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Planos
21.01.19
ED. 6037

Paulo Guedes quer rasgar a camisa de força do Orçamento

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está amadurecendo a ideia de enviar à apreciação do Palácio do Planalto não somente o projeto de reforma da Previdência, mas também a proposta de desvinculação das receitas orçamentárias. Quanto à disposição de Guedes de desengessar o Orçamento, nenhuma novidade. O fato surpreendente seria o envio conjunto para votação no Congresso dos projetos de flexibilização da rigidez orçamentária e mudança na Previdência. Nas conversas com lideranças políticas e governadores, a equipe econômica pôde medir a sensibilidade em relação à medida. A percepção é que o impacto dos dois projetos sobre as finanças dos estados seria altamente positivo. As unidades federativas estão quebradas. Os desequilíbrios provocados pelos gastos previdenciários e obrigatoriedade dos gastos estão entre as principais causas. Com relação ao orçamento federal, a flexibilização das obrigatoriedades permitiria o cumprimento do teto dos gastos. Atualmente o nível de engessamento do orçamento alcança 94%. O que sobra dá para comprar papel, lápis e uma borracha.

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21.01.19
ED. 6037

Azul e United cobiçam Avianca em fatias

A Azul e a United Airlines estão conversando para destrinchar a Avianca e dividirem entre si os pedaços da companhia aérea. Há pouco mais de seis semanas as duas aerolíneas se reuniram em Nova York com os donos da Avianca, José Efromovich e German Efromovich. O encontro teve a tutela da United.

A ideia original da Azul, de David Neeleman, era ficar com a operação brasileira da Avianca por inteiro. A companhia norte-americana ajudaria a costurar a colcha de retalhos aéreos, aportando recursos na Avianca Colômbia, por meio de um fundo que já detém ações da empresa. Àquela altura, a aerolínea dos Efromovich ainda não tinha entrado em recuperação judicial, o que ocorreu em dezembro passado. De lá para cá, a situação piorou drasticamente.

Na quinta-feira passada, a Anac chegou a cancelar o registro de dez aeronaves Airbus A320, o equivalente a 20% da frota da Avianca. No dia seguinte, a medida foi suspensa depois que a companhia aérea fechou um acordo com a GE Capital Aviation Services, empresa de leasing proprietária dos aviões. Ainda assim, a companhia dos Efromovich corre o risco de perder outras aeronaves. A Avianca já está tendo que reacomodar seus passageiros em voos de outras empresas aéreas. David Neeleman, dono da Azul, trabalha para ficar com os slots da Avianca Brasil. É o que interessa. O resto, deixa quebrar…

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21.01.19
ED. 6037

No mapa dos Omidyar

A aquisição da plataforma Agenda Edu foi só aquecimento. Segundo o RR apurou, o fundo Omidyar Network mantém tratativas com outras startups brasileiras da área de educação. Duas aquisições deverão ser anunciadas nas próximas semanas. O fundo de caráter filantrópico é capitaneado pelo casal Pierre e Pam Omidyar, fundadores do site eBay. Em 15 anos, já investiu US$ 1,3 bilhão.

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21.01.19
ED. 6037

Editor-chefe

Além de comandar a comunicação digital do pai, Carlos Bolsonaro passou a concentrar os pedidos de entrevista da mídia internacional a Jair Bolsonaro. É praticamente a Secom do B. Ou do A. Com a ida a Davos, as solicitações quadruplicaram.

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21.01.19
ED. 6037

Os avalistas que importam

Causou certo desconforto na Polícia Federal a nomeação do delegado Igor Romário de Paula como diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado. O cargo, historicamente, é ocupado por delegados de longa carreira que já tenham passado pelas superintendências mais relevantes, a exemplo de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Romário de Paula chefiou a PF em Alagoas e posteriormente se notabilizou por trabalhar na tropa da Lava Jato na “República de Curitiba”. Se não passou por cargos tidos por seus colegas como mais importantes, tem o apreço e a admiração do novo diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, e, sobretudo, de Sergio Moro. Convenhamos, não é pouca coisa.

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21.01.19
ED. 6037

Rodrigo Maia mina o PSB por dentro

A estratégia de Rodrigo Maia para obter o apoio do PSB é cindir o partido por dentro. Hoje, Maia terá um encontro reservado com líderes da legenda. Consta que os deputados federais Tadeu Alencar e João Campos estão dispostos a comandar a diáspora e carregar outros pessebistas junto, contrariando, assim, a posição do presidente da sigla, Carlos Siqueira, que descartou o apoio a Maia.

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21.01.19
ED. 6037

O guru é cruel

No YouTube, Olavo de Carvalho chamou de “palhaços” os parlamentares do PSL que viajaram à China. Fora do ar foi ainda mais cruel: chegou a recomendar a Eduardo Bolsonaro a expulsão de todos do partido. Como os Bolsonaro não vão rasgar voto no Congresso, vai ficar o dito pelo não dito.

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21.01.19
ED. 6037

Adubo russo

A russa Uralkali, uma das dez maiores fabricantes de fertilizantes do mundo, está prospectando ativos no mercado brasileiro. No radar, estariam as três fábricas da brasileira Heringer que, a princípio, serão desativadas neste ano.

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21.01.19
ED. 6037

Os jalecos nem tão brancos do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde desponta, desde já, como um dos principais flancos de questionamentos às indicações do governo Bolsonaro. Escolhido para ocupar o cargo de secretário-executivo da Pasta, o médico João Gabbardo dos Reis responde a uma ação de improbidade administrativa no Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). O Ministério Público acusa Gabbardo e o Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), do qual ele foi superintendente entre 2010 e 2014, de utilizarem R$ 6 milhões em recursos públicos indevidamente para a reforma de um hospital privado.

Consultado, o Ministério da Saúde informou que “o processo aguarda análise da Justiça Federal, inclusive quanto à competência e demais aspectos apresentados pela defesa na ação.” A Pasta disse ainda que “a denúncia não trata de superfaturamento ou desvio dos recursos, mas, sim, no entendimento de onde os recursos foram aplicados: ou em entidade sem fins lucrativos com atendimento ao SUS ou em prédio da União.” O Ministério esclarece que os “os recursos públicos foram aplicados, conforme já apresentado pela defesa no processo, em leitos de UTI para cardiologia, para cirurgia cardíaca e para o centro de transplantes, com funcionamento em um prédio da União”.

Que tudo seja esclarecido a tempo. Gabbardo não está sozinho. O ministro Luiz Henrique Mandetta é investigado por suposta fraude em licitação, tráfico de influência e caixa 2 da época em que ocupou o cargo de secretário de Saúde de Campo Grande (MS). As acusações se referem à implementação do Gerenciamento de Informações Integradas da Saúde (Gisa). Mesmo após o repasse de R$ 16 milhões em verbas da União, o projeto não saiu do papel. O Ministério esclarece que “o ministro Luiz Henrique Mandetta não é réu em nenhum processo”. Afirma ainda que “a gestão posterior a de Mandetta decidiu pelo encerramento do convênio e os recursos estão sendo restituídos à Pasta”.

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21.01.19
ED. 6037

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Azul, Avianca, Omidyar Network e Uralkali.

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