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Planos
11.07.19
ED. 6154

Um vazio à vista no mapa antidrogas do Ministério da Justiça

Um problema a mais sobre a mesa de Sergio Moro: o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, comunicou ao ministro da Justiça que não vai renovar o acordo de cooperação com a União para o combate ao narcotráfico, com foco na fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Ao menos não nas condições atuais. Azambuja considera o convênio, firmado em 2014, lesivo às contas do estado. O governo sul-mato-grossense confirmou ao RR que vai exigir contrapartidas financeiras para a continuidade da operação. Caso não se chegue a um consenso, já a partir de 28 de julho, dia seguinte ao término do atual acordo, as Polícias Civil e Militar do estado devolverão integralmente à Polícia Federal a responsabilidade pelo combate ao tráfico internacional de drogas na região.

Consultado, o Ministério da Justiça não se pronunciou. O Mato Grosso do Sul é apenas o pano de fundo. O que está em jogo é o impacto potencial do fim do acordo sobre o combate ao tráfico de drogas no país. O estado é a porta de entrada para mais de 50% da cocaína que chega ao Brasil. Não por acaso, o Exército tem feito seguidas ações contra o crime organizado no estado, no âmbito da Operação Ágata, que integra o Plano Estratégico de Fronteiras do governo federal.

A mais recente delas, na primeira semana de junho, contou com cerca de 800 militares da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada de Dourados. Ontem, a Pasta da Justiça autorizou o envio de agentes da Força Nacional para o Mato Grosso do Sul – em um pacote que incluiu também Rio de Janeiro, Paraná e Espírito Santo. Ainda assim, há fragilidades na atuação do aparelho de segurança na divisa com o Paraguai e Bolívia. A própria Polícia Federal tem uma estrutura no Mato Grosso do Sul considerada insuficiente para a dimensão do tráfico de drogas na região: a corporação mantém delegacias em apenas seis municípios do estado.

Por maiores que sejam as restrições orçamentárias do estado, o apoio das Polícias Militar e Civil sul-mato-grossenses tem gerado resultados significativos na apreensão de entorpecentes e na prisão de traficantes. O acordo entre o governo federal e o Mato Grosso do Sul criou um paradoxo: quanto maior o êxito da operação maior o prejuízo financeiro imposto ao estado. Segundo o próprio governo do Mato Grosso do Sul informou ao RR, as cadeias do estado têm hoje 7.246 presos condenados ou em regime provisório envolvidos com o tráfico de drogas e de armas. Pela lei, deveriam estar sob custódia do governo federal. Essa população carcerária “terceirizada” custa ao estado R$ 127 milhões por ano.

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11.07.19
ED. 6154

TV Planalto

O staff de comunicação da Presidência da República prepara uma chacoalhada nas redes sociais do Palácio do Planalto. Uma das ideias é transformar o canal no YouTube em um hub para todos os ministérios, o que permitiria centralizar as informações das mais diversas áreas do governo. O canal do Palácio do Palácio no YouTube tem apenas 73 mil inscritos. Para efeito de comparação, a página do presidente Jair Bolsonaro soma de 2,5 milhões.

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11.07.19
ED. 6154

Luiza cibernética

O Magazine Luiza está investindo em uma prateleira própria de startups. Entre as prioridades, o desenvolvimento de novas plataformas de pagamento digital e aplicativos de entrega de mercadorias.

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11.07.19
ED. 6154

O legado de Eike

A Prefeitura do Rio cobra do fundo Mubadala, dono do imóvel do antigo Hotel Glória, que intensifique a segurança no local. Recentemente, teriam sido registradas duas tentativas de invasão por sem-teto. Com as obras paralisadas há seis anos, o edifício tornou-se um elefante branco em ruínas, abandonado no Aterro do Flamengo.

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11.07.19
ED. 6154

Um alento para os empregados da Vale

Em reunião com sindicatos do setor de mineração, realizada na semana passada, representantes da Vale acenaram com a possibilidade de pagamento de participação nos lucros aos trabalhadores em 2020. Essa hipótese estava praticamente afastada após a tragédia de Brumadinho e seu impacto sobre os resultados da companhia – leia-se um prejuízo de R$ 6,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano. No entanto, a própria mineradora já trabalha com uma projeção de lucro para este ano em razão do aumento dos preços do minério de ferro. Desde janeiro, a tonelada passou de US$ 73 para US$ 108. A estimativa no mercado internacional é que o valor possa chegar à casa dos US$ 120 até setembro. Procurada, a Vale não se pronunciou.

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11.07.19
ED. 6154

Um interessado a menos na fábrica da Ford

A Foton desistiu da disputa pela compra da fábrica desativada pela Ford em São Bernardo do Campo, informação confirmada pela própria montadora ao RR. Prevaleceu a voz que os chineses sempre ouvem: a do ex-ministro Luis Carlos Mendonça de Barros. Sócio e presidente do Conselho da Foton no Brasil, Mendonça de Barros defende que a companhia mantenha o projeto original de construção da fábrica do Guaíba, no Rio Grande do Sul. O terreno já está comprado e os incentivos fiscais, acordados com o governo gaúcho.

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11.07.19
ED. 6154

Um hotel que vem, um hotel que vai

Boa e má notícia na orla do Rio de Janeiro. O grupo Accor vai reabrir até o fim do ano o antigo Rio Palace, no Posto Seis, em Copacabana. Será o primeiro hotel da rede francesa com a bandeira Fairmont na América do Sul. Em compensação, a Accor vai fechar as portas do Sofitel Ipanema, o antigo Caesar Park. Para todos os efeitos, o imóvel entrará em obras, mas nem mesmo os executivos do grupo no país têm clareza se o hotel será reaberto.

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11.07.19
ED. 6154

Jogo jogado

A Comissão de Anistia vai retomar ainda neste mês o julgamento do pedido de indenização de Dilma Rousseff. Para a própria defesa da ex-presidente, será proforma. Pelo clima adverso da primeira sessão, no dia 20 de junho, a leitura é o que o indeferimento já está dado.

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11.07.19
ED. 6154

Descarga elétrica

Premido por uma previsão de déficit fiscal de R$ 7 bilhões em 2019, o governador Eduardo Leite corre para iniciar o road show da CEEE até setembro. Nos cálculos do governo gaúcho, é o timing para que o leilão da distribuidora elétrica seja realizado até dezembro. A venda vale não só pela receita a ser arrecadada, mas pelo peso que o estado vai tirar dos ombros: a CEEE tem uma dívida de R$ 5 bilhões.

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11.07.19
ED. 6154

KKR investe em saúde

A norte-americana KKR, que administra mais de US$ 150 bilhões em todo mundo, vasculha o setor de saúde no Brasil. Mira, sobretudo, em redes de laboratório de medicina diagnóstica.

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11.07.19
ED. 6154

Novos tempos

A Dazn, plataforma de streaming de origem inglesa, tem rondado a quadra da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). Na mira, os diretos de transmissão da Superliga masculina e feminina.

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11.07.19
ED. 6154

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Magazine Luiza, Accor, Governo do RS, Mubadala e Dazn.

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