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Planos
29.04.19
ED. 6103

Governo Bolsonaro ajoelha no milho

Como se não bastassem os iminentes cortes no crédito agrícola por parte do BB e os atritos diplomáticos com os países árabes, surge mais um ponto de tensão entre a gestão Bolsonaro e os ruralistas. Produtores de milho, escoltados pela Frente Parlamentar da Agricultura, pressionam o governo a adotar medidas emergenciais para compensar o que se anuncia como uma das maiores quedas dos preços da commodity dos últimos cinco anos. Segundo a fonte do RR, as reivindicações vão de um pacote de subsídios para o segmento e incentivos fiscais para o aumento da fabricação de etanol de milho. Os produtores cobram também garantias de compra de parte da próxima safra. Procurado, o Ministério da Agricultura diz “desconhecer as reivindicações”. A Pasta informa que a produção de etanol “de milho ou de cana já possui forte apoio do governo federal, com a mistura obrigatória de 27% na gasolina”. O Ministério disse que “tem a responsabilidade de garantir o preço mínimo, mas não necessariamente pela de compra do produto, mas preferencialmente por equalização de preços”. Curiosamente, no momento, há falta de milho em algumas regiões. É o caso do Mato Grosso, onde a Conab tem feito leilões de estoques públicos. No entanto, o cenário tende a mudar significativamente nos próximos meses. Estudos do Ministério da Agricultura apontam que a colheita de milho na safra 2018-19 será recorde, com mais de 94 milhões de toneladas. Caso a projeção se confirme, serão 14 milhões de toneladas a mais do que no ano passado. Há estimativas de que os preços possam cair até 20% ainda neste ano.

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29.04.19
ED. 6103

Laboratório de malfeitos

A Polícia Federal teve acesso a documentos e extratos bancários no exterior que revelam novos detalhes do esquema de propina montado pelo Labogen, ligado a Alberto Yousseff. As investigações apontam para conexões com políticos da Argentina e do Paraguai. As diligências se baseiam na delação premiada dos doleiros Leonardo Meirelles e Nelma Kodama, assim como Yousseff presos nos primórdios da Lava Jato, ainda em 2014. Procurada, a PF diz que “não se manifesta sobre investigações em andamento.”

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29.04.19
ED. 6103

Reserva de valor 1

O governo não apenas discute a fusão do Ibama com o ICMBio como também a nomeação de um quatro estrelas para comandar a superautarquia.

Reserva de valor 2

Apesar da cobiça do PSL e do DEM, o Palácio do Planalto também pretende indicar um militar para a vaga aberta na Anac. Helio Paes de Barros deixou a diretoria da Agência para comandar da Infraero.

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29.04.19
ED. 6103

Nova missão

O nº 1 da Funcef, Renato Villela, está cotado para assumir uma vicepresidência da Caixa. Ainda há três remanescentes da era Temer no primeiro escalão do banco.

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29.04.19
ED. 6103

Fricote combinado

O vice-presidente Hamilton Mourão acha que o fricote entre Jair Bolsonaro e o filho Carlos é combinado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também acha a mesma coisa.

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29.04.19
ED. 6103

A casa do “não”

Nas últimas três semanas, a Comissão de Anistia negou uma centena de pedidos de indenização por suposta perseguição no regime militar. Em março, já havia rejeitado 256 requerimentos, números confirmados pelo Ministério da Família.

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29.04.19
ED. 6103

Tarcísio Freitas é o acelerador geral da República

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, novo darling do governo Jair Bolsonaro, faz sucesso repetindo o passado. A celeridade com que vem desembaraçando os leilões – o bem sucedido certame dos aeroportos é um dos exemplos – tem encantado Brasília. Freitas vem apresentando também soluções rápidas para imbróglios antigos e concessões por vencer. O ministro perfila entre os primeiros alunos de turma de Escolas Militares que integram o Ministério Bolsonaro.

Mas seu diferencial valioso é conhecer na palma da mão a burocracia dos Poderes. Da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados à Controladoria Geral da União, passando pelo Tribunal de Contas da União e enveredando pelas agências reguladoras, Freitas é íntimo das autoridades, técnicos e ambientes mais ranhetas da República. Com todo esse acesso, resgatou um modelo do século passado, utilizado com bons resultados, para acelerar a aprovação e tramitação dos projetos.

Freitas simplesmente coloca todas as partes envolvidas para acompanhar simultaneamente todo o processo decisório das licitações, concessões e prorrogações de licença. Assim, conhecidos “empatadores” das ações da Infraestrutura participam das decisões, acompanhando pari passu as discussões técnicas e os impasses regulatórios. Todos vão deliberar sobre o assunto com o dever de casa pronto, a agilidade de quem já resolveu os impasses de antemão. Freitas poderia repetir Goethe – “O diabo é sábio porque é velho”. Melhor, contudo, seria recordar Carlos Lacerda, o maior realizador de obras da história do Brasil no período de tempo mais curto.

O truque de Lacerda era o mesmo agora adotado pelo ministro da Infraestrutura: “Todo mundo acompanha os projetos e, assim, a decisão sai conjunta e ao mesmo tempo”. Vale rememorar o método do ex-governador da Guanabara, descrito no livro “Sérgio Quintella, um depoimento”, que será lançado hoje. “Além dos diversos secretários, Carlos Lacerda levava para as reuniões o vice-governador Raphael de Almeida Magalhães, executivos, advogados e procuradores”.

Era um sistema de gestão interessante, moderno, porque, a partir de uma decisão tomada em conjunto, os advogados já preparavam os atos e projetos de lei necessários ao seu desembaraço jurídico. Dessa maneira, os processos caminhavam com grande velocidade, auxiliados ainda por uma junta de controle do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Atos burocráticos que hoje demoram uma barbaridade eram resolvidos ali, na hora. Não custa lembrar que Lacerda construiu o Aterro do Flamengo, os Túneis Rebouças e Santa Bárbara, o Sistema do Guandu e o Emissário Oceânico, as maiores obras da América Latina no prazo de cinco anos, período da sua gestão frente à Guanabara.

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29.04.19
ED. 6103

DWP quer atracar em Santa Catarina

A Dubai World Ports (DWP) estaria em negociações para a compra de uma participação no Terminal Portuário de Santa Catarina (Tesc), no porto de São Francisco do Sul. O empreendimento pertence a fundos administrados pela BRZ Investimentos, gestora nascida a partir de uma costela da GP. O negócio estaria avaliado em aproximadamente R$ 400 milhões. No ano passado, a japonesa Marubeni esteve perto de fechar a aquisição do Tesc. Entre outros investimentos no Brasil, a DWP é dona da Embraport, terminal no porto de Santos.

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29.04.19
ED. 6103

Brasil à flor da pele

O anti-hipertensivo Losartana Potássica, sozinho, já é capaz de garantir os bônus dos executivos da Germed Pharma neste ano. Em março, as vendas do medicamento subiram mais de 300% em comparação com o mesmo período no ano passado.

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29.04.19
ED. 6103

Ponto final

Procurados pelo RR, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: DWP e BRZ Investimentos.

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