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Planos
27.06.19
ED. 6144

A quem interessa uma sucessão em slow motion no CNMP?

Sem alarde, Jair Bolsonaro vai blindando a “República de Curitiba”. Pelo menos é o que se depreende da “operação tartaruga” que começa a se desenhar em torno da sucessão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O órgão é responsável por processos disciplinares contra procuradores, entre os quais o inquérito administrativo instaurado contra Deltan Dellagnol após o vazamento das mensagens trocadas com Sergio Moro. A estratégia do governo seria empurrar a indicação dos futuros integrantes do CNMP para outubro, após a definição do futuro Procurador Geral da República. Ressalte-se que todos os candidatos ao Conselho ainda têm de passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e posteriormente por votação no plenário do Congresso, o que pode empurrar o processo de escolha até o fim de outubro. Como o mandato de 11 dos 14 conselheiros termina em setembro, o CNMP ficaria engessado até a posse dos novos integrantes. Não haveria quórum suficiente para as sessões do Conselho e para o julgamento de processos.

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27.06.19
ED. 6144

O Dia D da Vale na CPI

O dia promete ser quente no Senado. O irrefreável Jorge Kajuru (PSB-GO) pretende colocar fogo na CPI de Brumadinho, apresentando um relatório paralelo e bastante contundente contra os executivos da Vale. Kajuru deverá pedir a condenação por homicídio doloso de todos os envolvidos diretamente na tragédia, a começar pelo presidente afastado da companhia, Fabio Schvartsman, além de outros dirigentes da mineradora e de empresas terceirizadas. A iniciativa pouco usual criará um inevitável constrangimento com o senador Carlos Viana, para todos os efeitos o relator da CPI. A tendência é que Viana apresente um parecer pedindo a condenação dos executivos por homicídio culposo, cujas penas são mais brandas.

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27.06.19
ED. 6144

Próximo capítulo

Além da oferta de ações da Petrobras, da ordem de R$ 7,3 bilhões, a área de investimentos da Caixa Econômica já trabalha na venda da participação do banco na Alupar, holding de energia e infraestrutura. Serão de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão a mais que deverão ir diretamente para o Tesouro.

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27/06/19 8:33h

hugoflq

disse:

Não irá para tesouro não! Posição é dos trabalhadores! Vai para o fgts o dinheiro!!

27.06.19
ED. 6144

Democracia em vertigem

A defesa de Dilma Rousseff vai entrar com um recurso na Justiça para garantir o acesso da imprensa ao julgamento do pedido de indenização da ex-presidente na Comissão de Anistia. Na reunião de ontem, antes do assunto ser retirado de pauta, jornalistas chegaram a ser impedidos de entrar na sala e houve uma determinação para que a sessão não fosse filmada.

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27.06.19
ED. 6144

Os novos bancos

Depois de lançar um cartão de crédito, o Decolar.com está desenvolvendo uma ferramenta própria de pagamento eletrônico para clientes em viagem.

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27.06.19
ED. 6144

Mero espectador

Quando o assunto é bala e fuzil, Sergio Moro é mero espectador. Todo o vai e vem de decretos do Palácio do Planalto sobre posse de armas nos últimos dois dias passou ao largo do ministro da Justiça. Assim como já havia ocorrido com o texto original, de maio.

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27.06.19
ED. 6144

Os prós e contras do “Morodória”

O Palácio do Planalto nutre sentimentos dúbios em relação à ofensiva de apoio de João Doria a Sergio Moro. Por um lado, ela fortalece a posição de Jair Bolsonaro, que capturou Moro; por outro, é vista como uma forma de Doria tirar casquinha do ministro da Justiça, a priori um “ativo” do presidente. A aproximação se intensificará amanhã, quando o governador vai condecorar Moro com a Ordem do Ipiranga. Paranoia ou não, os radares do Planalto também identificaram um movimento para vincular Doria a Moro nas redes sociais. Nos últimos dois dias, na esteira das manifestações convocadas para domingo em apoio à Lava Jato, a hashtag #Dia30AceleraBrasil disparou no Twitter. Ela remeta ao principal bordão de Doria, “Acelera, São Paulo”.

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27.06.19
ED. 6144

60 mil pagantes e uma empreiteira inadimplente

Os movimentos do Grêmio para a compra de sua Arena junto à OAS têm esbarrado nos credores da empreiteira. Santander, Banco do Brasil e Banrisul exigem uma série de garantias para autorizar a operação. A OAS deve aos bancos mais de R$ 150 milhões referentes à construção do estádio. O Grêmio tenta fechar acordo com um grande fundo de investimento que assumiria o passivo. O contrato original prevê que a Arena só passará para o controle do clube em 2032. No entanto, o tricolor gaúcho tenta mandar o acordo para escanteio e assumir a propriedade o quanto antes devido ao esfarelamento financeiro da OAS, em recuperação judicial.

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27.06.19
ED. 6144

Bola no Aro, mas é futebol

Os próprios colegas do deputado federal Marcelo Aro já não sabem onde terminam os interesses do parlamentar e começam os do diretor de Relações Institucionais da CBF, cargo que ele ocupa. Aro vem posando de lobista da entidade, função vaga desde a recente saída de Vanderbergue Machado, que por 19 anos foi o habilidoso meia de ligação entre o Legislativo e Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Neto etc etc.

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27.06.19
ED. 6144

Sola furada

A operação de varejo será uma das primeiras vítimas do pedido de recuperação judicial do Grupo Paquetá. Com uma dívida de R$ 630 milhões a lhe apertar o calo, a direção da fabricante de calçados já trata como inevitável um corte no número de lojas próprias – hoje são 148.

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27.06.19
ED. 6144

Adocicado IPO

A Copersucar estuda a abertura de capital da Eco-Energy, sua controlada. Trata-se da maior distribuidora de etanol de açúcar dos Estados Unidos e hoje responsável por quase 60% do faturamento do grupo.

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27.06.19
ED. 6144

Linha do Equador

A Equatorial Energia, leia-se um pool de investidores que vai do BlackRock ao Canada Pension Plan, é candidata à compra da participação da Petrobras na Breitener Energia. A empresa é dona de duas termelétricas em Manaus, com capacidade total de 315 MW. Consultadas, Petrobras e Equatorial Energia Linha do Equador não se pronunciaram.

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27.06.19
ED. 6144

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Grêmio, OAS, Santander, BB, Banrisul, Copersucar e Paquetá.

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