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Planos
18.07.19
ED. 6159

André Esteves minera o maior banco de blockchain do mundo

A volta de André Esteves ao comando do BTG promete ser cesarista. Os planos incluem a aposentadoria do modelo mais radical de partnership, que caracterizou o regime societário do banco desde os tempos em que se chamava Pactual. Esteves pretende ser controlador “mesmo”, no estilo dos Setúbal e dos Moreira Salles com o Banco Itaú, com um domínio societário absolutista dos negócios, algo que durante décadas ele considerou uma fórmula ultrapassada.

O BC já está avisado sobre seu mimetismo, assim como devidamente informado sobre o seu projeto de tornar o banco um gigante de criptomoedas e fundos ativos digitais. Na visão do mais ousado dos banqueiros de investimentos tupiniquim desde Jorge Paulo Lemann, do Banco Garantia, a arquitetura de blockchain permite que uma instituição financeira brasileira almeje o protagonismo internacional. Consultado pelo RR sobre os planos de André Esteves, o BTG negou o projeto de ser uma das maiores instituições do mundo em ativos digitais.

Nega também que esteja buscando parcerias em blockchain e afins. Curioso! Parece que o banco esqueceu que acaba de fechar um acordo com a Dalma Capital, de Dubai, para a emissão de US$ 1 bilhão em ativos “tokenizados” no exterior. A ideia de um BTG full cyber money, uma gigantesca fintech mineradora de moedas digitais, faz nexo e tem todo sentido. André Esteves sempre esteve mais para matemático do que para banqueiro. Ele acredita que o país tem vantagem na estruturação combinada de lastros não convencionais, tais como ativos da natureza e criptomoedas. Esteves não quer desacelerar de jeito nenhum. Vai virar a própria mesa. A jato.

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18.07.19
ED. 6159

Fôlego na economia ou estelionato?

Antes de comemorar, convém conferir o tamanho da publicidade do governo para, então, julgar se a antecipação dos saques do FGTS e do PIS/Pasep será mais um confisco disfarçado. Mais ou menos assim: o governo anuncia que vai permitir a retirada, depois fica quietinho, os beneficiários se esquecem do prazo e o tacho cheio é raspado pelo Tesouro Nacional. O governo Temer usou do mesmo estelionato disfarçado com as dívidas julgadas e vencidas da União. Espera-se que Paulo Guedes queira esse dinheiro para aquecer o consumo e não financiar sorrateiramente o déficit primário.

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18.07.19
ED. 6159

Cobertura integral

O novo sistema de bloqueio de celulares que está sendo implantado pelo GSI não ficará restrito ao Palácio do Planalto. Por recomendação do próprio general Heleno, será instalado nos gabinetes de todos os ministros. Convém começar pela Justiça. Consultado, o GSI diz que “não se manifesta sobre supostos protocolos de segurança”.

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18.07.19
ED. 6159

BNDESPar pula do trem

No que deve ser uma das primeiras operações da gestão Montezano, a BNDESPar vai vender sua participação na Odebrecht TransPort (OTP), por sua vez sócia minoritária da Supervia. Deverá ter a companhia do FI-FGTS, gerido pela Caixa.

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18.07.19
ED. 6159

Passageiro sem bilhete

Não admira que os demais investidores tenham barrado a entrada de German Efromovich na Alitalia. O empresário não teria apresentado as garantias para o prometido aporte na companhia.

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18.07.19
ED. 6159

Credores da Cultura fecham o cerco

A recuperação judicial da Livraria Cultura ainda vai acabar rendendo um best seller. Os credores da companhia pediram à Justiça um pente-fino no patrimônio de Sergio Herz, controlador da empresa, e de seus familiares. Bancos e editoras tentam rastrear outras transferências de bens que eventualmente tenham sido feitas por Herz. Há cerca de duas semanas, a Justiça suspendeu o repasse de dois apartamentos e três automóveis em nome do empresário para a sua mulher, Catarina Machado Capela Herz. Os credores acusam o dono da Cultura de agir deliberadamente para ocultar patrimônio. Na paralela, três meses após a aprovação do plano de recuperação judicial pelos credores, a empresa ainda não começou a quitar os débitos trabalhistas, que somam cerca de R$ 15 milhões. Segundo a proposta homologada na 12ª Vara de Recuperações Judiciais e Falências de São Paulo, a Livraria Cultura tem até abril de 2020 para honrar o pagamento integral das dívidas com seus funcionários e ex-funcionários.

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18.07.19
ED. 6159

Diplomacia à la Bolsonaro

Ontem, em conversa com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e outros integrantes da comitiva presidencial em Santa Fé, na Argentina, Jair Bolsonaro soltou a seguinte ideia: esperar pela eleição boliviana e, “melhor”, pela eventual saída de Evo Morales do poder, para aprovar a entrada do país no Mercosul. Pelo tom com que falou, já, já o balão de ensaio ganha os céus da América.

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18.07.19
ED. 6159

Bivar é bola murcha

As pretensões do deputado federal e presidente do PSL, Luciano Bivar, de ser o meio-campo entre o governo e a CBF têm sido barradas pela própria entidade. Os cartolas jamais esqueceram a declaração do boquirroto político. Quando ocupava a presidência do Sport Recife, Bivar disse ter pago para que um jogador do clube fosse convocado para a seleção.

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18.07.19
ED. 6159

Endereço errado

Uma agenda espinhosa aguarda pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, na próxima semana, quando ele retornará a Brasília após alguns dias de licença. A diretoria do CNPQ e representantes da área científica querem uma audiência para cobrar a prometida e não cumprida liberação de verbas para o pagamento de bolsas e pesquisas. O déficit ultrapassa os R$ 300 milhões. Talvez seja caso de bater à porta de Paulo Guedes.

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18.07.19
ED. 6159

A reconstrução da PDG

A reentré da PDG no mercado será com o lançamento de um edifício residencial em São Paulo, com valor de venda da ordem de R$ 80 milhões. Há quatro anos, a empresa não põe um projeto novo de pé.

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18.07.19
ED. 6159

O suspiro de uma dinastia

Marco Antonio Cabral deverá disputar uma vaga na Câmara de Vereadores em 2020. O rebento de Sergio Cabral tentará voltar à política descendo um degrau. No ano passado, concorreu à reeleição para deputado estadual, mas não passou pelo crivo das urnas.

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18.07.19
ED. 6159

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Livraria Cultura, German Efromovich e BNDESPar.

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