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Planos
03.01.19
ED. 6025

MST vira inimigo de primeira hora de Bolsonaro

Para o presidente Jair Bolsonaro, o Movimento dos Sem Terra (MST) é a primeira brigada socialista a ser combatida. Bolsonaro pretende criminalizar o MST. Seus assessores consideram que o Movimento tem um vasto portfólio de atos ilegais graves. E, daqui para frente, eles mesmos puxarão a corda em volta do pescoço. O combate ao MST está contido nas entrelinhas da fala do presidente durante seu discurso de posse, quando disse que “vai libertar o país do socialismo”. Bolsonaro deixou claro que vai governar por confrontação. Enquanto promove reformas necessárias e reestrutura a administração do país, promoverá um ataque a céu aberto às organizações criminosas e aos socialistas (sic). Tática diversionista militar. As ações repressivas, muitas delas de cunho militar, desviarão a atenção das cirurgias que estarão sendo feitas no ventre da baleia estatal, mitigando as dores entre os grupos sociais perdedores. O MST é o primeiro. As pesquisas acusam que muito pouca gente gosta deles.

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03.01.19
ED. 6025

Caixa Econômica entra duro nos clubes brasileiros

A nova direção da Caixa Econômica, à frente o presidente Pedro Guimarães, vai bater de frente com o futebol brasileiro. De um lado, deverá rever os acordos de patrocínio com 24 clubes das Séries A e B, que somam aproximadamente R$ 180 milhões de desembolso por ano; do outro, vai apertar o cerco ao Corinthians. Em jogo, a cobrança do empréstimo de R$ 400 milhões concedido para a construção da Arena Itaquerão – um caso rumoroso e envolto em suspeições que, guardadas as de vidas proporções, está para o banco assim como a política de cavalos vencedores para o BNDES.

Segundo o RR apurou, o clube paulista vinha negociando com a antiga direção da Caixa uma revisão dos valores pagos pelo empréstimo. Chegou, inclusive, a conseguir uma diminuição pontual das parcelas referentes aos meses de dezembro e janeiro, que caíram de R$ 5,9 milhões para R$ 2 milhões. A nova cifra passaria a valer para o restante das prestações. No entanto, a nova diretoria do banco deve não apenas interromper as negociações mantidas até o fim do ano passado como cobrar do clube o pagamento imediato da diferença de R$ 7,8 milhões relativa a dezembro e janeiro.

Consultada, a Caixa informou que “em cumprimento ao sigilo previsto na Lei Complementar no 105 de 10/01/2011, não fornece informações a respeito de operações de crédito específicas.” Com relação à atuação no futebol de uma forma geral, o banco esclarece que “está em fase de definição de estratégia.” O Corinthians, por sua vez, disse que “não se manifesta sobre negociações em andamento com cláusula de sigilo”. A nova gestão da Caixa Econômica não tem alternativa. Sua missão é cortar gordura de tudo que é lado e preparar o terreno para a venda de subsidiárias do banco. É a nova regra do jogo.

De quebra, no caso específico do Corinthians, o aperto nas negociações pode render algum dividendo político ao governo Bolsonaro. Ainda que por vias oblíquas, barrar qualquer tipo de waiver para o Corinthians significa entrar de trava alta no cartola do futebol brasileiro mais identificado com Lula: o presidente do clube, Andrés Sanchez. O dirigente está prestes a encerrar seu mandato de deputado federal pelo PT. A notória relação entre Sanchez e o corintiano Lula teria sido determinante para a construção do Itaquerão para a Copa do Mundo, com o empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES – repassados pela Caixa, responsável pela gestão e cobrança do empréstimo.

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03.01.19
ED. 6025

Uma rajada de recursos para a Engie

A franco-belga Engie prepara uma nova emissão de debêntures incentivadas de infraestrutura para sair do forno ainda no primeiro trimestre. O valor deverá passar da marca de R$2 bilhões, acima, portanto, do lançamento de aproximadamente R$ 1,8 bilhão realizado em junho do ano passado. Os recursos serão destinados para o segmento de energia renovável, notadamente geração eólica. Os franco-belgas estão debruçados sobre dois novos projetos para o Nordeste, possivelmente na própria Bahia, já “tomada” pelo grupo. Em dezembro, entrou em operação o Conjunto Eólico de Campo Largo, no qual a Engie investiu mais de R$ 2 bilhões. Em outro front, a companhia está ultimando os preparativos para ligar as turbinas do complexo gerador da cidade de Umburanas, também na Bahia. Em tempo: ao passo que avança na geração de energia limpa, a Engie pretende retomar o processo de venda das três termelétricas a carvão localizadas em Capivari de Baixo (SC). Em pouco mais de um ano e meio, a companhia fez duas tentativas de negociar o ativo, mas não alcançou o preço esperado.

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03.01.19
ED. 6025

Uma cortada sem defesa para Bernardinho?

O Partido Novo corre o risco de “perder”, ainda que temporariamente, um de seus quadros mais badalados. O técnico Bernardinho tem sido sondado por clubes de voleibol da Itália. A promessa do ministro Paulo Guedes de “meter a faca” no Sistema S pode precipitar sua decisão. Bernardinho dirige a equipe feminina do Sesc-Rio, que exige um orçamento anual da ordem de R$ 10 milhões.

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03.01.19
ED. 6025

Limpeza na Anvisa

Já no início da próxima semana, Jair Bolsonaro deverá indicar um novo nome para a diretoria da Anvisa. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já fez duas indicações de perfil técnico para o cargo. Bolsonaro cumprirá, assim, a promessa de brecar a nomeação do deputado André Moura (PSC-SE) – entre outras medidas tomadas por Michel Temer ao apagar das luzes da sua gestão que serão revertidas pelo Capitão.

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03.01.19
ED. 6025

Bola ou búrica

O jornalista Alexandre Garcia negocia seu desligamento da Rádio Eldorado, do Grupo Estado. Definitivamente, se não assumir o posto de porta-voz do Palácio do Planalto, vai lhe restar a fila do Ministério do Trabalho.

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03.01.19
ED. 6025

Em nome do pai

O presidente Jair Bolsonaro não falou com o seu guru Olavo de Carvalho no dia da posse. Mas seu rebento, Eduardo, fez as honras da família, representando o pai com um telefonema afetuoso. Carvalho é o Rasputin do governo Bolsonaro.

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03.01.19
ED. 6025

Conveniente demora

Anbid, Abimaq e outras entidades do setor de máquinas e equipamentos estão jogando suas fichas que o corte tarifário demore alguns bons meses. Isso permitiria novas articulações para que o governo cedesse algumas medidas compensatórias.

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03.01.19
ED. 6025

Brasil na moda

A grife GAP aumentou sua aposta no Brasil. Após se instalar no Outlet Premium da Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, já planeja abrir outra loja de descontos no Rio de Janeiro. Os outlets se juntam aos nove pontos de venda convencionais dos norte- americanos no país.

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03.01.19
ED. 6025

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Engie e GAP.

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