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Planos
15.05.19
ED. 6114

A China de Mourão…

O vice-presidente, Hamilton Mourão, pretende fazer um acordo de Estado com o governo chinês com tratamento diferenciado aos investimentos. As facilities dependem do tamanho do aporte e do compromisso firme. O ministro Paulo Guedes garante concessões, privatizações, terras, imóveis e tantos outros ativos. A China tem também que apresentar suas garantias. Não custa lembrar que Dilma Rousseff, em visita à China, assinou um protocolo de investimentos de R$ 53 bilhões. Se vieram 10% desse montante, foi muito. A visita de Mourão tem potencial de criar uma disputa ímpar na geopolítica mundial. O Brasil vem elegendo os EUA como seu parceiro preferencial. A China pode virar esse jogo. Para os dois gigantes, o Brasil é o melhor candidato disponível a namoradinha. O general Mourão também pode voltar da Ásia como um Marco Polo tupiniquim da contemporaneidade. Bom para o Brasil. Talvez não tão bom para Jair Bolsonaro.

…E a América de Bolsonaro

Ao contrário da sua última visita aos Estados Unidos, Jair Bolsonaro não estenderá o tapete vermelho ao seu guru, Olavo de Carvalho. Não só não está previsto como não é desejável o deslocamento do “filósofo” da Virgínia, onde reside, para Dallas, cidade na qual o presidente estará. A circunstância pede menos exposição da amizade. Mas o prestígio de Carvalho não foi trincado. O deputado Eduardo Bolsonaro irá ao encontro da eminência parda em um dos dois dias em que o pai e sua comitiva desfilarem por Dallas.

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15.05.19
ED. 6114

Transfusão de sangue na Cassi

Os funcionários e aposentados do Banco do Brasil vão às urnas. A partir da sexta-feira, começarão a decidir se aprovam ou não a proposta de mudança do custeio do Plano de Associados da Cassi, a empresa de medicina de grupo da instituição. Vai doer no bolso de todos: no caso dos beneficiários, a cobrança passará dos 3% para 4%; o banco, por sua vez, contribuirá com 4,5%. Com mais de 600 mil participantes, a Cassi tem um déficit de R$ 377 milhões, número confirmado pelo BB. Sobre o risco de intervenção que paira sobre a empresa há algum tempo, o banco diz que “a ANS acompanha a situação financeira da Cassi e cabe à agência analisar os procedimentos a serem adotados”.

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15.05.19
ED. 6114

Território tomado

Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, já está dentro do Netshoes, revendo investimentos e preparando um plano de cortes. Não espera outro resultado na assembleia geral de acionistas da empresa de e-commerce, marcada para o próximo dia 30, que não seja a
aprovação da oferta de compra apresentada pelo Magazine Luiza. São aproximadamente US$ 60 milhões, fora as dívidas.

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15.05.19
ED. 6114

Vendendo saúde

Após pagar R$ 40 milhões pelo Hospital AMIU, na Zona Oeste do Rio, a NotreDame Intermédica saiu às compras novamente. Está em negociações para a aquisição de um hospital em Minas Gerais. Trata-se de uma operação na casa dos R$ 100 milhões.

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15.05.19
ED. 6114

“Samsung Bank”

A Samsung já pode ser considerada uma das grandes fintechs do país. Projeções da própria companhia indicam que o número de usuários do Samsung Pay, serviço de pagamentos eletrônicos, deverá crescer 600% no Brasil em 2019. É um salto sobre o salto de 400% registrado em 2018. Os sul-coreanos já fecharam acordos com mais de uma dezena de bancos no país.

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15.05.19
ED. 6114

Estaleiro à vista

Uma rara boa notícia na indústria naval, que lançou ao mar quase 60 mil empregos diretos nos últimos quatro anos. O Fundo Nacional de Marinha Mercante aprovou empréstimo de R$ 56,7 milhões à Oxnaval para a construção de um estaleiro na zona portuária de Pelotas (RS). Mas que ninguém espere a produção de petroleiros, plataformas e congêneres. O estaleiro será voltado à montagem de barcos pesqueiros.

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15.05.19
ED. 6114

Fila de pedintes

O DNIT virou uma espécie de muro das lamentações para prefeitos. Alcaides, especialmente do Norte e Nordeste, têm batido à porta do general Antonio Leite dos Santos Filho chorando pitangas pela interrupção de obras rodoviárias em seus municípios. As duas regiões são as mais afetadas pelo contingenciamento de verbas no DNIT.

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15.05.19
ED. 6114

Linkedin

Raul Calfat, que deixou a presidência do Conselho da Votorantim depois de 27 anos no grupo, estaria se juntando a outros investidores na montagem de um fundo de private equity. Calfat é conselheiro de empresas como Embraer e Duratex.

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15.05.19
ED. 6114

Intruso

Aécio Neves sinalizou que pretende participar da convenção do PSDB marcada para 31 de maio. Mais do que um aviso, é uma ameaça: a presença do enroscadíssimo deputado turvará a “coroação” de João Doria como o novo mandatário-mor do partido.

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15.05.19
ED. 6114

Estrelato

Fabrício Queiroz vai estrelar a capa de duas revistas.

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15.05.19
ED. 6114

Já se foi o tempo em que o Banco Itaú ganhava todas

Pode ser que o Itaú esteja ainda regurgitando a fusão com o Unibanco. Ou – quem sabe? – não é a crise de identidade provocada pela saída de Roberto Setúbal da presidência da instituição. Ou talvez seja simplesmente uma fuligem na engrenagem do banco dos engenheiros. Também pode ser o conjunto dessas variáveis.

O fato é que o Itaú tem tido uma queda recorrente de performance na geração de lucro líquido comparativamente à concorrência privada. Os “itaulatras” do mercado já começam a suspeitar que algo mudou, ou está mudando. Os números demonstram que desde o primeiro trimestre de 2018 – e sempre em comparação ao trimestre anterior – o Itaú vem perdendo a competição pela lucratividade com Bradesco e Santander. Ou seja: são cinco trimestres seguidos de um resultado inferior ao da concorrência, com uma única exceção: somente no primeiro trimestre de 2019, oItaú conseguiu superar o Santander,com crescimento de 8,1% no lucro líquido, contra 2,4% do Santander.

Mas o banco perdeu de lavada no período para o Bradesco (evolução do lucro líquido de 14,6%). É claro que esses percentuais precisam ser analisados com ressalvas, à luz de outras réguas e tecnicalidades. O Itaú é um colosso. Em outros indicadores, tais como o crescimento da carteira de crédito, perde e ganha – tem perdido mais, diga-se de passagem. E quando a comparação é pelo retorno anualizado sobre o PL Médio (ROE) – a “mãe de todos os indicadores” – o Itaú segue na frente em relação aos demais concorrentes privados. Mas pode se afirmar também que, em alguns casos, conta mais a ditadura da escala do que propriamente a gestão. A dúvida que sobressai das medições é se o banco não está com alguma ferrugem na sua máquina de gerar resultados. Que venham mais trimestres.

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15.05.19
ED. 6114

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: NotreDame Intermédica e Magazine Luiza.

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