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Planos
25.01.19
ED. 6041

“Investment grade” das universidades sob risco

O governo Bolsonaro vai apertar as regras do rating das universidades, com a adoção de critérios mais rígidos para o Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação de Ensino Superior). A proposta em gestação no Ministério da Educação estabelece a análise do nível de internacionalização dos cursos de graduação e das instituições de ensino. Variáveis como a presença e quantidade de docentes estrangeiros e parcerias com universidades do exterior passarão a ser contempladas e terão um peso considerável na formação da nota das escolas. Desde já, a iminente mudança é motivo de apreensão para os grupos privados da área de educação. Muitas perderão seu “investment grade”. As novas regras deverão provocar mudanças significativas no ranking do Sinaes, com impacto direto sobre a concessão de crédito. O rating é parâmetro determinante para a liberação de recursos do Fies. Somente com cursos com nota igual ou superior a três no Sinaes podem ter acesso a financiamento do programa de crédito. O ministro da Educação, Ricardo Velez Rodrigues, tem batido na tecla de que o Sinaes está defasado e perdeu a capacidade de medir a qualidade dos cursos de graduação. Não está sozinho. No ano passado, o TCU realizou uma auditoria e fez vários questionamentos ao Sistema.

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25.01.19
ED. 6041

A unanimidade contra a “escuridão”

O decreto que alterou as regras de aplicação da Lei de Acesso à Informação surpreendeu dentro e fora do governo, pessoas comprometidas com a transparência na administração pública. Em documento enviado à Casa Civil, por exemplo, o ministro do TCU, Augusto Cavalcanti, lembrou a importância de se manter abertos os canais que possibilitem a qualquer cidadão ou empresa obter dados junto aos órgãos e entidades do Estado, devendo sempre serem promovidas ações que aprimorem a transparência ativa exigida pela Lei 12.527/2011 (modificada pelo ato assinado pelo presidente interino, Hamilton Mourão). A opinião é partilhada por outros ministros da Corte. Sócio de uma das mais respeita- das bancas de advocacia de Brasília e integrante da Comissão de Ética Pública da Presidência da República, entre 2012 e 2018, como conselheiro e presidente, Mauro Menezes classificou a situação de “deplorável”. Ele também fez parte do Conselho de Transparência da CGU. “O sistema de transparência pública sofreu um golpe duro com essa ampliação indiscriminada dos agentes capazes de impor sigilo a dados públicos”. E terminou lamentando “as medidas voltadas a blindar ocupantes de cargos políticos e famílias de políticos do monitoramento financeiro do COAF, dificultando bastante a eficácia do combate aos conflitos de interesses”.

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25.01.19
ED. 6041

Best seller

Já há interessado em escrever um livro sobre o papel crucial do ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas na era PT/Michel Temer. A obra tem até título: “O general da democracia”.

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25.01.19
ED. 6041

Em expansão

Um dos grandes complexos do mundo para produção de alumínio primário e alumina vai crescer. A Alumar decidiu investir US$ 1,7 bilhão até 2021 para expandir sua planta no Maranhão. É um dos maiores investimentos do consórcio formado pelas empresas Alcoa,
Rio Tinto Alcan e BHP Billington, desde que fincou os pés no estado, na década de 80.

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25.01.19
ED. 6041

Louis Dreyfus cansou de perder

Acabou-se o que quase nunca foi doce: a Louis Dreyfus Commodities (LDC) prepara sua saída do mercado sucroalcooleiro no Brasil. Os franceses teriam colocado à venda todas as dez usinas da subsidiária Biosev localizadas nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte, com capacidade total de moagem da ordem de 35 milhões de toneladas. A operação inclui ainda um terminal no Porto de Santos.

Segundo o RR apurou, o pacote já teria sido oferecido à Raízen, a joint venture entre Cosan e Shell. No ano passado, a LDC negociou uma planta sucroalcooleira no Rio Grande Norte e chegou a colocar à venda outra usina, na Paraíba. O intuito do grupo, àquela altura, era se livrar do bagaço e permanecer apenas com as unidades mais rentáveis. Mas cadê que elas existem? Nos últimos meses, as perdas da Biosev se agravaram.

Com isso, cresceu também a pressão dos acionistas da LDC em Paris pela saída definitiva do negócio, após uma série de aportes que viraram pó. A empresa fechou o primeiro semestre da atual safra com um prejuízo de aproximadamente R$ 660 milhões, um déficit 20% maior do que o registrado em igual período no exercício passado. Anualizado, o rombo passa de R$ 1,3 bilhão. Nas últimas duas safras, os franceses perderam mais de R$ 1,8 bilhão com a sua operação sucroalcooleira. É uma rotina que, no ano passado, custou a cabeça do então CEO da Biosev, Rui Chammas.

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25.01.19
ED. 6041

Questão de patente

O chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni, anunciou na última terça-feira 23 as principais medidas do governo para os próximos 100 dias. O leilão do excedente da cessão onerosa desponta como a mais importante delas. O ministro das Minas Energia, almirante Bento Albuquerque, entretanto, no mesmo dia, comunicou que o megaleilão somente será realizado no segundo semestre. O RR considera mais prudente acreditar na previsão do quatro estrelas Bento.

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25.01.19
ED. 6041

Clássico da paz

O senador eleito Major Olímpio entrou em campo para desfazer o “mal-entendido” envolvendo os nomes de Tite e do presidente Jair Bolsonaro. O treinador da seleção brasileira teria se recusado a ir com a delegação ao Palácio do Planalto pouco antes da Copa América, em junho. A visita da seleção a Bolsonaro deve ocorrer, mas personificada na figura do novo presidente da CBF, Rogério Caboclo.

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25.01.19
ED. 6041

Sal da terra

No governo começa a haver o entendimento de que a Embrapa e seu cobiçado banco de patentes, estimado em US$ 1 bilhão, ficariam bem mais protegidos sob o comando de um general. O problema é que o mandato de Sebastião Barbosa iniciado em outubro tem prazo de validade até 2022. Já o dos três diretores expira em junho. Portanto, para o presidente sair mais cedo, só com uma cornetada do Palácio do Planalto.

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25.01.19
ED. 6041

Conselhinho

A proposta de ter um CEO na gestão pública parece ter entrado em hibernação. Mas Romeu Zema tem alimentado a ideia de criar uma espécie de Conselho de Administração no governo de Minas de Gerais, composto por um grupo seleto de empresários locais. Josué Gomes da Silva – sempre ele – já foi sondado.

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25.01.19
ED. 6041

Ponto final

Procuradas, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Louis Dreyfus e Alcoa.

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