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Planos
26.03.19
ED. 6080

Produtores de arroz fervilham na panela do governo Bolsonaro

Os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, escoltados pela bancada ruralista, cobram do Ministério da Agricultura o aumento do preço mínimo fixado para o produto, hoje de R$ 36,33 a saca de 50kg. A temperatura vai subir a partir desta semana, no rastro da miniquebra da safra gaúcha causada pelas fortes chuvas. Uma comitiva de agricultores e parlamentares deverá ter uma nova reunião com a ministra Tereza Cristina.

Houve um primeiro encontro no fim de fevereiro, que saiu do nada e não chegou a lugar algum. Também estão sendo articuladas manifestações em cidades do Rio Grande do Sul, responsável por 70% da produção do cereal no país. Estima-se que os agricultores locais terão um prejuízo da ordem de R$ 450 milhões com a perda de aproximadamente 20% da safra.

Procurado, o Ministério da Agricultura informa que “o governo está estudando a criação de um fundo de aval solidário, para ajudar os  produtores a ter acesso ao refinanciamento das dívidas”. Sobre a hipótese de aumento dos preços, a Pasta afirma que “as conversas com o setor são diuturnas e estamos avaliando todas as possibilidades”. O cenário se torna ainda mais árido para os agricultores devido à perda de mercado para o cereal importado do Uruguai e do Paraguai.

Neste caso, o governo brasileiro tem pouco a oferecer aos produtores no curto prazo. Por força de acordos no âmbito do Mercosul, o arroz produzido nos países vizinhos entra no Brasil sem tributação. O Ministério da Agricultura diz que o governo “está estimulando o setor a buscar acordos para o disciplinamento das exportações do produto do Mercosul”, como forma de reduzir o impacto sobre o mercado doméstico.

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26.03.19
ED. 6080

Será a vez dos Villela no Itaú?

Pode ser que esteja chegando finalmente a vez de um “Villela” na presidência do Banco Itaú – o nome Unibanco é uma licença poética. O jovem CEO do Itaú para a América Latina, Ricardo Villela Marino, começou a se movimentar como efetivo candidato à sucessão de Cândido Bracher Botelho. Para quem não sabia, o maior acionista do banco não é o clã dos Setúbal, mas o dos Villela. Ricardo é filho de Milu (Maria de Lourdes Egydio Villela), por sua vez filha de Eudoro Libânio Villela, o grande nome pouco mencionado na história do Itaú. Em tempo: “Candinho” Bracher deixa o comando do banco no ano que vem, quando completará 62 anos, idade máxima para o exercício da presidência.

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26.03.19
ED. 6080

Fortificante

O EMS, de Carlos Sanchez, estaria em negociações para a compra do laboratório goiano Teuto, da família Melo. A empresa está avaliada em cerca de R$ 1,5 bilhão. Com a aquisição, a EMS dispararia como a grande fabricante de genéricos do país, com uma receita superior a R$ 14 bilhões por ano.

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26.03.19
ED. 6080

Diplomacia ao cubo

As declarações de Jair Bolsonaro em relação à China ainda têm repercussões graves. A diplomacia dos dois países tenta chegar a algum consenso sobre a melhor forma de evitar que se repitam provocações como a do ano passado. Bolsonaro visitou Taiwan, cuja autonomia não é reconhecida pela China. À época, a Embaixada chinesa no Brasil manifestou seu repúdio à viagem. As Relações Exteriores estariam costurando declarações prévias que pudessem mitigar a possibilidade de um mal-estar na viagem do Capitão a Pequim, prevista para este ano.

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26.03.19
ED. 6080

Penitenciárias sobre o balcão

Segundo o RR apurou, o governo de São Paulo pretende ofertar à iniciativa privada, ainda neste ano, ao menos dois dos 12 presídios em construção no estado. A fila das PPPs deve ser puxada por uma penitenciária nas cercanias de Marília e outra próxima à cidade da Pacaembu. A Umanizzare, que administra seis presídios no Amazonas, é forte candidata ao negócio. Procurada, a empresa confirma o interesse “em participar da privatização, caso ocorra, em São Paulo ou em qualquer outro estado.” Já o governo informa que “a localização dos presídios e o modelo de negócio” ainda estão sendo estudados. Em tempo: o nome da Umanizzare está vinculado a uma das maiores rebeliões do sistema carcerário brasileiro: em janeiro de 2017, 56 detentos morreram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, administrado pelo grupo.

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26.03.19
ED. 6080

Moro desliza na direção do Senado

Em contraponto à conflituosa relação com Rodrigo Maia, Sérgio Moro vem buscando uma maior proximidade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, correligionário de Alcolumbre, tem ajudado na construção da ponte. Moro tenta encontrar no Senado o apoio para o seu pacote anticrime que lhe falta na Câmara. Amanhã, por sinal, o ministro participará de audiência na CCJ da Casa para destrinchar as suas propostas.

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26.03.19
ED. 6080

O ovo de Colombo da sucessão

Eduardo Colombo é a nova carta no baralho da sucessão da Lojas Colombo, uma das maiores redes varejistas do Sul do país. O executivo, diretor comercial, vem sendo preparado para substituir o avô, o quase nonagenário Adelino Colombo, na presidência executiva. A passagem do bastão poderá se dar ainda neste ano. Consultada, a Colombo diz que “neste momento, não há programação para mudanças, sendo que qualquer decisão é tomada pelo conselho de administração e pelo conselho de família”. Afirma que, em 20 anos na companhia, “Eduardo tem se preparado e se mantido sempre à disposição para atuar na área na qual a empresa precisar dele”. Para bom entendedor… Ressalte-se que a sucessão de Adelino Colombo é uma estrada tortuosa. Em janeiro do ano passado, sua filha, Gissela Franke Colombo assumiu a presidência. Menos de seis meses depois deixou abruptamente o cargo, para a volta do pai.

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26.03.19
ED. 6080

Valerianas

A CPI de Brumadinho vai despachar uma comitiva de deputados para a região do Alto São Francisco, com o objetivo de averiguar o impacto do rompimento da barragem da Vale na região. Os parlamentares deverão ser escoltados por técnicos da Fundação SOS Mata Atlântica. Tudo, claro, com o devido barulho na mídia.

Por falar em Vale, todas as atenções da companhia estarão voltadas para a ANTT. A diretoria da agência deverá decidir hoje sobre o pedido de renovação antecipada da concessão da ferrovia Vitória- Minas. A negociação sobre a mesa envolve a extensão da licença até 2057, em troca da construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste.

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26.03.19
ED. 6080

Venda da Saneago

O governo de Goiás tem feito estudos para a privatização da Saneago, a companhia de saneamento do estado. Se o BNDES ajudar, melhor…

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26.03.19
ED. 6080

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Teuto e EMS.

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