Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
17.07.19
ED. 6158

Consolidação da construção pesada pode ser a grande obra de Montezano no BNDES

O engenheiro Gustavo Montezano, que tomou posse na presidência do BNDES ontem, vai surpreender os que apostavam unicamente no seu perfil estripador. A abertura da “caixa-preta” do banco já são favas contadas. Mas, de dentro dela, pode emergir uma gentil consolidação entre as maiores empresas de construção pesada do país. O pupilo de Paulo Guedes está convencido de que esse movimento é o mais indicado para robustecer o setor de forma higienizada.

As grandes empreiteiras já foram um cartel antes de se tornarem uma máquina de corrupção. Talvez esteja na hora de se concentrarem ainda mais para sobreviver às sequelas do “petrolão” e da Lava Jato. O governo excomungou as chamadas big five da construção pesada – hoje circunscritas a Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Praticamente inviabilizou as empresas. Hoje as três construtoras, que já estiveram pela hora da morte, melhoraram seus fundamentos e estão reiniciando sua carteira de obras. Ao BNDES, que pariu o Mateus da exportação de serviço, caberia embalá-lo de forma sustentável, sólida, sem favorecimentos.

Questões à frente de Montezano: o maior impeditivo à consolidação corporativa não é econômico-financeiro, mas de diferença das culturas; a exemplo do que ocorreu na conglomeração final do setor bancário – Bradesco, Itaú e Unibanco – há lugar para a fusão de dois, o terceiro ficará sem a cadeira; o ideal é que a empresa nascente seja uma public company, o que vem a ser uma verdadeira alquimia societária em um setor marcado pelo controle familiar. O presidente do BNDES sabe que as mal faladas empreiteiras concentram o melhor capital humano da República – a Odebrecht é quase uma universidade. Rearrumar o setor e trazê-lo para o game da infraestrutura nacional representaria a remissão de um dos maiores desatinos com a indústria brasileira.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

FHC trending topics

Um conglomerado empresarial estaria em conversações com Fernando Henrique Cardoso para que ele estrelasse um programa de entrevista em rede social. Algo parecido com Diálogos com Mário Sérgio Conti, na GloboNews. O tal conglomerado seria o Grupo Votorantim. FHC já carregaria para a nova empreitada seu patrimônio nas mídias digitais: são mais de 620 mil seguidores no Facebook e no Twitter.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

Pedra no sapato

O TCU vai investigar os termos da revisão do Tratado de Itaipu. Segundo alta fonte da própria Corte, na primeira semana de agosto o Tribunal expedirá ofícios para a Pasta de Minas e Energia, Eletrobras e Itaipu. A entrada em cena do órgão fiscalizador deverá retardar a já complexa negociação com o Paraguai. Por essas e outras, no Palácio do Planalto há quem diga que o TCU é hoje o “grande partido de oposição” ao governo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

Efeito dominó

Em suas frenéticas elucubrações, Jair Bolsonaro cogita indicar Nestor Forster para a Embaixada do Brasil em Roma. Atual nº 2 em Washington, o “olavista” Forster era favoritíssimo para o posto de titular antes da iminente nomeação de Eduardo Bolsonaro. O problema é que sua ida para Roma implicaria a deselegante “desindicação” de Helio Ramos, muito próximo a Rodrigo Maia. Mas do furacão Bolsonaro pode se esperar tudo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

O preço do crime no Rio

O Carrefour virou uma página amarelada da sua operação no Rio de Janeiro. Segundo informações filtradas da rede varejista, o grupo teria fechado a venda de um imóvel de dois mil metros quadrados no bairro da Usina, na Zona Norte da cidade. Segundo a mesma fonte, o provável destino do terreno é a construção de um condomínio. O local tornou-se uma espécie de lápide, um monumento na paisagem urbana a lembrar o impacto do crime sobre a economia do Rio. O prédio está abandonado desde 2005, quando os franceses fecharam o hipermercado que lá funcionava por conta da violência na região, cercada de comunidades. Estima-se que o Carrefour tenha perdido mais de R$ 100 milhões com o negócio. O empreendimento virou um doloroso benchmarking para os franceses, que, desde então, passaram a adotar critérios mais rigorosos para a abertura de lojas na cidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

O mapa-mundi da violência contra a mulher

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos vai elaborar um estudo inédito sobre a violência contra brasileiras residentes no exterior. A Pasta já começou a colher dados de embaixadas e ONGs. A ministra Damares Alves pretende utilizar a pesquisa como referência para ações de apoio a brasileiras vítimas de agressões em outros países. Situações peculiares, como a necessidade de aceitar subempregos ou até mesmo a dependência financeira dos companheiros, são identificadas como fatores de aumento da violência.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

A crise veste quase todas as camisas

O Fluminense vai entrar com pedido de liminar na tentativa de evitar mais uma mordida em suas trôpegas finanças. Na semana passada, o desembargador Lúcio Durante, da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, negou recurso do clube e manteve a penhora de R$ 2.015.904,04. O valor equivale a cerca um terço do que o clube tem a receber neste ano em direitos de transmissão da TV. A dívida se refere ao aluguel de um casarão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

Bancada do barril

Após conseguir do governo a criação de um fundo de R$ 150 milhões para os produtores de vinho, a Frente Parlamentar da Agricultura trabalha para tirar os rubiáceos do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. O lobby mais borbulhante vem dos fabricantes de espumante, que temem perder mercado com a alíquota zero para os importados.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

Palavra de honra

A operação da Norte-Sul entre Goiás e Tocantins começará em dezembro. Palavra de Rubens Ometto, dono da Rumo, que arrematou a concessão, ao ministro Tarcisio Freitas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

A caminho da Bolsa

A TCP, que opera o terminal de contêineres do Porto de Paranaguá, deverá aportar na B3. A China Merchants pretende abrir o capital da controlada no último trimestre do ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

“Galvãozinho”

Uma das coqueluches da internet, Luca Bueno, filho de Galvão Bueno, conversa com um canal pago para apresentar um programa dedicado ao público jovem. No YouTube, Luca reúne quase 800 mil seguidores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.07.19
ED. 6158

Ponto final

Procuradosm os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Carrefour, Fluminense, Rumo Logística.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.