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Planos
22.01.19
ED. 6038

Caixa Econômica põe todos os pingentes sobre o balcão

Uma das orientações de Paulo Guedes ao presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, é a venda de todos os penduricalhos do banco. Entenda-se como desmobilizar as loterias da CEF, empresas de seguros, capitalização e também sua participação no Banco Pan, do qual é sócia junto com o BTG. A boa nova é a movimentação na XP Investimentos para aquisição da parte da Caixa Econômica no Pan (49%).

A engenharia é complexa, pois pressupõe que o BTG venda parte ou totalidade das suas ações no Pan (51%), acompanhando a Caixa. Por outro lado, a XP deveria acertar a saída do Itaú do seu capital, assumindo plenamente a função de banco múltiplo – em dezembro o BC autorizou a XP Investimentos a operar nesta modalidade. Há quem diga que essa hipótese está prevista no acordo de acionistas. O contrário seria um banco com capital tripartite, composto por BTG, Itaú e XP, que se tornariam sócios diretos e indiretos.

Essa hidra de três cabeças provavelmente ninguém deseja. A torcida da equipe econômica é que venham candidatos de fora do clube dos cinco – Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander e CEF. O BTG poderia ser um deles, consolidando a participação acionária hoje pertencente à CEF. Mas o banco de André Esteves tem mostrado inapetência para tocar o Pan. Já a XP é sangue novo e vibração pura. É previsível que um banco estrangeiro venha azeitar o novo X-Pan. Fala-se, inclusive, no Bank of America Merrill Lynch. A associação daí resultante produziria um player marcado para concorrer pau a pau com os grandes em um horizonte de médio prazo.

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22.01.19
ED. 6038

Lar, doce lar

O empreiteiro Sergio Andrade teria sondado o deputado eleito Aécio Neves para desempenhar na Andrade Gutierrez uma função similar à que Ciro Gomes exerceu na CSN. Curioso, né? Aécio, porém, não teria aceitado, pois considera nova passagem pelo Congresso fundamental para higienizar sua imagem. Muito curioso, né?

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22.01.19
ED. 6038

Páginas de poder

O empresário Sérgio Quintella, vice-presidente da Fundação Getulio Vargas (FGV), entre o fim de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro, lança a sua biografia “Sérgio F. Quintella – Um Depoimento”. Na obra, Quintella abre o verbo sobre personagens que detiveram o poder no século passado. São histórias deliciosas sobre o Dr. Azevedo Antunes, Tancredo Neves, General Ernesto Geisel, Eliezer Batista, Daniel Ludwig, Lázaro Brandão e outros. É um guia sobre personalidades míticas do Brasil nas últimas décadas, com
pistas sobre quais serão os manda-chuvas daqui para frente.

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22.01.19
ED. 6038

Carta-bomba

O vice-presidente dos Correios, Francisco Gutemberg de Araújo, está por um fio. Foi uma das nomeações feitas no afogadilho por Michel Temer em dezembro.

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22.01.19
ED. 6038

Não é fake news

A comunicação do Palácio do Planalto avalia criar nos sites de todos os Ministérios um espaço denominado “Fake News”. Serviria para esclarecer fatos, mas, sobretudo, desconstruir versões contra o governo. Tem tudo a ver com o estilo mais incisivo de comunicação dos Bolsonaro.

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22.01.19
ED. 6038

Contas em aberto

Na disputa pela reeleição à presidência da Câmara, Rodrigo Maia ainda carrega pendências financeiras de sua campanha a deputado, em outubro. As dívidas com prestadores de serviço e fornecedores estariam na casa de R$ 1 milhão.

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22.01.19
ED. 6038

JAC busca um acostamento para Habib

A JAC Motors estaria em busca de um novo copiloto no Brasil. Por copiloto leia-se um substituto para Sergio Habib, sócio e representante da marca no país. Trata-se de uma manobra contratualmente complexa: a rescisão unilateral do acordo prevê pesadas multas de parte a parte. Os asiáticos, no entanto, temem que as derrapagens financeiras do empresário contaminem a reputação da JAC e dificultem seus planos de expansão no mercado brasileiro. Em novembro de 2018, o Grupo SHC, controlado por Habib, entrou com pedido de recuperação judicial com uma dívida superior a R$ 500 milhões. Os chineses têm dúvidas quanto à capacidade financeira do empresário de seguir no banco do carona da JAC e acompanhá-la no projeto de expansão da sua rede de distribuição. Hoje, os asiáticos estão umbilicalmente ligados a Habib: das 25 concessionárias no Brasil, 17 pertencem ao Grupo SHC. Não é de hoje que a JAC Motors trafega ao lado de Sergio Habib com o pisca-alerta ligado, por conta de episódios polêmicos protagonizados pelo empresário. Em 2017, o governo da Bahia denunciou Habib a autoridades chinesas. Em 2012, ele assinou um acordo comprometendo-se a construir uma fábrica da JAC. Em contrapartida, teria se beneficiado com cerca de R$ 200 milhões em créditos de ICMS. A fábrica ficou no papel.

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22.01.19
ED. 6038

Regulação da mídia

O Palácio do Planalto vai destinar parte das verbas publicitárias do governo para projetos da Secretaria de Desenvolvimento Social, a começar pelo “Bem Brasil”, programa de assistência a deficientes físicos que será coordenado pela primeira-dama Michele Bolsonaro. Por menor que seja a quantia, Bolsonaro vai surfar no valor simbólico e no apelo  popular da medida, independentemente das suas motivações colaterais.

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22.01.19
ED. 6038

De volta para o futuro

A diretoria da Petrobras estuda o retorno para a o Edise. Trata-se do imponente edifício sede da estatal, na Av. Chile, que até a administração de Aldemir Bendine era locus do comando da companhia. A gestão de Roberto Castello Branco vai resgatar a melhor tradição, trazendo novamente a diretoria para a sua sede. Sempre foi difícil enxergar o Edise como um prédio oco e destituído do poder de mando dos altos executivos da Petrobras.

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22.01.19
ED. 6038

O bispo e a bola

Sai CEF e pode entrar Edir Macedo. O Banco Renner, do qual o líder religioso detém 49%, quer patrocinar clubes de futebol. Está em conversações com um grande de São Paulo e outro de Minas Gerais.

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22.01.19
ED. 6038

Fila indiana

A gestora General Atlantic vai vender sua participação de 16% na Ouro Fino, fabricante de produtos veterinários. O BNDES deverá aproveitar a porteira aberta para se desfazer de sua fatia de 12%.

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22.01.19
ED. 6038

Balé da inadimplência

O governo do Rio e a Prece, fundo de pensão da Cedae, abriram tratativas para a compra do prédio anexo do Theatro Municipal. O local é usado para ensaios de artistas. No ano passado, o governo Pezão “descobriu” que devia R$ 80 milhões à Prece pelo aluguel.

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22.01.19
ED. 6038

Edson Queiroz

Dono de distribuidora de gás, universidade e empresas de comunicação, os herdeiros do Grupo Edson Queiroz estão olhando startups do Nordeste. Procurado, o grupo disse que “está sempre atento a oportunidades, mas não responde pelas atividades individuais de seus herdeiros.”

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22.01.19
ED. 6038

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram o assunto: XP, Secom/PR, General Atlantic, JAC, Banco Renner e Governo do Rio.

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