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Planos
03.05.19
ED. 6106

Rio de Janeiro contra o crime

A julgar por movimentos paralelos em curso no Judiciário, muita água barrenta ainda vai passar pela Lava Jato e suas operações derivadas no Rio de Janeiro. O Tribunal de Justiça do estado (TJ-RJ) prepara uma reestruturação interna com a criação de quatro varas especializadas no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro. De acordo com a fonte do RR, cada uma delas teria um juiz exclusivo e quadro pessoal próprio. Na paralela, coincidentemente ou não, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio também estuda implementar quatro novas varas para julgar especificamente processos de corrupção e lavagem relacionados à caixa 2 de campanha. A medida vem no rastro da decisão proferida pelo STF no mês passado, de que cabe à Justiça Eleitoral julgar os casos de políticos que receberam recursos não declarados na prestação de contas eleitorais.

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03.05.19
ED. 6106

Campanha do BB deixa uma cicatriz em Rubem Novaes

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, balançou no cargo. Não fosse pela intervenção do ministro Paulo Guedes, Novaes poderia até ter deixado o banco. A primeira reação do Palácio do Planalto contra a já famosa campanha de marketing do BB para o público jovem levou em consideração uma reprimenda pública ao melhor estilo Jair Bolsonaro. Novaes seria chamado ao Planalto para dar explicações. A medida evoluiu na direção da ideia de afastamento do presidente do BB. O grupo palaciano não é de hoje implica com Novaes. Guedes, porém, tratou da questão em um âmbito mais amplo: o presidente do BB foi nomeado não só por ter a sua confiança, como também pelo perfil talhado para a gestão privatizante do banco. Sim, o BB seria a estatal que, nas palavras do ministro, ninguém fala, ninguém pensa, ninguém imagina que será privatizada. Segundo informações filtradas do BB, a malfadada peça publicitária foi aprovada em reunião de diretoria com a presença de Novaes e dos nove vice-presidentes da instituição. Nada, portanto, foi decidido à revelia do alto-comando. Feitos os reparos e pedidos, ficou para o diretor de marketing, Delano de Andrade, pagar o pato sozinho. Na quinta-feira da semana passada, quando o caso estourou, sua cabeça já estava em um cesto ao lado da guilhotina. O RR enviou uma série de perguntas ao BB, que não quis se pronunciar.

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03.05.19
ED. 6106

Cemig de saída

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, trabalha pela retomada do processo de venda do controle da usina de Santo Antônio. Zema é um dos maiores interessados no negócio: estima-se que a venda da participação na hidrelétrica possa render cerca de R$ 1,5 bilhão para a Cemig. O candidato mais forte ao negócio é a chinesa State Power Corporation (Spic).

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03.05.19
ED. 6106

Caducidade a jato

Onyx Lorenzoni e Tarcisio Freitas discutem uma espécie de regime de fast track para o processo de caducidade das cinco concessões rodoviárias leiloadas em 2013, no governo Dilma. Todas estão endividadas e com investimentos atrasados. Se o ritmo normal for seguido, a cassação das licenças não sai antes de 2020. O governo quer relicitar todas as concessões.

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03.05.19
ED. 6106

Advogada geral

Preterida na disputa por uma vaga no TSE, Gracie Mendonça vai migrar para a advocacia privada. Já tem convite de uma grande banca para dar consultoria a clientes no exterior. A quarentena da ex-advogadageral da União termina em julho.

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03.05.19
ED. 6106

O trabalhismo no alto-forno

No passado uma das entidades trabalhistas mais fortes do estado, o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro está derretendo. Dispensou boa parte dos funcionários e prestadores de serviços. O próximo passo deverá ser o fechamento da própria sede. O atendimento aos associados passaria a ser feito pelos próprios diretores por telefone e WhatsApp.

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03.05.19
ED. 6106

Corpo fechado

A defesa de Marilene Christina Oliveira Lopes de Assis Araújo, funcionária do setor de gestão da Vale, vai entrar nos próximos dias com um pedido de habeas corpus no STF. O objetivo é impedir que a Marilene eventualmente receba voz de prisão em seus depoimentos à CPI de Brumadinho, no Congresso. A executiva foi ouvida pelos senadores no último dia 25 e deverá ser novamente convocada. Marilene foi uma das funcionárias da mineradora presa logo após a tragédia e solta alguns dias depois por decisão do STJ.

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03.05.19
ED. 6106

O mentor da “nova Codesp”

O executivo Marcelo Araujo, ex-CSN, Camargo Corrêa, Marisa, antes de deixar a presidência do Grupo Libra apresentou uma série de propostas às agências reguladoras para dinamização da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). A empresa excretava corrupção desde sempre. Entre as opções apresentadas estavam governança profissional, abertura de capital e privatização. Corria o calendário do governo Dilma Rousseff. Como hoje é fácil imaginar, ninguém deu bola para as medidas. Araújo saiu do Libra antes que estourassem os escândalos envolvendo o Grupo. Se agora for aprovado o plano para um futuro underwriting da Codesp, os méritos serão atribuídos ao novo presidente, Casemiro Tercio Carvalho, ao ministro da Infraestrutura,Tarcísio Gomes Freitas, e, quiçá, até ao ministro Paulo Guedes, que irradia privatização por todas as células. A contribuição de Araújo vai para a gaveta de inéditos da história. Mas, se alguém remexer lá, vai encontrar outras propostas aproveitáveis.

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03.05.19
ED. 6106

Governador terceirizado

Em sua viagem a Portugal na semana passada, para participar de evento do IDP, de Gilmar Medes, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, teve um compromisso inusitado. Marcou presença em um evento dedicado a atrair investimentos portugueses para o Piauí, estado onde passou sua infância. Para o Distrito Federal, nem um centavo…

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03.05.19
ED. 6106

CCCC em dose dupla

Além do terminal que está construindo em São Luís, a chinesa CCCC mantém conversas com o governador Flavio Dino para investir no  Porto de Itaqui. O local precisa de uma expansão imediata: nos últimos meses, a média diária de navios atracados passou de 15 para 50.

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03.05.19
ED. 6106

Polícia florestal

Trocadilho infame cunhado pelos próprios servidores do Instituto Chico Mendes após a nomeação de quatro policiais militares para a diretoria: o governo Bolsonaro vai trocar o nome do Instituto de ICMBio para “IPMBio”.

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03.05.19
ED. 6106

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: CCCC, Sindicato dos Metalúrgicos e Governo de Minas.

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