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Planos
04.04.19
ED. 6087

TCU é uma pedra no caminho do governo Bolsonaro

O TCU tornou-se um obstáculo aos planos do governo de vender armazéns do Ministério da Agricultura. Segundo um ministro do Tribunal, a Corte só permitirá a negociação dos ativos após a conclusão dos processos de auditoria abertos no ano passado para investigar a transferência de centros de estocagem de grãos para Prefeituras. De acordo com a mesma fonte, a Corte já reuniu indícios de irregularidades na operação. Não é de hoje que há muito joio misturado nesse trigo.

No ano passado, dois diretores da Conab, estatal responsável pela gestão dos armazéns, foram exonerados após uma auditoria interna. Há suspeitas de um esquema de cancelamento de multas para empresas privadas. Consultada, a Conab informou que “não recebeu nenhuma notificação do TCU”. A estatal acrescenta que “os pedidos de documentação do Tribunal para esclarecimentos são usuais, em razão da atividade do órgão”.

Informa ainda que “Não se trata de privatização, mas de desmobilização (SIC) dos imóveis em desuso”. Já o TCU não se pronunciou. O TCU tem se revelado um “estorvo” para o governo. No fim do ano passado, Paulo Guedes teve uma reunião com os ministros da Corte na tentativa de aparar arestas e criar um ambiente institucional favorável.

A missão diplomática não surtiu o efeito esperado. Que o diga o próprio Guedes. Ontem, pouco antes do ministro iniciar sua sabatina na CCJ da Câmara, o TCU anunciava a abertura de processo para investigar supostas fraudes com recursos de fundos de pensão em investimentos administrados pela BR Educacional, da qual Guedes era sócio. No caso dos armazéns da Conab, o que está em jogo é um ganho financeiro para a União da ordem de R$ 1 bilhão por ano. Este é o valor que o Ministério da Agricultura pretende economizar com a venda dos armazéns não utilizados. A título de comparação, é praticamente a mesma economia projetada com a reforma da Previdência dos Militares.

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04.04.19
ED. 6087

Off the records

Um fato tem causado constrangimento no Itamaraty. Seja por desatenção ou qualquer outro motivo, a viagem de Jair Bolsonaro passou em branco nas mídias próprias da diplomacia israelense no Brasil. O site da embaixada de Israel no país (http://embassies.gov.il/brasilia) não trazia até ontem uma linha sequer e muito menos fotos do encontro entre Bolsonaro e Benjamin Netanyahu. Não é a praxe. Talvez fosse diferente se Bolsonaro tivesse cumprido a promessa de transferir a embaixada brasileira para Jerusalém.

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04.04.19
ED. 6087

Decoreba

Mansueto Almeida, Secretário do Tesouro, caiu nas graças do chefe Paulo Guedes. É dele a última palavra nos assuntos fiscais. Mansueto tem todos os números na ponta da língua. Os governadores, porém, não gostam dele.

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04.04.19
ED. 6087

Parlamentarismo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem desfilado um novo slogan: “Parlamentarismo já”.

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04.04.19
ED. 6087

Reclame da Previdência

Ainda nesta semana, o Palácio do Planalto vai bater o martelo sobre a divulgação da nova campanha publicitária da reforma da Previdência. As peças já foram aprovadas por Jair Bolsonaro. A primeira campanha feita pela Comunicação da Presidência, não custa lembrar, acabou sendo toda refeita pelo Ministério da Economia.

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04.04.19
ED. 6087

Breakpoint contra o Itaú

Ganha uma entrada para o Hard Rock Stadium quem decifrar o enigma de Miami: por que o Itaú vem gastando tanto dinheiro com o patrocínio ao Master Series 1000 da cidade? Pode ser que a resposta seja uma exclusividade da esfinge do banco, Fernando Beyruti, CEO do International Private Bank do Itaú. O desembolso – estima-se que de aproximadamente US$ 6 milhões por ano – é considerado no mercado desproporcional vis-à-vis o custo-benefício, sobretudo pelo target a ser atingido. A maioria dos clientes do private bank do Itaú em Miami não seriam norte-americanos, mas, sim, brasileiros residentes na Flórida. Fica a impressão de que a instituição está descarregando uma verba excessiva para se “apresentar” a um público que já a conhece. Ressalte-se que o banco dos Setúbal já renovou o contrato de patrocínio com o Masters de Miami até 2024.

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04.04.19
ED. 6087

Pedido de waiver

Ao fim do almoço que teve na última terça-feira com dirigentes das maiores centrais sindicais do país, Rodrigo Maia fez, reservadamente, um pedido inusitado aos seus convidados. Solicitou que as entidades orientem seus filiados a não atacar parlamentares em locais públicos, notadamente aeroportos. O pedido de trégua aparentemente foi aceito. Ao menos por ora.

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04.04.19
ED. 6087

Nem tudo está azul para David Neeleman

Se, no Brasil, David Neeleman se movimenta para aterrissar no controle da Avianca, do lado de lá do Atlântico o empresário enfrenta turbulências. Neeleman cobra do governo português, seu sócio na TAP, as obras de ampliação do aeroporto de Lisboa. Alega que o crescimento da companhia a partir de 2020 está fortemente comprometido com a impossibilidade de aumentar o número de voos no maior terminal do país. A questão tornou-se ainda mais fulcral depois do prejuízo de 118 milhões de euros da TAP em 2018.

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04.04.19
ED. 6087

Fé em Crivella

A comunidade evangélica do Rio já se mobiliza para realizar nos próximos dias um ato de desagravo ao prefeito Marcelo Crivella contra a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Vereadores.

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04.04.19
ED. 6087

Mais uma dose

O laboratório farmacêutico indiano Torrent está disposto a cravar uma aquisição no Brasil. Chegou a olhar com lupa os números do goiano Teuto, controlado pela família Mello, mas pulou fora diante do elevado nível de endividamento da companhia.

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04.04.19
ED. 6087

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Torrent e David Neeleman.

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