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Planos
08.05.19
ED. 6109

Ministério da Agricultura busca adubo financeiro para a Embrapa

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, está à caça de funding parasuprir as carências orçamentárias da Embrapa. Além das gestões junto a Paulo Guedes em busca da liberação de verbas complementares, a ministra pretende ressuscitar o Projeto de Lei 5.243, que hiberna no Legislativo desde 2016. A proposta prevê a criação e a posterior venda de parte do capital da EmbrapaTech, subsidiária voltada à comercialização de tecnologias e produtos desenvolvidos pela estatal.

A ideia seria vender até 51% do capital, de forma a atrair o interesse de grandes grupos internacionais do setor, a exemplo de Bayer e Syngenta. Ressalte-se que, apesar da eventual venda de uma posição majoritária da nova empresa, o principal ativo da Embrapa seguiria na empresa-mãe: seu banco de patentes avaliado em mais de US$ 1,5 bilhão. O Ministério da Agricultura chegou a avaliar a possibilidade de a Embrapa fechar diretamente parcerias tecnológicas com grupos privados. No entanto, a questão é controversa.

Na própria AGU há divergências se o modelo jurídico da empresa permite este tipo de negociação. A criação da EmbrapaTech equacionaria a questão, abrindo caminho para a associação com a iniciativa privada. Já haveria articulações entre a ministra Teresa Cristina e o presidente da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), Alceu Moreira (MDB-RS) para que o PL fosse votado no plenário antes do recesso parlamentar de julho. Consultado, por meio de sua assessoria, o Ministério disse “não ter essa informação.” Há três anos, o orçamento da Embrapa permanece parado na casa de R$ 3,5 bilhões. Aproximadamente 85% desse valor estão comprometidos com o custeio da estatal, notadamente salários.

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08.05.19
ED. 6109

Um alívio para os funcionários da Vale

Foi preciso Fabio Schvartsman ser substituído por Eduardo Bartolomeu na presidência da Vale para a companhia dar um afago a sua força de trabalho e tratar os funcionários de Minas Gerais de forma isonômica. Os empregados das minas de Vargem Grande, Fábrica, Pico, Capitão do Mato, Tamanduá, Abóboras, Alegria, Fábrica Nova e Timpobeba, o chamado Sistema Sul, também terão estabilidade até janeiro de 2020. A princípio, a medida estava restrita aos trabalhadores da região de Brumadinho, onde ocorreu a tragédia de janeiro. A medida já está sendo comunicada aos respectivos sindicatos das diferentes regiões. Não custa lembrar que a Vale interrompeu suas atividades em várias unidades de Minas Gerais, colocando um ponto de interrogação sobre o futuro de boa parte de seus quase 20 mil funcionários no estado.

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08.05.19
ED. 6109

O asfalto chega à BR-319

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, é aguardado em Manaus na próxima semana para discutir com o governador do Amazonas, Wilson Lima, o projeto de pavimentação da BR319, que interliga a capital do estado a Roraima e Rondônia. O investimento é da ordem de R$ 150 milhões. O orçamento é apenas um dos problemas: há forte resistência de ambientalistas ao projeto, uma vez que a rodovia corta unidades de conservação.

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08.05.19
ED. 6109

Disque-crédito

Além de aumentar seu market share na telefonia celular em aproximadamente 1,5%, a Claro vislumbra um ganho adicional na compra da Nextel. Tratase de um crédito tributário potencial da ordem de R$ 1 bilhão caso o STF confirme a decisão de excluir o ICMS da base de cálculo de PIS e Cofins.

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08.05.19
ED. 6109

Raquel Dodge sai à caça de votos

Os procuradores mais próximos de Raque Dodge não têm dúvidas: ela está em campanha pela sua recondução à PGR. Nas últimas duas semanas, não parou em seu gabinete. Cumpriu intensa agenda em eventos do Ministério Público. Chegou a faltar a duas sessões no STF para comparecer à posse da nova diretoria do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais em Campo Grande (MS). Curiosamente, Raquel percorre o colégio eleitoral do qual desdenhou: votou contra a formação da lista tríplice na votação da Associação Nacional dos Procuradores da República.

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08.05.19
ED. 6109

Persona non grata no Sergipe

A bancada de Sergipe no Congresso prepara um manifesto contra Onyx Lorenzoni. Na semana passada, o ministro referiu-se à Universidade Federal do estado como um exemplo de fracasso na educação,inclusive, dizendo, erroneamente, que a instituição não tinha nenhum programa de pós-graduação com nota máxima. Na prática, o protesto não dará em nada, mas vai para a desagradável conta dos entreveros entre o governo e o Congresso.

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08.05.19
ED. 6109

Tudo conspira a favor de Doria

No último fim de semana, em conversas reservadas com assessores, João Doria não escondeu a vibração com as efusivas homenagens a Aécio Neves na convenção do PSDB em Minas Gerais. É mais munição a seu favor para varrer a velha guarda e efetivar o take over do partido.

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08.05.19
ED. 6109

Dinheiro que chega e já vai embora

Aprovada ontem, no plenário da Câmara dos Deputados, a transferência da Junta Comercial de Brasília para o governo local vai gerar uma receita extra de aproximadamente R$ 1,5 milhão por mês para o Distrito Federal. No entanto, boa parte desse prometido dinheiro está fadada a virar fumaça. Estima-se que mais de 60% desses recursos será sugada com a abertura de novas vagas no funcionalismo. Já há um projeto de lei na Câmara Distrital que prevê a criação de 94 cargos para a Junta Comercial.

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08.05.19
ED. 6109

Herança de Eike

O Mubadala estuda um novo projeto para o antigo Hotel Glória, que combinaria um shopping de luxo, escritórios comerciais e serviços de hotelaria. Trata-se da enésima solução pensada pelo fundo árabe para tentar dar vida ao elefante branco encravado em frente ao Aterro do Flamengo.

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08.05.19
ED. 6109

Rumo ao exterior

A Rumo Logística estaria preparando uma emissão de títulos no exterior. Seria o trem-pagador para financiar a recente compra da concessão da Ferrovia Norte-Sul e o plano de investimentos na Malha Paulista, de R$ 4,5 bilhões.

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08.05.19
ED. 6109

IPO a caminho

O Carlyle planeja a abertura de capital da Tok & Stok. Não custa lembrar que, quando o assunto é IPO, o track records recente da gestora no Brasil não é dosmais positivos. Há dois anos, a abertura de capital da rede de lojas de brinquedos Ri Happy, também controlada pelo Carlyle, ricocheteia entre idas e vindas.

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08.05.19
ED. 6109

Ponto final

Procurados, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Rumo, Carlyle, Vale, Claro e Mubadala.

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