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Planos
15.01.19
ED. 6033

Agricultura semeia seus novos mercados

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, começa a fazer funcionar o seu “Itamaratyzinho”. Tereza e o secretário de Comércio e Relações Internacionais da Pasta, Odilson Luiz Ribeiro e Silva, já têm data para iniciar o trabalho de prospecção e expansão de novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros. A partir de fevereiro, deverão deflagrar uma agenda de viagens internacionais, a começar por Oriente Médio e Ásia. Na mira, países como Emirados Árabes, Catar, Tailândia e Indonésia, que ainda têm uma participação relativamente pequena na compra de commodities do Brasil.

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15.01.19
ED. 6033

Volkswagen pisa fundo no Brasil

Segundo o RR apurou, a Volkswagen vai anunciar nos próximos dias o plano de lançar até seis automóveis de passeio no Brasil em 2019. O investimento passaria dos R$ 4 bilhões. Será a maior fornada da montadora em um só ano no país em mais de uma década. Isso para não falar dos investimentos na área de veículos comerciais, na esteira da parceria mundial com a Ford, que será oficialmente anunciada hoje, em Detroit, pelo CEO global da Volks, Herbert Diess.

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15.01.19
ED. 6033

Do General ao superministro, com carinho

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, sempre contou com o estímulo do ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. Moro ouviu palavras de elogio ditas em encontros pessoais e sempre esteve na linha de alcance dos recados indiretos do general. Entre os dois há uma grande empatia e cordialidade. Antes de transmitir o cargo de comandante do Exército para o general Leal Pujol, o general Villas Bôas se encontrou com Moro, de quem ouviu sobre os planos para prosseguir no combate à corrupção sistêmica no país. O ministro da Justiça afirmou que essa é uma guerra permanente. Teria dito que a operação não é mais a Lava Jato, mas a “Lava para Sempre”. São palavras, aliás, que deverão ser ouvidas por muito tempo a partir dos próximos dias. O general assentiu. Villas Bôas sempre foi um entusiasta do homem e de suas ideias. Tornou clara sua admiração no discurso de transmissão de cargo, quando ombreou Moro com o presidente Jair Bolsonaro e o general Braga Netto, comandante da intervenção no Rio, como as referências republicanas do nosso tempo. Villas Bôas vai para a História. E Moro segue para cumprir o que antecipou ao general: organizar uma força-tarefa nacional, desconcentrando o antigo forte apache de Curitiba e ampliando as sinergias entre o Ministério Público e Polícia Federal. A geração de fatos na área criminal é um dos instrumentos de sustentação do governo Bolsonaro. É um bem em si e eficiente ferramenta política. Poder similar ao de Moro em outras democracias somente o exercido por John Edgar Hoover, diretor geral do FBI, considerado a maior organização policial do mundo, que permaneceu no cargo por 48 anos.

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15.01.19
ED. 6033

#BolsonaroDavos

Meta ousada de Carlos Bolsonaro, o “Capitão” das redes sociais de Jair Bolsonaro: fazer do discurso do pai no Fórum de Davos, previsto para o dia 22 de janeiro, o assunto mais comentado entre os trending topics mundiais do Twitter.

Por falar no tema: o Twitter dos Bolsonaro vai ferver em ataques ao presidente Nicolás Maduro daqui até o dia 23 de janeiro. É o senso de oportunidade. Juan Gaidó, líder da oposição a Maduro, convocou para essa data uma grande manifestação contra o governo venezuelano.

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15.01.19
ED. 6033

Governo Bolsonaro está de mudança

O governo Bolsonaro prepara uma “reforma imobiliária”. A meta é concentrar, até junho, todas as Pastas e seus respectivos servidores nos 17 prédios localizados na Esplanada dos Ministérios. Mesmo com a redução do número de ministros e a razia em cargos comissionados, cerca de cinco mil funcionários públicos do primeiro escalão do Executivo ainda estão espalhados por imóveis alugados. O impacto financeiro da medida não é desprezível: só no Distrito Federal, a União desembolsa mais de R$ 350 milhões com aluguel de escritórios e prédios. Má notícia para as centenas de proprietários que locam seus imóveis para o governo federal, entre eles o ex-senador e presidiário Luiz Estevão. Estima-se que ele ainda embolse mais de R$ 3 milhões em contratos de locação com o governo federal.

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15.01.19
ED. 6033

BB e Previ ensaiam saída da Kepler Weber

O Banco do Brasil já mantém conversações com a Previ para a venda conjunta de suas ações da Kepler Weber. O banco e o fundo de pensão detêm 35% do capital da empresa, maior fabricante de silos da América Latina. Em um mero exercício, tomando-se como base apenas o atual valor de mercado da Kepler, o quinhão da dupla vale algo como R$ 130 milhões. A operação poderá se dar por meio de uma venda direta ou por intermédio de um leilão em bolsa. Ressalte-se que no ano passado a norte-americana AGCO – uma das maiores fabricantes de implementos agrícolas do mundo – lançou uma oferta para comprar as participações do BB e da Previ. No entanto, a operação foi suspensa pela CVM.

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15.01.19
ED. 6033

Segundo ato em Paranaguá

Após comprar 90% do negócio por quase R$ 3 bilhões, a China Merchants Ports já trabalha em um projeto de expansão do terminal de contêineres de Paranaguá (SC).

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15.01.19
ED. 6033

Colaboração petista

Fernando Pimentel está cotado para ser consultor do governo do também petista Rui Costa, na Bahia. Provavelmente, não para assuntos fiscais: o ex-governador de Minas Gerais deixou para trás um déficit em 2018 estimado em aproximadamente R$ 8 bilhões.

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15.01.19
ED. 6033

O tempo da Previdência

A equipe econômica traçou o seguinte cronograma até o envio do novo texto da reforma da Previdência ao Legislativo: 1. Apresentação da proposta ao presidente Jair Bolsonaro até 29 de janeiro; 2. Conclusão do texto, já com ajustes, até 10 de fevereiro; 3. Envio do conteúdo ao Congresso entre os dias 11 e 25 de fevereiro.

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15.01.19
ED. 6033

Leilão abre-alas

O ministro da Infraestrutura, Tarcisio Gomes de Freitas, e sua equipe trabalham para que o primeiro leilão rodoviário da gestão Bolsonaro ocorra em março. A fila será puxada pela concessão das BR 364-365.

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15.01.19
ED. 6033

Dobradinha ferroviária

A Rumo Logística, de Rubens Ometto, e a China Railway vêm mantendo conversações. Em pauta, uma parceria para o leilão da ferrovia Norte-Sul.

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15.01.19
ED. 6033

Última palavra?

No último fim de semana, Renan Calheiros recebeu a garantia de que o PT está fechado com a sua eleição à Presidência do Senado. Palavra de Jaques Wagner.

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15.01.19
ED. 6033

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: BB, Previ, Volkswagen, Ministério da Agricultura e Rumo.

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