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Planos
09.01.19
ED. 6029

ProUni deve sair da sala de aula

O governo Bolsonaro estuda extinguir o Programa Universidade para Todos (ProUni), criado no primeiro mandato de Lula, em 2004. O ProUni seria gradativamente substituído pelo voucher educação – instrumento citado três vezes por Paulo Guedes em seu discurso de posse. O novo modelo de financiamento cobriria não apenas o ensino superior, mas também a educação básica. Além do próprio Guedes, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, é adepto de carteirinha do voucher educação. Uma das premissas é que o certificado de financiamento permitirá uma maior concorrência, notadamente entre as universidades, com a consequente melhora dos índices de qualidade do ensino. A maior diferença do voucher para o regime do ProUni é a possibilidade de que o aluno escolha a instituição onde vai estudar. O governo Bolsonaro pretende estimular a migração do maior número possível de estudantes do ensino superior para a rede privada. Aumentar o número de universidades públicas, pelo menos por ora, estaria fora de cogitação. Trata-se de um movimento na contramão do que fez a gestão petista, notadamente entre o segundo mandato de Lula e o primeiro de Dilma Rousseff. De 2007 a 2013, o número de universidades federais passou de 53 para 63.

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09/01/19 8:21h

miguel.varanda@bm.com

disse:

em primeira mão?

09.01.19
ED. 6029

Eunício crava um duplo na loteria do BNB

De saída do Senado, Eunício de Oliveira quer deixar seu legado no governo Bolsonaro. O emedebista joga com dois “cavalos” na corrida pelo comando do Banco do Nordeste (BNB): o atual nº 1 do BNB, Romildo Rolim, e o ex-presidente do banco, Marcos Holanda. Com este último, aliás, Eunício mantém uma relação-sanfona. No governo Dilma, indicou Holanda para o cargo. Na era Temer, mais precisamente no fim de 2017, fez força para tirá-lo do BNB. À época, Holanda teria contrariado interesses do MDB junto ao Banco do Nordeste. Ao que parece, são águas passadas.

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09.01.19
ED. 6029

Transposição do São Francisco é um deserto de gente

Sobra água e falta gente para o governo Bolsonaro cumprir uma de suas primeiras grandes metas na área de infraestrutura: a conclusão das obras do eixo norte do projeto de transposição do São Francisco até abril. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, já sinalizou que vai requisitar um reforço no quadro técnico da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba). Trata-se de uma rara esfera em que o novo governo não tem motivos para reclamar de inchaço da máquina pública. Pelo contrário. O efetivo de aproximadamente 25 funcionários é considerado insuficiente para tocar a entrega dos 3% que faltam de obras no Ceará e ao mesmo tempo administrar os mais de 700 quilômetros já concluídos. Desde o ano passado, serviços atrasaram devido à impossibilidade da Codevasf de enviar técnicos para fiscalizar as obras.

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09.01.19
ED. 6029

Warren Buffett vem aí

O mago das finanças Warren Buffett, vai dar o braço a torcer e investir em empresas ainda “verdes”. Buffett está criando um “fundo de fintechs”. Vai caçar essas empresas pelo mundo e o Brasil está na rota. O empresário se notabilizou por investir em companhias peso pesado. O exemplo mais emblemático é o Walmart.

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09.01.19
ED. 6029

Cotado

O nome do jornalista William Waack tem sido citado entre os bolsonaristas como candidato ao posto de porta-voz do Palácio do Planalto.

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09.01.19
ED. 6029

Governo Bolsonaro faz uma limpeza na Dataprev

A “reforma da Previdência” já começou. Simultaneamente ao pente-fino no INSS já anunciado por Jair Bolsonaro, o governo pretende passar um ancinho na Dataprev, responsável pelo processamento da folha de benefícios previdenciários. Na visão da equipe econômica, é ali que mora o perigo. O objetivo é garimpar o lançamento de pagamentos irregulares no sistema da Previdência Social e identificar os responsáveis pelos eventuais desvios.A “limpeza” na Dataprev envolve ainda a esfera administrativa. O governo já mapeou mais de 50 servidores lotados em cargos comissionados que deverão ser afastados – a maior parte indicada durante o governo Temer. O martelo ainda não está batido, mas no Ministério da Economia discute-se também a troca de toda a diretoria, a começar pelo presidente, André Leandro Magalhães. Se o Serpro servir de parâmetro, há uma grande possibilidade de que o comando da Dataprev seja entregue a um nome egresso da iniciativa privada. No caso do Serpro, a escolha recaiu sobre o empresário da área de TI Caio Mario Paes de Andrade. Consultado sobre a troca na diretoria e a dispensa dos comissionados da Dataprev, o Ministério da Economia disse “ainda não ter essa informação”. A estatal, por sua vez, afirma “desconhecer” as medidas em estudo no governo.

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09.01.19
ED. 6029

Os suecos do Recôncavo

A petroleira sueca Maha Energy surge como candidata à compra do bloco de petróleo no Recôncavo baiano colocado à venda pela Cemig. A oferta pública da participação da estatal mineira, de 24,5%, está prevista para o próximo dia 18. Os europeus têm seis concessões na região. Devagar, a Maha já figura entre os oito maiores produtores de petróleo do Brasil, com aproximadamente 1,4 mil barris/dia.

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09.01.19
ED. 6029

AES Tietê e as dores do crescimento

O aumento da alavancagem da AES Tietê tem sido motivo de preocupação para os minoritários da empresa – entre os quais figura o BNDES. A relação dívida líquida/Ebitda teria fechado o ano de 2018 no patamar de 3,2. E vai aumentar caso se concretize a negociação com a Renova Energia para a compra do Complexo Eólico Alto Sertão III. A operação gira em torno de R$ 1,6 bilhão, sendo R$ 1.2 bilhão em assunção de dívida. Ressalte-se que os covenants, ou seja, as garantias para três séries de debêntures emitidas pela AES Tietê preveem um limite para a dívida líquida de 3,85 vezes o Ebitda.

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09.01.19
ED. 6029

Ideologia zero

O filósofo Olavo de Carvalho, guru da família Bolsonaro, vai ministrar cursos a distância para o funcionalismo público. Imagina-se que o governo negará que o “MBA do Carvalho” tenha qualquer objetivo ideológico.

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09.01.19
ED. 6029

O Brasil tem remédio

A Piramal Enterprises, que figura no top ten da indústria farmacêutica da Índia, prepara-se para desembarcar no Brasil. Seguirá, assim, os passos das conterrâneas Lupin e da Ranbaxy, que já produzem medicamentos no país.

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09.01.19
ED. 6029

Ponto final

Procuradas pelo RR, a seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: AES Tietê, Cemig e Maha.

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