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Planos
28.01.19
ED. 6042

Tutela militar é a melhor opção para Bolsonaro

Em andamento as negociações para uma tutela do presidente da República, Jair Bolsonaro, pelo seu vice-presidente Hamilton Mourão, e demais ministros militares prestigiados no Palácio do Planalto. Trata-se de uma ação realizada em sintonia com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e os comandos das Forças Armadas. O termo negociação é pro forma.

O projeto é impor limites e restrições ao comportamento e liberdade decisória de Bolsonaro, incluindo a vigilância e redução das iniciativas dos seus três filhos – Nas redes sociais e fora delas. No entorno do presidente ele é comparado a João Baptista Figueiredo, que surpreendeu inclusive aos seus camaradas pelas atitudes estapafúrdias após ser eleito. Justificou-se o comportamento de Figueiredo pela operação cardíaca que sofreu. Bolsonaro levou uma facada, mas não teria sido ela o componente emocional responsável pelo seu desarvoramento.

Bolsonaro simplesmente não está à altura do cargo e muito menos do time que montou. Não entende grande parte do que se discute no governo e não se empenha para isso. Ele se dirige somente a um contingente dos seus eleitores. Desrespeita os protocolos. E parece manietado pelo gnomo de Richmond, Olavo de Carvalho, em uma simbiose familiar que já incomoda os militares. Entre os generais, empresário e boa parte dos formadores de opinião melhor seria se fosse possível fazer algum acordo cordial para que Bolsonaro deixasse o cargo e Mourão o assumisse, imediatamente.

Depois que deixou de lado a linguagem do quartel, tornando-se mais comedido, o vice-presidente tem mostrado preparo muito superior e a autoridade necessária para o exercício da função. O que se diz quase nas fuças do presidente é que ele governa para um gueto, e Mourão governaria para os brasileiros. O escorpião que passeia em meio às conspirações destila a certeza que o filho Flávio Bolsonaro não tem como explicar seus atos inconfessáveis. E não é possível esterilizar as estranhas armações do jovem senador, de forma que eles não respinguem no presidente e nos demais membros do clã. É o bolsonarogate ou a temerização já, no curto governo do capitão. Mourão está pronto para assumir. Basta que as condições sejam dadas. Por enquanto, a tutela é um primeiro estágio.

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31/01/19 9:42h

pedrosugusto

disse:

Isso ai parece uma piada

30/01/19 23:03h

Levi Miranda

disse:

O melhor jornalismo do Brasil. ✊👏👏 Parabéns pelo trabalho. Eu gostaria de saber quem escreveu o edital. Queria parabenizá-lo. ✊✊ #EleNao

30/01/19 7:23h

d.maldonadogama

disse:

Com todo respeito a quem acata essa manifestação, isso é uma safadeza completa, inclusive no que se refere ao General Figueiredo, que era respeitado por seus pares e nunca aceitou a tutela de ninguém, chegando a dizer que se houvesse resistência à abertura, “eu prendo e arrebento”. Essa manifestação mais parece uma criação de contra-informação objetivando, ainda que em vão, enfraquecer o Bolsonaro, que tem se mostrado, sim, à altura do cargo, para o qual foi eleito por milhões de brasileiros, com uma oposição vermelha e nojenta que precisa ser expurgada do Brasil!

29/01/19 19:39h

rafaelberg

disse:

Matéria escrita em um português sofrível. É muito difícil de acreditar que um jornalista tão incompetente consiga ter informações tão bombásticas assim.

29/01/19 15:03h

felipefpr

disse:

tenho que admitir... a esquerda é criativa...kkkkkkk

29/01/19 13:28h

luiz ferreira

disse:

faz parte do golpe

28/01/19 17:24h

gustavo.berriel@prevhab.com.br

disse:

INACEITÁVEIS TAIS ARGUMENTOS. COISA DE QUEM, MUITO ANTES DE ADMIRAR O MOURÃO, BUSCA ESTABELECER E SEDIMENTAR UM ENTENDIMENTO DE GOLPE MILITAR.

28/01/19 17:23h

gustavo.berriel@prevhab.com.br

disse:

INACEITÁVEIS TAIS ARGUMENTOS. COISA DE QUEM, MUITO ANTES DE ADMIRAR O MOURÃO, BUSCA ESTABELECER E SEDIMENTAR UM ENTENDIMENTO DE GOLPE MILITAR. O PRESIDENTE TEM O RESPALDO DOS VOTOS DADOS, TÃO SOMENTE, A ELE, HÁ POUCO MAIS DE SESSENTA DIAS. ABSURDO!!!

28/01/19 10:25h

carlos.rsl

disse:

Urubus.

28.01.19
ED. 6042

Auditoria nos benefícios da Anistia

Os benefícios concedidos pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça vão passar por um pente-fino. A auditoria sobre as indenizações de prestação única (teto máximo de R$ 100 mil) ou prestações mensais (caso se prove a existência de vínculos laborais à
época da violação de direitos) estará a cargo do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, agora responsável pelo órgão. Um levantamento preliminar apontou que os pagamentos somaram R$ 18 bilhões desde 2001. No início os créditos eram da ordem de 65 por ano (2002), mas no correr do governo Lula as liberações cresceram. Em 2010, por exemplo, foram da ordem de 1 mil. O regime de anistia abrange os atingidos por atos de exceção por motivação política entre 18 de setembro de 1946 a 5 de outubro de 1988. Os pagamentos são feitos pelo Ministério do Planejamento (civis) ou da Defesa (militares).

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28.01.19
ED. 6042

Garimpo de cargos

A medida provisória que traz as alterações na estrutura administrativa do governo ganhará paternidade logo na primeira semana de fevereiro. Para iniciar os trâmites burocráticos é preciso aguardar as indicações de membros e a instalação de Comissão Mista, dia 4
de fevereiro. Há muitos políticos interessados em integrar esse colegiado,afinal, pode significar uma brecha para garimpar algum cargo para aliado dentro do governo. Os membros da comissão terão até 11 de fevereiro para apresentar emendas ao texto do Executivo.

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28.01.19
ED. 6042

Por trás da tragédia

Boa parte dos 51 mil empregados da Vale estão temerosos sobre os efeitos da tragédia de Brumadinho sobre seus bolsos. É que a companhia iniciaria nos próximos dias as negociações para pagar a participação nos lucros e resultados – crédito normalmente liberado em março. A conversa agora envolve as regras para o dinheiro que virá no primeiro trimestre de 2020. Os trabalhadores temem que a empresa adie o papo “sine die”, sob o argumento de que está concentrada em atenuar os danos do novo desastre ambiental que causou em Minas Gerais. Para se ter ideia do que representa o PLR, ele correspondeu a 6,7 salários no ano passado para a massa dos trabalhadores e 3,6, em 2017. Os executivos não entram nesse rateio. O bônus deles é tratado no andar de cima da companhia.

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28.01.19
ED. 6042

Auditoria sob risco

Um relatório do TCU identificou atrasos nos repasses devidos à Caixa Econômica Federal para pagamento dos programas Bolsa Família, Seguro-Desemprego e Abono Salarial, em 2018. Isso fez com que recursos do banco fossem utilizados para custeio desses programas, caracterizando antecipação de receita vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Agora, com o decreto federal que permite a servidores comissionados sigilo ultrassecretos a dados públicos, os analistas do TCU temem que a fiscalização e a transparência sejam afetadas nas próximas avaliações.

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28.01.19
ED. 6042

Eunício crava um duplo na loteria do BNB

De saída do Senado, Eunício de Oliveira quer deixar seu legado no governo Bolsonaro. O emedebista joga com dois “cavalos” na corrida pelo comando do Banco do Nordeste (BNB): o atual nº 1 do BNB, Romildo Rolim, e o ex-presidente do banco, Marcos Holanda. Com este último, aliás, Eunício mantém uma relação-sanfona. No governo Dilma, indicou Holanda para o cargo. Na era Temer, mais precisamente no fim de 2017, fez força para tirá-lo do BNB. À época, Holanda teria contrariado interesses do MDB junto ao Banco do Nordeste. Ao que parece, são águas passadas.

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28.01.19
ED. 6042

Baixa na carteira

Os empregados da Eletrobras têm até 20 de fevereiro para adesões voluntárias ao Plano de Demissão Consensual, válido para a holding e as subsidiárias. A meta é desligar 2.187 funcionários, o que custaria cerca de R$ 731 milhões. A empresa estima uma economia de R$ 574 milhões por ano com o PDC. São as preliminares para a futura privatização.

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28.01.19
ED. 6042

Barbalho passa o chapéu

O governador do Pará, Helder Barbalho, bateu à porta de Paulo Guedes. Busca recursos para garantir a pavimentação da BR-163 e as obras de Pedral do Lourenço, fundamentais para a navegação e cabotagem na Bacia do Tocantins-Araguaia. Foram duas das principais promessas de campanha do filho de Jader Barbalho. Mas Guedes não tem nada a ver com isso.

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28.01.19
ED. 6042

Espera

Faz três semanas nesta segunda-feira que as centrais sindicais esperam uma resposta de Jair Bolsonaro – se recebe ou não os representantes dos trabalhadores.

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28.01.19
ED. 6042

A Tarpon murcha

A Tarpon Investimentos deixou a BRF, anunciou o fechamento de capital e, segundo o RR apurou, estuda reduzir ou mesmo vender integralmente sua participação na Omega Energia. Seria o início do fim da sociedade entre os “meninos” Pedro Faria, Zeca Magalhães e Eduardo Mufarej?

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28.01.19
ED. 6042

Pátria acima de todos

O Pátria Investimentos já comprou três distribuidoras de insumos agrícolas e deverá anunciar mais uma aquisição no mês que vem. Depois é misturar todos os ingredientes em uma única empresa e adubar o IPO na bolsa.

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28.01.19
ED. 6042

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não detalharam suas estratégias: Tarpon Investimentos e Pátria Investimentos.

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