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Planos
27.12.18
ED. 6022

Battisti cruza o caminho de Bolsonaro e Maduro

A poucos dias da posse de Jair Bolsonaro, surge uma fagulha a mais nas relações diplomáticas entre os governos brasileiro e venezuelano. De acordo com informações filtradas da própria Polícia Federal, a corporação reuniu evidências de que Cesare Battisti fugiu para a Venezuela. Battisti teria atravessado a fronteira pela região amazônica, mais precisamente no estado de Roraima, há cerca de duas semanas, tão logo o ministro do STF Luiz Fux decretou sua extradição para a Itália. Segundo a mesma fonte, agentes da PF deslocados para a Venezuela colaboram com a Interpol nas investigações. Consultada, a Polícia Federal não se pronunciou. Caso a fuga do ex-terrorista para o país vizinho se confirme, os efeitos do episódio sobre as já conturbadas relações entre os governos de Bolsonaro e Maduro dependerão da atitude das autoridades venezuelanas diante de uma eventual captura. A rigor, como Battisti não tem pena a cumprir no Brasil, a própria Venezuela poderia determinar sua entrega à Justiça da Itália. Os dois países mantém acordo de extradição. Desde que Battisti foi declarado foragido, a Polícia Federal trabalha fortemente com a hipótese de fuga para o exterior. No dia 14 de dezembro, o chefe da PF, Rogério Galloro, já declarava que “todos os protocolos de busca para fugitivos internacionais foram ativados, assim como acionamos diversas policias internacionais”. Curiosamente, até ontem, às 20h15, o nome de Cesare Battisti não constava da lista de procurados internacionais disponível no site da Interpol (https:// www.interpol.int/notice/search/wanted). Consultada, a Interpol também não se manifestou.

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27.12.18
ED. 6022

Casa Civil guarda a planilha mais valiosa da transição

As pilhas de relatórios que vêm sendo repassadas pelo governo Temer para a equipe de transição de Jair Bolsonaro têm importância relativa menor se comparada ao valioso arquivo guardado a sete chaves por Eliseu Padilha na Casa Civil. Trata-se de uma planilha que registra todas as oferendas concedidas pelo Palácio do Planalto a parlamentares da base aliada. O documento esquarteja as verbas orçamentárias, os cargos e as respectivas nomeações distribuídos na cota de cada deputado ou senador.

Traz ainda um minucioso mapa dos votos dos parlamentares em projetos de interesse direto da Presidência da República, que funciona como um rating da lealdade de cada congressista. O cuidado e o sigilo em torno do acervo são proporcionais à importância das informações que contém. Somente dois integrantes do núcleo duro palaciano têm acesso ao arquivo. Além do próprio Padilha, pode-se imaginar quem é o dono da segunda senha. Para todos os efeitos, a “planilha do Padilha” é um controle das moedas de troca que circulam no jogo jogado entre o Executivo e o Legislativo. No entanto, tratando-se de um governo formado, em sua essência, por mestres na arte de hipnotizar bancadas partidárias e o Congresso – a começar pelo próprio Michel Temer – o arquivo em questão ganha um peso ainda maior.

Mesmo porque, não custa lembrar, o Palácio do Planalto teve de barrar duas denúncias apresentadas pela PGR contra o presidente Temer. Isso não custa pouco. Nas mãos de um ministro da Justiça com superpoderes, vocação para “corregedor-geral da Nação” e apoio incondicional da opinião pública, o documento pode ser interpretado de mil e uma maneiras. Ou o que é pior: de uma maneira só. A prática, ressalte-se, vem de outros carnavais. Consta que este tipo de mapeamento começou ainda no governo de José Sarney, com um critério próprio de medição das contrapartidas oferecidas a cada parlamentar: um diretor de estatal, por exemplo, valia 70 pontos ao seu padrinho político. Era, inclusive, uma forma de mostrar ao congressista aliado que ele já havia sido suficientemente contemplado no rateio de cargos e verbas. Alguns deles estão no Parlamento até hoje.

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27.12.18
ED. 6022

O Natal da saudade na Latam

Os funcionários da Latam colocaram nos seus sapatinhos umpedido desesperado a Papai Noel: a volta de Marco Antônio Bologna ao cargo de CEO e de Mauricio Amaro à condição de chairman. O estilo dos novos controladores da companhia, os irmãos Cueto, é frio, distante, quando não ríspido. O atual CEO, Jerome Cadier, egresso do marketing, não dá prioridade à relação mais estreita com o corpo de colaboradores e tampouco tem traquejo para a função. Se houvesse demanda do mercado, a debandada da Latam seria grande…

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27.12.18
ED. 6022

Brasil sobrevive à faxina global da ISS

Não deixa de ser uma boa nova: o RR apurou que o Brasil escapará ileso da reestruturação mundial promovida pela dinamarquesa ISS, gigante da área de prestação de serviços patrimoniais controlada pela Goldman Sachs e pelo fundo ERT. A própria empresa confirmou ao RR que está lançando uma estratégia com o objetivo de transformar a subsidiária brasileira em uma “key account”, com foco em clientes globais – caso da Embraer. Algo bem diferente do destino traçado para outras regiões. Conforme já noticiado pela mídia internacional, a ISS deverá desativar sua operação em 13 países, com o fechamento de cerca de cem mil postos de trabalho.

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27.12.18
ED. 6022

A “Viúva Porcina” do governo Doria

Gilberto Kassab corre sério risco de se tornar uma espécie de “Viúva Porcina” do governo de São Paulo, deixando de ser secretário da Casa Civil sem nunca ter sido. João Doria tem sido pressionado por seus aliados mais próximos a “demitir” Kassab ainda nesta semana, evitando, assim, o risco de dar posse ao secretário e logo depois ter de afastá-lo do cargo. O nome do vice-governador eleito Rodrigo Garcia já é dado como o seu substituto na Casa Civil. Com a decisão, Doria se esquivaria de uma crise que não é sua. No último dia 19 de dezembro, a PF fez operação de busca e apreensão no apartamento de Kassab, suspeito de receber R$ 58 milhões em propina.

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27.12.18
ED. 6022

Um tiro no escuro

PT e PSOL pretendem apresentar no dia 1 de fevereiro, logo na abertura do ano legislativo, um pedido de abertura da “CPI do Coaf” para investigar as movimentações financeiras do assessor de Flavio Bolsonaro. Correm o risco de protagonizar a primeira derrota da oposição no governo Bolsonaro. Por ora, apenas o PDT dá sinais de que subirá nesse barco.

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27.12.18
ED. 6022

Três pulinhos e um IPO

O empresário Deusmar Queirós tem um pedido especial reservado para a noite de Réveillon: o IPO da cearense Pague Menos, uma das maiores redes de drogarias do país. A operação deverá ocorrer no primeiro trimestre de 2019. Estimativas iniciais apontam para a possibilidade de captação de algo em torno de R$ 600 milhões.

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27.12.18
ED. 6022

Energia renovável

A estatal norueguesa Statkraft “descobriu” o Brasil. Após o desembolso de R$ 700 milhões na compra de oito PCHs da EDP no Espírito Santo, seu próximo alvo é um complexo eólico da italiana Enel na Bahia.

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27.12.18
ED. 6022

Em campanha

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, já entra em 2019 preparando o terreno para a campanha à reeleição do ano que vem. Convidou o cientista político Antonio Lavareda, que comandou a fracassada campanha presidencial de Geraldo Alckmin, para assumir a sua comunicação.

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27.12.18
ED. 6022

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Pague Menos, Statkraft e Enel Brasil.

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