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Planos
12.02.19
ED. 6053

A gangorra de Sérgio Moro

Estão sobre a mesa de SéEstão sobre a mesa de Sergio Moro números frescos sobre o combate à corrupção no Brasil em 2018. A Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 1,8 bilhão em operações desta natureza. A cifra engloba valores em espécie, além de bens bloqueados. Moro, no entanto,rgio Moro números frescos sobre o combate à corrupção no Brasil em 2018. A Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 1,8 bilhão em operações desta natureza. A cifra engloba valores em espécie, além de bens bloqueados. Moro, no entanto, ainda avalia se apresentará ou não os indicadores na próxima semana, em Paris, onde participará de reunião do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) – organização de investigação e repressão a lavagem de dinheiro e fi nanciamento ao terrorismo. Dependendo do ângulo que se olhe, os números podem ser positivos ou frustrantes. O valor amealhado corresponde praticamente a metade do total apreendido em 2017, cerca de R$ 3,7 bilhões. De alguma forma, ambos os resultados vão para a conta de Moro. A maior parte dessa derrama veio da Lava Jato, capitaneada por ele.

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12.02.19
ED. 6053

Uma joia rara entre os escombros da economia carioca

Os irmãos Roberto e Claudia Jatahy dão o pontapé inicial no projeto de criação de uma rede de joalherias. A pedra fundamental será a antiga loja do joalheiro Antônio Bernardo, que vendeu o ponto para os Jatahy depois do envolvimento no escandaloso caso do ex governador Sérgio Cabral. Bem ali, em Ipanema, ao lado da concorrente H. Stern, nasce a Animale Oro, pegando uma carona na marca Animale, carro chefe entre as grifes do Grupo Soma e já destacada vendedora de joias. A sócia Claudia Jatahy ficará à frente da operação. Foi ela que identificou que o negócio de joias merecia um voo solo. Para se ter uma ideia, mesmo sem um marketing próprio, o Soma já é o maior fabricante de joias do Rio. Só a loja da Animale localizada no Shopping Rio Sul vendeu 100 joias no final de 2018. Os irmãos Jatahy pretendem espalhar a Animale Oro em 20 estados em prazo relâmpago. São Paulo é a bola da vez, com duas lojas em dois shopping centers. O modelo é o mesmo dos negócios da Animale matricial, que tem 80 lojas próprias em todo o país – somente no Maranhão funciona em regime de franchising. Quem apostou que o objetivo é um IPO da Animale Oro ganhou um anelzinho da grife. Os Jatahy conhecem o caminho das pedras. Eles fizeram a abertura de capital do Soma há cerca de quatro anos. Para quem pensou em vender o grupo inteiro dois anos atrás – os Jatahy controlam o negócio com pouco mais de 50% do capital – é uma virada animal. Dona de um colar de grifes que inclui ainda Farm, Foxton e Cris Barros e quase 180 pontos de venda, a holding triplicou de tamanho desde o início da década: hoje, fatura por ano mais de R$ 1 bilhão.

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12.02.19
ED. 6053

Governo paralelo

Até o fim deste mês PT e PDT apresentam seus projetos de reforma da Previdência. Não se sabe muito bem com qual serventia. O PT, por exemplo, mostra uma matriz de cálculos que considera a Previdência superavitária. O problema de tudo seriam os juros altos. Uma tese multiuso que ficou mofada.

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12.02.19
ED. 6053

Patagonia

O presidente do BB, Rubem Novaes, bateu o martelo: vai vender a participação de 80% no Banco Patagonia. A saída deverá se dar por meio de oferta na Bolsa de Buenos Aires. Procurado, o BB não se pronunciou alegando estar em período de silêncio.

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12.02.19
ED. 6053

A doença é outra

Aliados do senador Flavio Bolsonaro têm recomendado que ele contrate um marqueteiro. Foi soprado ao seu ouvido o nome de Nizan Guanaes. Como se os problemas de Flavio se resumissem a uma questão de imagem…

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12.02.19
ED. 6053

Empresariado busca seu futuro no passado

Um dirigente da Fiesp que já participou de bravas jornadas em nome da democracia e do desenvolvimento durante o regime militar defende um retorno ao passado para permitir que o empresariado volte a protagonizar a cena política e econômica. A tese é que as entidades de classe estão perdendo prestígio e representação em todos os setores, ficando restritas à agenda de pedintes em causa própria. “Ninguém mais nos ouve”, reclama. O empresariado não tem mais um projeto de poder, de tomada do Estado ou mesmo de negociação junto aos governos.

É como se tivesse se divorciado do interesse nacional, ficando restrito as suas pequenas causas. CNI, Confederação Nacional do Comércio, Fiesp, Confederação da Agricultura, Febraban, Anfavea… Lembre-se de qualquer outra entidade, pois não importa. Todas perderam a ressonância individual. O paladino do empresariado paulista acha que a solução para o desprestígio isolado seria a coletivização das forças. Lembra-se da Confederação Nacional das Classes Produtoras (Conclap), que eram enormes congregações de entidades patronais. As Conclaps detinham um Conselho Superior que formulava sugestões técnicas para que a megaentidade pressionasse o governo.

A primeira Conclap se deu em 1945. Reuniu nada mais nada menos do que 680 entidades empresariais representativas do comércio, indústria, agricultura e bancos. Realizou-se na Região Serrana do Rio, e lá foi redigida a célebre Carta de Teresópolis. A III Conclap ocorreu em 1972, no Museu de Arte Moderna, reunindo 1,5 mil empresários de todo o país. Nomes como Jorge Geyer, Jorge Oscar de Mello Flores e Raphael de Almeida Magalhães estiveram envolvidos na montagem do conclave. Simonsen produziu textos técnicos. Em 1977, no Hotel Nacional, realizou-se a quarta e última das Conclaps.

Mais de dois mil empresários participaram e o assessor técnico foi Carlos Geraldo Langoni, que viria a ser presidente do Banco Central. Esses eventos e as articulações adjacentes conseguiram escrever capítulos na história de participação dos empresários no planejamento e implementação de políticas de desenvolvimento nacional. O rebelde da Fiesp, fonte do RR, afirma que como está hoje as organizações do empresariado só ficarão levando carões, a exemplo da ameaça de corte de parcela do Sistema S. “Viramos tiririca do brejo. Só ficamos tratando da copa e cozinha nas nossas associações. Como está hoje, estamos excluídos. Mas fazemos parte desse jogo tanto quanto eles que estão lá nos Três Poderes”, disse.

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12.02.19
ED. 6053

Caixa de Pandora do futebol

O governo vai anunciar ainda nesta semana a criação de um comitê interministerial que terá a missão de fiscalizar e elaborar novas normas para os alojamentos das categorias de base dos clubes de futebol. Desde a última sexta-feira, na esteira da tragédia que matou 10 adolescentes no Centro de Treinamento do Flamengo, o Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos tem recebido diversas denúncias sobre as condições de moradia de jovens atletas.

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12.02.19
ED. 6053

Kassab enverga, mas não quebra

Mesmo com Gilberto Kassab na berlinda, investigado por denúncias de corrupção, o PSD deverá cravar uma dupla vitória na encarniçada disputa pelas comissões do Senado. Além da indicação de Omar Aziz (PSD-AM) para a poderosa Comissão de Assuntos Econômicos, Nelson Trad (PSD-MS) será nomeado para comandar a Comissão de Relações Exteriores.

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12.02.19
ED. 6053

Porta giratória

Tasso Jereissatti tornou-se um dos mais influentes conselheiros do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Em outros tempos, a aproximação poderia significar a mudança de Alcolumbre do DEM para o PSDB, de Tasso. Hoje, o contrário parece mais factível.

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12.02.19
ED. 6053

Ponto final

A seguinte empresa não comentou o assunto: Grupo Soma.

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