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Planos
24.07.19
ED. 6163

Julio Bozano volta à toca

O mais sagaz dos históricos banquier d’affaires brasileiro vai fazer uma inflexão na postura. Julio Bozano deixa de ser low profile e retorna a sua condição de no profile. Qualquer associação desse mergulho no anonimato com o jubileu de Paulo Guedes faz sentido integral. Bozano, que tinha Guedes como bambino d’oro do private equity Bozano Investimentos, queimou todas as caravelas que levavam seus negócios e imagem na direção do ministro da Economia. Trocou o foco é o nome da empresa, que agora se chama Crescera. Os negócios feitos antes com Guedes saem da vitrine. Bozano jamais será visto em um dos eventos da Pasta do ex-sócio. Se vacilar não o cumprimentará caso o encontre no Gero, restaurante que ambos costumam frequentar. Bozano é uma lenda. Só para dar uma ideia da largura do seu espectro, foi sócio da Anglo American, gigante do ouro, da sul-africana De Beers, dos diamantes assassinos, e da Embraer, orgulho nacional. Entre outras raridades, foi sócio de Mário Henrique Simonsen, sem que isso tivesse maculado como promíscua a relação entre o banqueiro e o mais brilhante ministro da Fazenda da história do país. É provável que ainda fale com Paulo Guedes, mas somente por telepatia. Um craque absoluto no que faz.

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24.07.19
ED. 6163

Coreia do Norte

Depois da interferência direta na publicidade do Banco do Brasil, agora chegou a vez da Caixa Econômica. Segundo informações filtradas da própria CEF, o Palácio do Planalto teria exigido do presidente da instituição, Pedro Guimarães, a substituição de toda a equipe responsável por alimentar as redes sociais do banco – seja funcionários da casa, seja terceirizados. Paralelamente, de acordo com a mesma fonte, a direção da Caixa definiu que o acesso aos perfis da instituição nas mídias sociais será restrito a não mais do que cinco funcionários. São as trancas que o banco vai usar depois que a porta digital foi arrombada. Na semana passada, o Twitter oficial da Caixa postou um vídeo satirizando a indicação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil em Washington. A publicação ficou no ar por alguns minutos, o tempo suficiente para fazer um estrago nas redes sociais. Procurada, a Caixa não quis se pronunciar.

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24.07.19
ED. 6163

Papai Noel do crime

Os Ministérios da Justiça do Brasil e do Paraguai vão intensificar as operações conjuntas na fronteira para o combate ao contrabando. As respectivas Polícias Federais preparam uma sequência de ações com foco, sobretudo, no fluxo ilegal de eletroeletrônicos. O timing foi escolhido a dedo. A partir de agosto, os contrabandistas começam a montar seus estoques para atender às encomendas de Natal.

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24.07.19
ED. 6163

Colegas de trabalho

Depois do presidente Jair Bolsonaro e dos rebentos Eduardo e Flavio, a próxima atração do programa Silvio Santos deverá ser a primeira dama, Michele Bolsonaro.

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24.07.19
ED. 6163

BRF News

Sem a fusão com o Marfrig, Abilio Diniz procura outra porta de saída da BRF. O caminho aventado é a oferta em bolsa da sua participação, hoje inferior a 3%.

A BRF estaria em conversações com o Salic, fundo ligado à família real saudita, para a venda de um pedaço da One Foods, sua subsidiária no Oriente Médio. Procurada, a empresa confirmou que avalia alternativas para seus investimentos na região, entre as quais “parcerias e venda de participações minoritárias”.

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24.07.19
ED. 6163

Uma PPP em busca da melhor dosimetria

O governo Doria está remodelando o projeto de PPPs para o sistema penitenciário de São Paulo. O “P” de público passará a ter um tamanho maior do que o previsto originalmente, de modo que o Estado não desapareça por completo da gestão. A ideia é montar uma espécie de conselho de administração, com representantes do governo. Além disso, é possível que uma parte da própria estrutura de carceragem e segurança seja composta por agentes do estado. São Paulo aprendeu com o massacre alheio. Os ajustes no modelo de privatização se devem à carnificina registrada, em maio, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, quando morreram 55 presos. No intervalo de poucos mais de dois anos, o privatizado Compaj já carrega 111 mortos em rebeliões. Consultado sobre as alterações no modelo, o governo de São Paulo informou que “ainda não há definição sobre esse projeto e os estudos estão em andamento”. As PPPs devem ser lançadas em 2020, começando por pelo menos dois dos quatro presídios em construção no estado.

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24.07.19
ED. 6163

Centauro avança sobre a Dafiti

A Centauro, que perdeu para o Magazine Luiza a disputa pelo Netshoes, levantou, sacudiu a poeira e já escolheu um novo alvo no e commerce: a Dafiti. A rede varejista conta com a munição de alto calibre da GP, sua acionista, para a investida. Com faturamento anual pipocando na casa dos R$ 2 bilhões, o hub de marcas de vestuário Dafiti é controlado pelo Global Fashion Group.

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24.07.19
ED. 6163

Pacote Toffoli

O breque do ministro Dias Toffoli nas investigações amparadas em relatórios do Coaf pode dar uma sobrevida ao diretor-geral da ANTT, Mario Rodrigues Junior. Rodrigues é suspeito de ter recebido supostos pagamentos irregulares da Triunfo Iesa Infraestrutura, que presta serviços à estatal Valec. Os depósitos teriam sido feitos em uma empresa pertencente a ele e sua esposa. Ocorre que as apurações se baseiam em dados sigilosos do Coaf. Ou seja: voltou tudo à estaca zero.

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24.07.19
ED. 6163

No show em Viracopos?

A crise financeira da ABV, a concessionária do Aeroporto de Viracopos, subiu mais alguns pés. A empresa estaria com sérias dificuldades de caixa para honrar junto à Anac a parcela da outorga que vence neste mês, da ordem de R$ 181 milhões. A ABV está em recuperação judicial com uma dívida que trisca nos R$ 3 bilhões.

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24.07.19
ED. 6163

Façam suas apostas

Um grande site de apostas internacional, que já investe no futebol pelo mundo afora, negocia um contrato de patrocínio com a CBF. Seria a primeira empresa do gênero vinculada à seleção brasileira.

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24.07.19
ED. 6163

Pas de deux

Comentário de uma raposa felpuda do Senado em conversa com o RR: “Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia ensaiam exaustivamente seus passos. Quando Alcolumbre faz um gesto de aproximação com Bolsonaro, como a ida ao Palácio do Planalto na última semana, é porque Maia está preparando sua próxima flechada contra o presidente”.

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24.07.19
ED. 6163

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Abílio Diniz, Centauro, Dafiti e ABV.

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