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Planos
03.07.19
ED. 6148

Uma atração turística de Bolsonaro

O nome de Vinicius Lummertz foi soprado no ouvido de Jair Bolsonaro para substituir o ministro do Turismo, Marcelo Antonio, que balança feito laranja podre na árvore. Lummertz comandou a Pasta no governo Temer, além de ter dirigido a Embratur. Diante das circunstâncias recentes, o convite soaria como uma provocação a João Doria. Hoje, Lummertz comanda a Secretaria do Turismo em São Paulo. Mas tudo leva a crer que sua indicação é uma cortina de fumaça. Bolsonaro quer mesmo é manter Marcelo Antonio, que nutre da confiança do presidente e de seus filhos.

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03.07.19
ED. 6148

“Falta apoio dos Altos-Comandos à ala militar do governo”

Entrevista com general de Exército – o RR não vai declinar se o oficial é da ativa ou da reserva – cujas opiniões são bastante respeitadas dentro e fora da caserna. O depoimento indica que existe, sim, um temor nas Forças Armadas em relação a uma controversa ameaça comunista.

O RR publicou, na edição de ontem, que Olavo de Carvalho tem um projeto de ocupação do Estado conhecido como “Olavocracia”. As Forças Armadas figurariam entre os alvos da ofensiva “olavista” por estarem “infiltradas por marxistas guiados pelo Foro de São Paulo” (Sic).  O senhor concorda? Eu não gostaria de responder atribuindo esse poder desmesurado ao Olavo de Carvalho. Esse cidadão tem nos feito ataques desaforados, em especial aos militares que estão no Palácio do Planalto. Falta apoio dos Altos-Comandos à chamada “ala militar” do governo. Falta também uma atuação mais firme dos comandos militares no combate à guerra híbrida contra o Brasil. Não estou falando da guerra cultural do senhor Olavo de Carvalho. Há cerca de um ano a Escola Superior de Guerra produziu um documento que não dava a devida importância à guerra híbrida. O pensamento foi adotado pelas Forças Armadas.

O generalato compartilha da apreensão em relação à ameaça comunista que está na essência do discurso do governo? A percepção geral é que o comunismo acabou no mundo. As Forças Armadas sempre estiveram vigilantes em relação à ameaça comunista no país. Não podemos aceitar que a esquerda utilize de seus instrumentos de manipulação da opinião pública para atacar o governo. Nós sabemos que são utilizadas operações de inteligência por esses atores ideológicos. As Forças Armadas detêm o poder e a informação. É preciso compartilhar o nosso conhecimento dos fatos com outras esferas do governo.

O senhor entende que há um movimento deliberado para denegrir a reputação positiva das Forças Armadas? Esta ofensiva estaria se aproveitando de um eventual vazio de liderança no estamento militar? O general Villas Bôas foi o maisrepresentativo comandante do Exército pós-governo militar. Sua postura e capacidade de comunicação muito contribuíram para aumentar a confiança da população nas Forças Armadas. O general Pujol tem outro perfil. Sua liderança interna é incontestável, mas não o vejo construindo pontes para a opinião pública. O que não significa uma crítica, pois a comparação com o Villas Bôas é uma covardia. Entendo, contudo, que o comportamento do Comandante Pujol possa fazer com que alguns eventualmente enxerguem uma perda de representatividade institucional das Forças Armadas. Mas, não pense que há qualquer déficit de autoridade no comando de Pujol. Aguardem o que estou dizendo.

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03.07.19
ED. 6148

Saraivada de decretos

O tiroteio não tem fim: o Palácio do Planalto trabalha na oitava versão do decreto das armas. Os novos remendos teriam como objetivo consertar inconsistências jurídicas por recomendação do Advogado Geral da União, André Mendonça.

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03.07.19
ED. 6148

Cemig apaga a luz em Santo Antonio

Em meio às tentativas de “intervenção” do Partido Novo, notadamente de João Amoedo, no seu governo, Romeu Zema está prestes a fechar a primeira venda de um ativo da Cemig em sua gestão. O RR apurou que a estatal deverá anunciar nos próximos dias a negociação da sua participação na Usina de Santo Antônio para a chinesa State Power Investment Corporation (SPIC). Segundo a mesma fonte, os asiáticos já iniciaram a due diligence na geradora. A operação deve girar em torno de R$ 1,3 bilhão. A negociação abre caminho para a SPIC comprar a parte de outros sócios, a começar pela Andrade Gutierrez.

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03.07.19
ED. 6148

Um alívio para as finanças do COB

Um problema a menos para o Comitê Olímpico do Brasil (COB), que ainda carrega dívidas da Rio-2016 e convive com a queda dos patrocínios esportivos no Brasil. Ontem, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região isentou o COB de qualquer responsabilidade por uma dívida de R$ 53 milhões da Confederação Nacional de Vela e Motor (CNVM). O processo movido pela Procuradoria-Geral da Fazenda em nome da União seguirá apenas contra a CNVM, que não teria recolhido tributos referentes à importação de barcos.

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03.07.19
ED. 6148

Licitação da CEB está marcada

O governo do Distrito Federal vai marcar o leilão da CEB para a segunda quinzena de setembro. Na semana passada, o secretário de Desenvolvimento do DF, Ruy Coutinho, reuniu-se, em Nova York, com fundos de investimento interessados em entrar na operação em parcerias com empresas do setor elétrico. Estudos da área técnica do governo indicam que o preço mínimo para a venda da distribuidora de energia oscilará entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões. Uma das principais candidatas ao negócio seria a italiana Enel, controladora da “vizinha” Celg, a companhia elétrica de Goiás.

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03.07.19
ED. 6148

Gigante chinês avança sobre o Nubank

A chinesa Tencent, uma das maiores plataformas financeiras eletrônicas do mundo, negocia um novo aporte no Nubank. De acordo com a fonte do RR, o valor será superior aos US$ 200 milhões injetados em outubro de 2018, permitindo ao grupo asiático pular de
5% para mais de 10% de participação no banco digital. A Tencent deverá ampliar sua influência não apenas na gestão, mas na própria operação do Nubank. A fintech passaria a ser uma espécie de tubo de ensaio de luxo para os chineses testarem produtos e serviços no mercado brasileiro. A Tencent desenvolveu uma das maiores plataformas de pagamento digital do mundo. O sistema funciona no WeChat, o “WhatsApp chinês”. O WeChatPay reúne 700 milhões de clientes. Procurados, Nubank e Tencent não se pronunciaram.

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03.07.19
ED. 6148

O etanol de George Soros

A Adecoagro, dona de três usinas de etanol no Brasil, negocia a compra dos ativos de um grupo sucroalcooleiro com operações em São Paulo que derrete em uma recuperação judicial. Para quem não está ligando o nome à pessoa, a Adecoagro tem entre seus investidores George Soros.

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03.07.19
ED. 6148

Bola baixa

O Corinthians já está aceitando cerca de R$ 200 milhões pelo contrato de naming & rights do Itaquerão, para um período de dez anos. Quando a partida começou, o Timão pedia R$ 400 milhões.

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03.07.19
ED. 6148

Terra fértil

A AEON International, uma das maiores tradings agrícolas da Índia, semeia sua entrada no Brasil.

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03.07.19
ED. 6148

Bolso-Witzel

Há, desde já, uma articulação para que o PSC, partido do governador Wilson Witzel, não lance candidatura à Prefeitura do Rio de Janeiro em 2020. A sigla apoiaria o candidato lançado pelo PSL. Caberia ao PSC indicar o vice, possivelmente o Pastor Everaldo. Seria a repetição da dobradinha Bolsonaro-Witzel que provocou um tsunami eleitoral no Rio em 2018.

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03.07.19
ED. 6148

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Adecoagro, Cemig, State Power e Corinthians.

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