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Planos
11.02.19
ED. 6052

PEC do Temer de volta ao jogo

Depois de idas e vindas, manobras para a votação conjunta do regime de capitalização, incorporação de medidas da Justiça do Trabalho, proposta de contribuição extraordinária – na prática redução de salário – de funcionários públicos e militares, mudanças variadas em relação à idade mínima e o regime de transição, entre outros, parece que começa a amadurecer novamente a ideia de enviar a PEC 287, que ficou conhecida como a PEC do Temer, para votação no Congresso. A PEC 287 já fez metade do circuito da tramitação. Sua utilização foi cogitada antes, em um plano que previa a aprovação das medidas complementares em fatias. A lógica era votar rapidamente e positivar o ambiente econômico, permitindo que as demais etapas fossem aprovadas com celeridade. Chegou a se pensar em votá-la na Legislatura passada, já com Bolsonaro eleito. De qualquer forma, restam dúvidas se a PEC 287 ressuscita. Daqui a pouco, a equipe de Paulo Guedes altera o texto do projeto de novo, enxertando mil novidades.

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11.02.19
ED. 6052

Sessão nostalgia no BNDES

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, vai tirar do exílio alguns economistas que já tiveram seus tempos de prestígio. Para presidente do Conselho do banco, foi convidado o ex-presidente do BC, Gustavo Franco. A frenética economista Elena Landau também participará do Conselho. A ideia é que o BNDES se torne uma grande consultoria ofertando serviços para os estados que decidirem por privatizações. Em tempo, a economista Eliane Lustosa, também ex-tucana e que faz parte desse grupo, permanece na diretoria do banco. Há tempo que Levy não fazia tanto carinho nesse agrupamento da PUC-RJ.

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11.02.19
ED. 6052

Os cabos eleitorais de Sérgio Moro

Depois dos governadores, Sérgio Moro vai buscar o apoio dos prefeitos ao seu pacote de medidas contra o crime. Hoje, o ministro da Justiça vai se reunir com representantes do Conselho de Secretários e Gestores Municipais de Segurança. Também está sendo costurado, ainda para esta semana, um encontro entre Moro e prefeitos das principais capitais brasileiras. Mais uma vez, o governo federal lançará mão da estratégia de usar os governadores e alcaides como um atalho para o Congresso Nacional, cabendo a eles a tarefa de pressionar suas respectivas bancadas pela aprovação das medidas.

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11.02.19
ED. 6052

Deep throat

André Esteves, há muito, não andava tão atuante em suas relações com a imprensa. O banqueiro é a fonte, em off the records, do contencioso entre o BTG e a XP, comunicando diretamente ou por meio de ventríloquos.

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11.02.19
ED. 6052

Balanço do dia

Diariamente, ao final do expediente, Paulo Guedes liga para a mulher, Cristina, fazendo uma espécie de balanço do dia. “Titina” tem uma sabida influência sobre o marido.

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11.02.19
ED. 6052

Um trilho de mão dupla

A Rumo Logística, de Rubens Ometto, encaminhou ao ministro da Infraestrutura, Tarcisio Freitas, um projeto de investimentos na Malha Paulista, no valor de R$ 5 bilhões. Não deixa de ser uma forma de pressionar o TCU, que até o momento não autorizou a renovação antecipada da concessão. Enquanto não tiver o sinal verde do Tribunal, Ometto não gastará um centavo.

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11.02.19
ED. 6052

Alta liquidez

Os israelenses da Mekorot, uma das dez maiores empresas de saneamento do mundo, estão submersos nos números da Sabesp.

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11.02.19
ED. 6052

Crônica do adeus ao “lobisomem” brasileiro

Morreu aos 96 anos, um velho amigo do RR, Jorge Serpa, provavelmente o mais culto e longevo lobista e advogado de negócios do Brasil. Serpa não operava congressistas ou parlamentares, mas, sim, os donos da mídia e os presidentes da República. Verdade seja dita, tinha também uma queda pelos fundos de pensão e pela Petrobras. Foi a sombra de JK, Jango, todos os generais de 64 e Fernando Henrique Cardoso. “Parei no Lula”, dizia. Recebia os clientes e amigos em um escritório com grossas paredes à prova de som e sem móveis, que ficava em cima do restaurante Mosteiro, nas cercanias da Praça Mauá, Centro do Rio.

Era a toca do “lobisomem”, apelido do nosso parceiro licantropo. O único cômodo mobiliado dos três quartos era o do seu escritório, soturno como um velório na madrugada. Em qualquer conversa Serpa dizia: “Você quer saber isso? Já entendi, meu bem. Deixe comigo, vou falar com ele. Deixa que eu te volto”. E falava mesmo, e voltava mesmo. Tinha talento nato para se fazer despercebido, um personagem muitas léguas aquém do seu folclore. Quase fez Antônio Ermírio de Moraes presidente da República em conspiração com Roberto Marinho, na sucessão de José Sarney.

No início do governo militar, na gestão do general Costa Silva, o ex-vice governador da Guanabara Raphael de Almeida Magalhães foi avisado que Jorge Serpa estava tiritando de frio em uma banheira cheia de gelo, sendo torturado nas instalações da Aeronáutica. Raphael já ia sair correndo quando chegou Walther Moreira Salles ao escritório e estranhou, dizendo que tinha passado no local havia pouco e Serpa estava rindo muito e conversando com três oficiais. Quase ato contínuo entrou um empresário do setor de engenharia de projetos gritando esbaforido: “O Serpa está no pau de arara, está no pau de arara!” Moral da historia: três é o mínimo de versões sobre qualquer episódio envolvendo o lobisomem.

Jorge Serpa terminou ghost writer de todos os presidentes, o que todos suspeitavam, mas ninguém tinha certeza. O que se tinha absoluta certeza era que escrevia os editoriais de Roberto Marinho. Serpa fez muito bem a quem serviu. Pouco mal a quem atravessou o seu caminho. Daria umas das mais apetitosas biografias da República de todos os tempos. Em seu apartamento na Zona Sul mantinha um garrafão cheio de notas e moedas de dólar. Colocava ali para enfeitar.

Mas alguns amigos de passagem, partindo para o exterior, se acostumaram a pegar algum dinheiro para despesas rápidas na chegada da viagem. Outros viam a cena e achavam que era uma brincadeira do dono da casa. Pegavam também uma nota, criando um hábito. Virou um patuá. No que o lobisomem falava: “Veja só… Agora eu ainda tenho que ficar repondo dólares para os outros pegarem.” Jorge Serpa morreu pobre. Foi amigo do RR até o fim.

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11.02.19
ED. 6052

Damares nas redes

Hoje, a ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, vai se reunir com representantes do Facebook para pedir apoio à campanha que a Pasta vai lançar de prevenção ao suicídio e automutilação de crianças e adolescentes. Dirigentes do Google serão contatados com o mesmo objetivo. Se a ministra vai ser feliz na empreitada ainda não se sabe, contudo, Damares Alves e as redes sociais parecem cada vez mais afinadas. Desde janeiro, sua conta no Instagram pulou de 40 mil para 300 mil fãs.

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11.02.19
ED. 6052

Sim a Bolsonaro

Onyx Lorenzoni deverá oficializar hoje o convite para que Fernando Bezerra (MDB-PE) seja o líder do governo no Congresso. Bezerra vai aceitar.

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11.02.19
ED. 6052

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Rumo e Falabella.

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11/02/19 9:06h

zegoliveira1@gmail.com

disse:

Falabella?????