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Planos
20.02.19
ED. 6059

Ministério da Economia transforma Serpro no “grande irmão” da nação

Sob a égide de Paulo Guedes, o ex-diretor do Instituto Millenium Paulo Uebel caminha para se tornar o comandante-em-chefe de um dos órgãos mais poderosos do aparelho de Estado, seja pelo seu espectro de atuação, seja pelo seu efeito multiplicador sobre a economia. Caberá à Secretaria Geral de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, capitaneada por Uebel, criar as condições para um incremento potencial do PIB da ordem de R$ 370 bilhões por ano, segundo estudos da própria área de Planejamento. O aguardado salto virá da implantação do projeto “Governo Digital”, leia-se a integração em uma única plataforma dos dados e processos da máquina pública federal, do sistema de acesso à informação de ministérios, estatais e autarquias, além de todos os serviços prestados à população.

O Serpro, estatal responsável pelo processamento de dados do governo federal, será uma peça central nessa engrenagem. Sob a área de influência da nova Secretaria, a empresa se tornará uma espécie de “grande irmão” nacional. Uma parcela expressiva do
Brasil está dentro da estatal. Criado no governo militar, em 1964, o Serpro congrega toda a base de CPFs, CNPJs, Carteira Nacional de Habilitação, Renavan, dados da Receita Federal, Programa de Recuperação Fiscal (Refis), entre outros. Ressaltese ainda que a estatal foi responsável pelo desenvolvimento da inteligência central embarcada no novo Documento Nacional de Identificação (DNI).

A partir do Serpro, a Secretaria de Governo Digital conseguirá visualizar no seu radar o ir e vir dos cidadãos brasileiros. Nada mais sintomático, por sinal, que o próprio Paulo Uebel tenha sido o responsável pela indicação presidente da empresa, Caio Mario Paes de Andrade. O “Governo Digital” é um projeto com o objetivo de arrumar a máquina pública tanto para dentro quanto para fora. Herdado do governo Temer, o documento “Estratégia de Governança Digital (EAD)” enfeixa 106 microprojetos de transformação de serviços em 35 órgãos do governo federal. Entre as missões estão a contratação de infraestrutura de processamento em nuvem; a utilização de recursos de inteligência artificial e robôs (Chatbots) para integração de todas as centrais de atendimento da esfera federal; e a criação de um canal de notificações ao cidadão por meio notadamente de SMS e WhatsApp.

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20.02.19
ED. 6059

As peças se mexem no xadrez da PF

Ao que parece, uma peça importante no tabuleiro da Polícia Federal poderá sair do jogo. Ao menos do jogo jogado em terras brasileiras. Segundo o RR apurou, o delegado Elzio Vicente da Silva, que comandou a diretoria de Combate ao Crime Organizado até o início deste ano, está cotado para assumir o cargo de adido da PF em Buenos Aires. Consultada, a instituição diz protocolarmente que “as nomeações em cargos de adidância são publicadas em Diário Oficial.” Silva teve papel relevante no protagonismo da Polícia Federal na República. Em outras ações, comandou a Operação Acrônimo, que começou com a simples apreensão de pouco mais de R$ 100 mil em poder do lobista Benedito Oliveira no aeroporto de Brasília em 2010 e quase derrubou Fernando Pimentel do governo de Minas Gerais – o que as urnas acabariam por fazer. O delegado chegou a ser cogitado para assumir o comando da PF. Consta, no entanto, que teria tido divergências com outras áreas da corporação, notadamente o SINQ (Serviços de Inquéritos Policiais), responsável por conduzir junto ao STF investigações contra ministros e parlamentares.

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20.02.19
ED. 6059

Mais Zona do que Franca

Indicado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, o novo superintendente da Suframa, o coronel reformado do Exército Alfredo Menezes, terá como uma de suas primeiras missões “policiar” as indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus (ZFM). Hoje, há uma barafunda fiscal na ZFM. Boa parte das companhias não têm cumprido as regras de investimento em pesquisa e desenvolvimento
como contrapartida a incentivos tributários. O esconde-esconde fiscal já caiu na malha fina do Tribunal de Contas da União (TCU), que realizou uma auditoria no ano passado. Nem a própria Suframa conseguiu comprovar a aplicação dos incentivos em P&D.

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20.02.19
ED. 6059

Usiminas em compasso de espera

A venda da Mineração Usiminas (Musa) está em banho-maria. Adviser da operação, o BTG segue no encalço de potenciais compradores há quase seis meses. Até o momento, no entanto, não surgiu qualquer investidor disposto a pagar o valor almejado pela Usiminas – algo em torno de R$ 1,2 bilhão pela sua participação de 70% da mineradora. Procurada, a Usiminas garante que o “processo de avaliação estratégica do ativo com o BTG Pactual segue em andamento e que não há, neste momento, qualquer estimativa sobre valor para a possível venda da Musa”.

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20.02.19
ED. 6059

Homem do Vale

O PSD vai indicar o senador Carlos Viana para a CPI de Brumadinho. Má notícia para a Vale. Nascido na região do Vale do Rio Doce, Viana tem forte ligação com a região e será um natural porta-voz da pressão, denúncias e exigências de prefeitos locais contra a companhia.

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20.02.19
ED. 6059

“Dolly Repórter”

O empresário Laerte Codonho, dono da Dolly Refrigerantes e acusado em um dos maiores casos de sonegação fiscal do Brasil, pretende lançar mão de táticas pouco usuais para a sua defesa. Entre outros expedientes, teria encomendado a produção de um “documentário”, que combinaria uma exaltação a sua trajetória empresarial com denúncias contra ex-funcionários da Dolly, que seriam os responsáveis pelas fraudes tributárias de R$ 4 bilhões imputadas à companhia. No fim do ano, o empresário foi afastado judicialmente da gestão da Dolly.

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20.02.19
ED. 6059

Timão ou timinho?

O Corinthians está pedindo cerca de R$ 400 milhões por um contrato de 20 anos para fechar um acordo de naming & rights para a Arena Itaquerão. O presidente Andrés Sanchez, no entanto, tem sido foi aconselhado a baixar a bola: há cinco anos, o clube procura, em vão, um parceiro para o estádio. Além disso, tem uma dívida de mais de R$ 1 bilhão com a Caixa referente à construção da arena.

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20.02.19
ED. 6059

Garoto

Jair Bolsonaro anda irritado com o fato de estarem todos chamando o seu filho Carlos de “o garoto”. Teria dito para um dos seus quatro estrelas. “Assim, não conseguem nada de mim”.

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20.02.19
ED. 6059

Segue o líder

Em meio ao alvoroço da demissão de Gustavo Bebianno, Jair Bolsonaro deverá se reunir hoje com um grupo de parlamentares do próprio PSL. Entre outros temas, vão tratar da possível substituição do Major Vitor Hugo (PSL-GO) como líder do governo na Câmara. O partido quer manter a primazia sobre o cargo, mas enfrenta a concorrência do DEM, de Onyx Lorenzoni.

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20.02.19
ED. 6059

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Ministério da Economia, Dolly e Corinthians.

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