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Planos
03.06.19
ED. 6127

Abílio Diniz pede a conta e sai da mesa da BRF e do Marfrig

Abílio Diniz confidenciou a uma fonte do RR que vai sair de vez da BRF. Abílio pretende aproveitar a fusão da companhia com o Marfrig para pular fora do barco e virar uma das páginas mais melancólicas da sua trajetória empresarial. Cacife para dobrar a aposta e garantir sua participação no negócio não lhe falta. No entanto, Abílio quer distância da nova empresa e da indústria de proteína animal. De talismã, a BRF tornou-se uma ave agourenta. Em 2013, Abilio Diniz assumiu o Conselho da BRF com o apoio irrestrito de Previ e Petros. Cinco anos depois era expurgado do cargo pelos fundos de pensão. Nesse período, o valor de mercado da empresa caiu praticamente à metade – de R$ 39 bilhões para R$ 20 bilhões. Nos dois últimos anos sob seu comando (2016 e 2017), a companhia acumulou perdas de R$ 1,4 bilhão. Como se não bastasse, a passagem de Abílio pela BRF deixa como legado a criminalização da empresa, investigada na Operação Trapaça. Procurado, o empresário não quis se pronunciar. Abílio Diniz não deve ser o único acionista da BRF a saltar do bonde. Previ e Petros também querem sair do negócio. O BNDES, sócio relevante do Marfrig, deverá seguir o mesmo caminho. O próprio governo Bolsonaro, por sinal, tem motivos de sobra para querer ver a nova empresa pelas costas. Há um DNA “lulo-dilmista” na operação. A fusão BRF-Marfrig remete à malfadada política dos cavalos vencedores dos governos petistas. Além disso, a companhia nasce contaminada por investigações do MPF e da Justiça e sob a regência de um empresário polêmico, Marcos Molina, dono do Marfrig. No ano passado, Molina fechou acordo no âmbito da Operação Greenfield e aceitou arcar com uma multa de R$ 100 milhões. Ele é acusado de ter pago propina para obter empréstimos na Caixa Econômica.

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03.06.19
ED. 6127

Damares vs. Dilma na Comissão da Anistia

Sob a batuta da ministra Damares Alves, a Comissão de Anistia retomará os trabalhos nesta semana com um certo clima de “acerto de contas” entre o governo Bolsonaro e o PT. Logo de cara, o colegiado deverá analisar um caso emblemático: o pedido de indenização de Dilma Rousseff. A ex-presidente deu entrada na solicitação no longínquo ano de 2003. Entre 2010 e 2016, período em que ocupou a Presidência da República, a tramitação do processo foi paralisada a seu pedido. O timing para a reabertura do caso não poderia ser menos alvissareiro para Dilma. O governo Bolsonaro não apenas fixou um teto de R$ 100 mil para indenizações a perseguidos políticos como estabeleceu um novo critério, abatendo qualquer valor anterior pago pelo Poder Público. Como Dilma já recebeu cerca de R$ 72 mil a título de reparo, a indenização restante não passará de R$ 28 mil caso a sua solicitação seja aprovada pela Comissão.

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03.06.19
ED. 6127

Acefalia conveniente

Empresários da Zona Franca começam a desconfiar que há método por trás do “descaso” do governo federal. Até o momento, o Palácio do Planalto não nomeou integrantes para o Conselho Administrativo da Suframa. Com isso, há mais de cem pedidos de incentivo fiscal encalhados na Superintendência. O ministro Paulo Guedes agradece.

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03.06.19
ED. 6127

Saúde de sobra

A norte-americana Fidelity Investments está prospectando ativos na área de healthcare no Brasil, notadamente hospitais. Trata-se de um dos maiores investidores do setor no mundo. Do portfólio total do Fidelity, da ordem de US$ 2,5 trilhões, cerca de 5% estão alocados no mercado de saúde.

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03.06.19
ED. 6127

Witzel precisa de um head hunter

O ex-deputado André Moura, novo “embaixador” do Rio em Brasília, não é o único político sob suspeição recém-chegado à equipe de Wilson Witzel. Candidato derrotado ao governo do Piauí no ano passado, Valter Alencar tornou-se uma espécie de assessor informal de Witzel. Tem participado de seguidas reuniões no Palácio Guanabara. Assim como Moura, que assumiu a representação do governo do Rio na capital federal, Alencar é investigado pela Justiça. Ele é acusado de inscrever uma funcionária do PSC, partido de Witzel, como candidata-laranja da sigla em 2018. Izete Abreu teria recebido indevidamente cerca de R$ 280 mil do fundo eleitoral.

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03.06.19
ED. 6127

Saraiva deixa credores com um pé atrás

Em recuperação judicial, a Saraiva tem encontrado séries restrições para repor seus estoques. As editoras adotaram o expediente de cortar, em média, um terço dos pedidos feitos pela rede varejista para reduzir seu risco. Além disso, novas encomendas estão sendo condicionadas ao pagamento integral da remessa anterior. Fabricantes de celulares já haviam adotado prática similar, o que forçou a Saraiva a encerrar a venda de smartphones em suas lojas físicas. Consultada, a empresa disse que “não comenta tratativas comerciais”.

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03.06.19
ED. 6127

As águas vão rolar

O governo do Rio Grande do Sul deverá anunciar em julho o modelo para a abertura de capital da Corsan. A expectativa é arrecadar algo em torno de R$ 1,5 bilhão com o IPO da concessionária de saneamento,

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03.06.19
ED. 6127

Questão de timing

A Associação Brasileira de Normas Técnicas vai anunciar na próxima semana o novo pacote de regras de instalação de aparelhos a gás para uso residencial. Fosse em outros tempos, o assunto provavelmente passaria despercebido. No atual contexto, com a recente morte de seis brasileiros em um apartamento no Chile, vítimas de vazamento de gás, o tema ganha outro peso.

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03.06.19
ED. 6127

Comum de dois

O nº 1 da Avon no Brasil, José Vicente Marino, deverá comandar o processo de incorporação da empresa à Natura. É o homem talhado para a missão. Marino foi vice-presidente da companhia brasileira por sete anos.

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03.06.19
ED. 6127

Território dominado

O programa de Luciana Gimenez virou a acolhedora sala de estar dos Bolsonaro. Depois do presidente Jair Bolsonaro e do “03” Eduardo, a apresentadora convidou a primeira-dama Michelle Bolsonaro. Trata-se do local certo e da entrevistadora perfeita para a propaganda do bom marido e bom pai.

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03.06.19
ED. 6127

Transmissão indiana

O grupo indiano Adani é forte candidato à compra do projeto Arcoverde, leia-se um conjunto de linhas de transmissão no agreste pernambucano pertencente a sua conterrânea Sterlite Power. São cerca de 130 quilômetros de redes, com um atrativo: o projeto conta com financiamento aprovado do Banco do Nordeste.

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03.06.19
ED. 6127

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram o assunto: Adani, Sterlite Power, Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

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