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Planos
14.06.19
ED. 6136

Patrocinadores exigem menos Neymar Pai e mais Neymar Jr

Independentemente do desfecho do caso, a acusação de estupro que pesa sobre o jogador já teve um efeito sobre a “Holding Neymar”. Patrocinadores e parceiros têm feito pressão por mudanças radicais na gestão da carreira do atleta. Uma das medidas em voga é a contratação de um CEO para a NR Sports, empresa que abriga os negócios do jogador. Entre os patrocinadores, há um notório incômodo com o excesso de poder de Neymar Pai e com a condução da marca “Neymar”, notadamente em momentos de crise, como agora.

Os questionamentos ao plenipotenciário pai e gestor vêm crescendo desde a Copa do Mundo da Rússia. Segundo o informante do RR, executivo de uma das principais patrocinadoras de Neymar (aproximadamente US$ 8 milhões/ano), há uma cobrança para que a NR reforce o staff que cuida da imagem de Neymar. De acordo com a mesma fonte, chegou a ser recomendada a Neymar Pai a contratação do time de especialistas em gestão de crise que atuou no caso do golfista norte-americano Tiger Woods, protagonista de seguidos escândalos em meados desta década.

Procurada pelo RR, a NR Sports não se pronunciou. O escândalo com a modelo Najila Trindade já deixou sequelas para o business Neymar. A relação com a Mastercard ficou abalada: na semana passada, a empresa suspendeu o lançamento de uma campanha publicitária protagonizada pelo jogador. O “produto” Neymar depreciou. Levantamento do Cies Football Observatory, centro de estudos do esporte da Suíça, aponta que o valor de mercado do atacante caiu de 213 milhões para 150 milhões de libras, devido à crise de imagem causada pela denúncia, somada à mais recente lesão do jogador.

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14.06.19
ED. 6136

A classe operária vai a Genebra

O presidente do Conselho Deliberativo do FAT, Bruno Dalcomo, se reunirá com representantes de centrais sindicais brasileiras na próxima segunda-feira, em Genebra. Por certo deseja afinar o discurso que fará na reunião que marca o centenário da Organização Internacional do Trabalho, da qual participará como representante do governo brasileiro. A missão de Dalcomo é atenuar o impacto da inclusão do Brasil na “lista suja” de 40 países suspeitos de violarem as convenções internacionais do trabalho. Pelos sindicalistas brasileiros falará Miguel Pires, presidente da Força Sindical. A orelha de Jair Bolsonaro vai arder. Em seu discurso, Pires deverá bater na tecla que a gestão Bolsonaro se dedica a promover o fim do diálogo tripartite entre governo, empresários e trabalhadores.

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14.06.19
ED. 6136

Revival

Caso recupere a antiga casa, Michael Klein vai repaginar a Casas Bahia. As lojas permanecerão focadas nos clientes populares, mas terão um apêndice para vendas a um público mais abastado. O modelo lembra um pouco o da antiga Mesbla. A rede tinha uma unidade denominada Mesbla Náutica. Além de lanchas e produtos associados, vendia outros itens de valor mais elevado.

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14.06.19
ED. 6136

Crédito saúde

O reajuste anual dos planos de saúde está na casa de 19%. Parece juro de cartão de crédito.

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14.06.19
ED. 6136

Brigada da Fiesp

Paulo Skaf “chegou” ao Palácio do Planalto. O general Luiz Eduardo Ramos, substituto de Santos Cruz na Secretaria de Governo, é muito próximo do General Adalmir Domingos, coordenador executivo dos Conselhos e Departamentos da Fiesp.

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14.06.19
ED. 6136

Termelétricas da discórdia

A instalação do complexo termelétrico Geramaranhão III está causando rebuliço entre os ambientalistas. Há protestos programados para a audiência pública que ocorre hoje, em São Luís. O Maranhão perde apenas para São Paulo no nada lisonjeiro ranking da poluição nacional. O projeto é conduzido pela Equatorial Energia (25%), o fundo Brasil Energia (25%) e a GNP (50%). O gás para as duas novas usinas, com capacidade projetada de 1.800 MW, deverá chegar na forma liquefeita, por meio de navios ou barcaças. O Maranhão não é próspero na extração do insumo gás natural – o insumo produzido nas cidades de Capinzal e Santo Antônio Lopes é
usado quase que integralmente em termelétricas da ex-MPX de Eike Batista, atual Eneva.

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14.06.19
ED. 6136

Figurantes da América

Os organizadores da Copa América discutem com as autoridades a possibilidade de arregimentar alunos da rede pública e mesmo servidores para preencher os inevitáveis vazios nos estádios durante a primeira fase da competição. O caso mais preocupante é Minas Gerais. Há duas partidas previstas para o Mineirão (Japão x Equador e Bolívia x Venezuela) cujas vendas, até o momento, não chegaram à marca de cinco mil ingressos.

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14.06.19
ED. 6136

Dinheiro da passagem

Romeu Zema já saltou na “Estação BNDES“. Busca financiamento do banco para viabilizar a privatização do metrô de Belo Horizonte.

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14.06.19
ED. 6136

Praça do pedágio

Os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida retomaram as conversas para a venda do controle da EcoRodovias à italiana Gavio, acionista da empresa. As primeiras tratativas, há cerca de um ano, esbarraram na falta de acordo sobre valores. As cifras giram em torno dos R$ 3 bilhões.

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14.06.19
ED. 6136

Dupla retirada?

Os colaboradores mais próximos já se perguntam se Nelson Kaufman não estaria gradativamente saindo do game. Além do IPO da rede de joalheiras Vivara, Kaufman busca um sócio para a Etna, varejista de móveis e decoração.

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14.06.19
ED. 6136

Ventos indianos

Um dos maiores conglomerados empresariais da Índia, o grupo Tata tem planos de investir em energia eólica no Brasil.

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14.06.19
ED. 6136

As patologias digitais por trás do “Moro Leaks”

Não existe ainda uma psicologia da invasão virtual que permita identificar pelas digitais cibernéticas se um ataque é produto da ação de um hacker, de outro hacker ou de uma rede de hackers. Pode até ser que ele sofra da Síndrome de Sybil (múltiplas personalidades) ou da bipolaridade de Norman Bates, protagonista do filme Psicose. Mas, à primeira vista, o invasor que adentrou o telefone do procurador Marcelo Weitzel Rabello de Souza nesta semana não é o mesmo que monitorou as mensagens trocadas por Sergio Moro, Deltan Dellagnol e outros integrantes da “República de Curitiba”. A não ser que ele tenha uma identidade fracionada, o hacker frio e discreto que abasteceu o The Intercept nada tem a ver com o hacker traquinas que irrompeu no grupo de conversas do Telegram formado por integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público vangloriando-se dos seus feitos. A impressão que se tem da aparição é que foi uma demonstração de puro exibicionismo. Não se sabe se calculado. A pergunta que conecta todas as hipóteses: além dele próprio, quem mais se beneficiou das estripulias do hacker desinibido? É pouco provável que tenha sido o The Intercept.

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14.06.19
ED. 6136

Ponto final

Procurados, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: EcoRodovias, Etna e Tata.

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