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Planos
28.06.19
ED. 6145

Paulo Guedes apela aos remédios que sua medicina proíbe

O ministro Paulo Guedes decidiu seguir as lições do mundo e adotar estímulos monetários. Anunciou que aumentará a liquidez do mercado de crédito em R$ 100 bilhões, diminuindo a alíquota do recolhimento compulsório dos depósitos bancários. O próximo passo será a redução da taxa Selic na reunião do Copom, de julho, provavelmente em um ponto percentual – e não haverá BC autônomo que diga o contrário. Boas notícias? Sim e não.

As medidas são favoráveis pela ótica de que, sob severa austeridade fiscal, o caminho dos juros e do crédito é a alternativa restante para propiciar algum refresco na economia. O BC e o Ministério da Economia já trabalham, internamente, com a hipótese de uma recessão neste ano. O BC, que projetava quase 3% de crescimento do PIB, no início do ano, já despencou suas estimativas para 0,8%. No mercado, várias instituições projetam taxas na faixa de 0,5%. Nesse ritmo, cair para – 0,1%, digamos assim, é bastante crível. Detalhe: em todas as previsões sobre o PIB é tida como certa a aprovação da reforma da Previdência.

O relaxamento da liquidez, portanto, é uma receita padrão para a circunstância. Por outro lado, talvez não haja tantos tomadores assim para os recursos disponibilizados ao setor bancário. O principal motivo são os spreads escorchantes da ordem de 19,2 pontos percentuais, que subiram mais de dois pontos percentuais em relação a 2018, mesmo com a taxa básica de juros descendo a ladeira. A projeção da LC Consultores é de que o saldo total de crédito cresça 6,6% em 2019 para um aumento do PIB de 1%. É bom, mas é pouco. Na margem, a redução do compulsório ajuda. Mas o RR mantém a sua aposta de que Paulo Guedes “vai ter de aprovar algum gasto”. Ordens do andar de cima. É o que se diz nas internas.

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28.06.19
ED. 6145

Ordem presidencial

Partiu do próprio Lula a ordem para que o PT entre na Justiça contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Segundo a fonte do RR, a determinação chegou aos advogados do partido por volta das 10h30 de ontem, poucas horas depois do ataque desferido por Weintraub nas redes sociais, associando a quantidade de droga apreendida no avião da FAB ao peso de Lula e Dilma

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28.06.19
ED. 6145

Reality show

Jair Bolsonaro vai estrelar um longa metragem no seu Canal Oficial do YouTube. O filme mostrará um dia de trabalho do presidente. A ideia é do filho caçula Carlos, o Carluxo, que vai pilotar as redes sociais convidando os internautas a conferir a rotina de Bolsonaro.

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28.06.19
ED. 6145

As rugas de um país

Tem faltado toxina botulínica, o popular “Botox”, nos hospitais da rede pública de diversos estados, notadamente no Nordeste. A substância é usada, sobretudo, no tratamento de alterações musculares decorrentes de lesões neurológicas. Enquanto isso, mais de cinco mil clínicas particulares do país vendem Botox a balde para fins estéticos.

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28.06.19
ED. 6145

Itamaraty do B

O ministro Ernesto Araújo, ao que parece, adotou o outsourcing diplomático. Caberá à ministra da Mulher e da Família, Damares Alves, a missão de representar o governo brasileiro na posse do social-democrata Laurentino Cortizo na Presidência do Panamá, na próxima segunda-feira. Ressalte-se que Araújo estará com a agenda livre, uma vez que até lá já terá voltado da viagem oficial a Bruxelas. Procurado, o Itamaraty confirmou a ausência do ministro.

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28.06.19
ED. 6145

Um projeto 24 quilates na H. Stern

A H. Stern vai injetar um gás nas suas vendas pela internet. O projeto da tradicional joalheira é veicular filmes no seu site de vendas. Hoje, as joias são apresentadas de forma estática com uma ou outra foto da modelo escolhida para a campanha publicitária da ocasião. A ideia é que as beldades experimentem diversas joias, mostre as peças em diversos ângulos, em síntese, faça um desfile na internet para os potenciais consumidores. Se fosse está semana, a modelo no site da H. Stern seria a atriz Bruna Marquezine, que embelezou a publicidade da joalheira na mídia impressa, com direito a fotinho três por quatro na internet.

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28.06.19
ED. 6145

Raízen partida

A Raízen tem feito estudos para entrar na produção de etanol de milho. O tema, no entanto, ainda causa divisões na empresa. O investimento anima mais a uma metade, leia-se o empresário Rubens Ometto, do que a outra, a Shell.

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28.06.19
ED. 6145

Fogo muito mais do que amigo

Às vezes, até Eduardo Bolsonaro joga contra os interesses do governo. Foi o que ocorreu na última terça-feira. O “03”, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, foi um dos parlamentares que faltaram à sessão na qual seriam analisados os termos do acordo assinado entre Jair Bolsonaro e Donald Trump, em março, para o uso da Base de Alcântara (MA). Resultado: a reunião foi suspensa por falta de quórum. Eduardo viajou para o Japão com o pai e nem sinal de nova data para a análise do projeto.

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28.06.19
ED. 6145

Avant première

A determinação do presidente Jair Bolsonaro de vetar a lista tríplice para a escolha de dirigentes das agências reguladoras foi recebida no gabinete de Raquel Dodge como uma espécie de “aviso dos céus”. Se o expediente vale para as agências, pode valer também para a Procuradoria Geral da República.

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28.06.19
ED. 6145

A vez de Rodrigo Maia

Os ataques de Davi Alcolumbre contra Sergio Moro – “se as conversas vazadas fossem de um senador, ele já estaria preso ou cassado” – não serão voz isolada no Congresso. Aliados mais próximos de Rodrigo Maia estão convictos de que nos próximos dias o presidente da Câmara dos Deputados lançará alguma flechada contra o ministro da Justiça.

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28.06.19
ED. 6145

Cigarro eletrônico dá choque na Anvisa

Na própria Anvisa, parece haver uma nuvem de fumaça quando o assunto é cigarro eletrônico. Na última segunda-feira, o RR apurou que, em reunião de diretoria realizada no dia 17, a agência definiu a data da primeira audiência pública para discutir a possível venda do dispositivo no Brasil: 8 de agosto, em Brasília. A newsletter entrou em contato com a Anvisa, que negou a informação em e-mail encaminhado na própria segunda, às 12h33. No entanto, a Agência postou em seu site uma nota confirmando a audiência pública e citando exatamente a data de 8 de agosto. O mais curioso é o horário que consta como o da “última modificação” da notícia no portal
do órgão regulador: segunda-feira, 8h21, antes, portanto, da consulta feita pelo RR. Das três uma: ou deu a louca no sistema de TI do órgão regulador, ou a Anvisa não tem dado a devida transparência ao assunto ou se trata de um problema grave de comunicação.

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28.06.19
ED. 6145

Ponto final

Procurados pelo RR, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Raízen e H. Stern.

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