou que a área de Inteligência do Exército teria desbaratado uma teia de rotas fluviais utilizadas por facções criminosas para o transporte clandestino de diamante e ouro na Amazônia. Os principais corredores logísticos do crime levariam ao Peru e à Guiana.

Com base nesse trabalho de ourivesaria, o Comando Militar da Amazônia e a Polícia Federal estariam preparando uma série de ações contra os garimpos clandestinos, notadamente no Pará e Amapá. Um dos pontos tidos como vitais é atacar o “ir e vir” dos criminosos no labirinto hidrográfico da região.

Em tempo: descendo o mapa, a dobradinha Exército e PF fará uma bateria de operações relâmpago na fronteira entre Mato Grosso do Sul e Paraguai. O alvo é o PCC e o tráfico de drogas. Procurada, a PF diz que “não se manifesta acerca de eventuais ações ou investigações em andamento.”

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20.08.19
ED. 6182

“Zartha”! “Zartha”!

“Zartha”! “Zartha”! Não vá esquecer esse nome. Trata-se do apelido de Luiz Arthur Andrade Correia, o operador financeiro de Eike Batista. “Zartha” sabe para onde foi cada dólar de Eike. E o nome de cada uma das pessoas que recebeu as prebendas.

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20.08.19
ED. 6182

A próxima fornada de Tarcísio Freitas

Após a licitação de três terminais na última terça-feira, o Ministério da Infraestrutura já trabalha na próxima rodada de concessões portuárias. De acordo com informações filtradas da própria Pasta, o leilão deverá ocorrer até fevereiro de 2020. Segundo a mesma fonte, o pacote incluirá quatro entrepostos de granéis líquidos em Itaqui (MA), o terminal de contêineres de Suape e as joias da coroa: os dois terminais de movimentação de papel e celulose que serão criados a partir do desmembramento da antiga área ocupada pelo Grupo Libra.

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20.08.19
ED. 6182

Um remédio para a Extrafarma

José Galló, ex-presidente da Renner e agora no Conselho do Ultra, passou a dividir com o CEO do grupo, Frederico Curado, a missão de curar a anemia da Extrafarma. O plano de expansão da rede de drogarias já teve o freio de mão puxado. Portfólio e tamanho das lojas estão sendo revistos. A Extrafarma amargou, em 2018, seu pior desempenho em cinco anos, com um Ebitda negativo de R$ 47 milhões. Descontado o reajuste médio dos medicamentos, o faturamento cresceu apenas 5,6%, abaixo dos 8% do setor.

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20.08.19
ED. 6182

“Vendinhas” do Carrefour

O novo chefe da operação de varejo do Carrefour no Brasil, Luis Moreno, vai se autoplagiar. Uma de suas prioridades é replicar um modelo similar ao que implantou no Pão de Açúcar, de parcerias com pequenos mercados de bairro. Na prática, o tubarão, agora o Carrefour, engole o peixinho, takeoverizando a marca, portfólio e parte da gestão.

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20.08.19
ED. 6182

DEM repensa sua geografia no governo

A cúpula do DEM, um dos principais fiadores da aprovação da PEC da Previdência no Congresso, discute adotar um novo posicionamento em relação ao governo Bolsonaro pós-reforma. Rodrigo Maia e ACM Neto defendem que o partido instale, digamos assim, juntas de dilatação na ponte com o Palácio do Planalto. Não haveria alinhamento automático a todos os projetos de interesse do governo. A posição da sigla passaria a ser discutida caso a caso. Desde já, um dos riscos naturais é o ministro Onyx Lorenzoni, homem do DEM no Palácio, cair por um desses desvãos.

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20.08.19
ED. 6182

PEC da Previdência

O senador Carlos Viana (PSDMG) vai propor uma emenda à PEC da Previdência, tornando facultativa a contribuição ao INSS de aposentados que voltem ao mercado de trabalho. A proposta atinge um dos pontos nevrálgicos do texto aprovado na Câmara: a obrigatoriedade de contribuição e, consequentemente, o recálculo do valor da aposentadoria dos beneficiados que retornam à ativa.

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20.08.19
ED. 6182

“Primeiro-ministro”

Os próprios funcionários da Embrapa se perguntam quem manda, de fato, na estatal: o presidente interino, Celso Moretti, ou o chefe da divisão Embrapa Territorial, Evaristo Miranda, bem próximo de Jair Bolsonaro?

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20.08.19
ED. 6182

Makro, enfim, digital

O Makro faz estudos para reativar a sua operação de e-commerce no Brasil. Com vendas apenas nas lojas físicas, a companhia é a mais analógica das redes varejistas e atacadistas do país.

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20.08.19
ED. 6182

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Exército, Ultra, Makro e Carrefour.

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