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Planos
13.12.18
ED. 6014

Fertilizante entra no radar do governo Bolsonaro

O governo Bolsonaro quer estimular a criação de consórcios entre mineradoras e grandes grupos agrícolas para explorar reservas de potássio, cálcio e magnésio. A medida atenderia a dois objetivos: de um lado, reduzir o déficit comercial e a dependência brasileira de matéria -prima importada para a produção de fertilizantes: do outro, diminuir a concentração de preços do setor. Assessores dos ministros de Minas e Energia, Almirante Bento Leite, e da Agricultura, Tereza Cristina, iniciaram estudos para avaliar o potencial de exploração de reservas de potássio, cálcio e magnésio no Mato Grosso e na Bahia.

Praticamente todas as jazidas ficam próximas a áreas de plantio. Um amplo trabalho de zoneamento agrogeológico realizado pela Embrapa e pelo Serviço Geológico do Brasil/ CPRM foi apresentado à futura equipe da Pasta de Minas e Energia no último dia 4, em seminário fechado na sede do Ministério, em Brasília. O setor de fertilizantes é uma prioridade nacional que vai e volta há mais de quatro décadas. Já foi predominantemente de controle estatal, com a Vale e a Petrobras.

Esta última deixou o segmento, regressou e agora mesmo flerta com a porta de saída novamente. Nesse vai e vem, tudo continua como dantes. Desde a década de 90, com as privatizações no setor, o grau de concentração da indústria tem se acentuado cada vez mais. Apenas quatro empresas – Mosaic, Yara, Fertipar e Heringer – dominam 70% da produção de fertilizantes e consequentemente controlam os preços do mercado. Ao mesmo tempo, o déficit comercial do país no setor segue nas alturas. O Brasil importa 95% do potássio, 83% do nitrogênio e 60% do fosfato utilizados no mercado doméstico.

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13.12.18
ED. 6014

Caixa Econômica na mira do privatista Paulo Guedes

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, está disposto a relançar pela enésima vez a tese de que o país não precisa ter duas mega instituições financeiras estatais; e que pode muito bem privatizar uma delas. Estamos falando da Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, primeiro e segundo lugar no ranking de maiores instituições pelo critério de ativos financeiros. Desde o governo Collor, vai e volta, a ideia surge em algum lugar. Passou por FHC, por Lula e, mais recentemente, foi defendida por Henrique Meirelles.

Agora mesmo, na era Jair Bolsonaro, já surgiu algumas vezes com colorações diferentes. Primeiro, foi no afã privatista de Guedes, que queria se desfazer da Petrobras, CEF, Eletrobras e tudo mais o que estivesse pela frente. Bolsonaro fechou a porta para os excessos do ministro. As principais estatais não seriam privatizadas. Depois, Guedes cometeu uma inconfidência: comentou com um amigo e dirigente do sistema financeiro que queria ver o Bank of América Merrill Lynch associado ao Banco do Brasil. Ou seja: o Estado brasileiro venderia a sua parte. Ninguém mais sério quis comentar o desvario.

Agora, Guedes voltaria a mirar o seu alvo. A bola da vez seria a CEF. Qual o motivo? A União tem 100% do capital da instituição. Portanto seria mais dinheiro para redução da dívida pública bruta. Uma lufada de ares privatistas colaboraria para higienizar a CEF, uma instituição cercada de interesses políticos por todos os lados. Guedes também quer se livrar da coleção de riscos bancários. Prefere ficar, na área comercial, com o BB – se pudesse não ficava com nenhum. A CEF volta e meia precisa de injeções de capitalização do governo. Seu maior ativo é a vasta rede bancária. A proposta de vitaminar o BB em paralelo com a venda da CEF pode ser um estímulo para sensibilizar Bolsonaro que, no caso das instituições financeiras, reduzir é aumentar, mesmo que por via transversa. Se Guedes emplacar essa, vai para a galeria dos ministros que quebraram paradigmas.

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13.12.18
ED. 6014

Sterlite despeja bilhões no Brasil

Enquanto Jair Bolsonaro despeja seus ataques contra a invasão chinesa no setor elétrico, a indiana Sterlite Power avança a passos rápidos no Brasil. O plano de investimentos do grupo na área de transmissão para os próximos quatro anos deverá chegar a R$ 10 bilhões. A cifra, ressalte-se, contempla apenas projetos já em carteira. Não entra nesta conta, por exemplo, possíveis concessões que venham a ser arrematadas pelos indianos no leilão marcado para a próxima quinta-feira, dia 20.

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13.12.18
ED. 6014

Um facho de luz

O alardeado interesse de João e Waltinho Moreira Salles em “comprar” o futebol do Botafogo, que tanto frenesi tem provocado entre os alvinegros nos últimos dias, não passa de sonho de uma noite de verão. Ainda que valorosa, a colaboração dos irmãos se limita ao funding para um trabalho de auditoria e consultoria do clube, que servirá de base para a futura busca de investidores.

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13.12.18
ED. 6014

Um legado à revelia

Meio a contragosto, o governo de Marcio França deixará de herança para a gestão João Doria um modelo formatado para a venda da holding controladora da Sabesp, que poderá render mais de R$ 3 bilhões. França adoraria ter sido o pai da criança, mas as condições adversas da economia travaram a operação.

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13.12.18
ED. 6014

A culpa é do passado

Antes de selar a extinção da Valec, o governo Bolsonaro pretende fazer uma devassa na estatal. O resultado da caça às bruxas já está dado: o objetivo é vincular os notórios atrasos na execução de grandes projetos de infraestrutura ferroviária, a exemplo da Norte-Sul, a desvios de recursos e corrupção. Por vias indiretas, servirá como um salvo-conduto para a própria dificuldade que a gestão Bolsonaro deverá encontrar para colocar essas concessões em marcha em um tempo razoavelmente curto.

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13.12.18
ED. 6014

Crônica de uma fritura tucana

Aécio Neves sente o calor da fritura por todos os lados. Na esteira da nova ofensiva da Polícia Federal, o senador mineiro identificou uma blitzkrieg contra ele, que combina ataques nas redes sociais, mensagens em WhatsApp e intrigas cruzadas dentro do próprio PSDB. A origem dos tiros? No mapa tracejado por Aécio, todos os caminhos levam a João Doria. Para todos os efeitos, o governador eleito de São Paulo prega o discurso de coesão entre os tucanos. Mas, na visão de Aécio, Doria estaria aproveitando a sua decomposição para minar o “velho PSDB” e avançar no processo de take over do partido. Aécio sofre com o baixo poder de reação tanto seu quanto dos seus. Até Geraldo Alckmin, presidente do PSDB, recuou algumas jardas e tem demonstrado reduzida capacidade de resistência e de blindagem do senador mineiro.

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13.12.18
ED. 6014

Aquisições em série

A HIG Capital negocia a compra de um dos maiores hospitais de Minas Gerais. O valor da operação passa dos R$ 300 milhões. A gestora norte-americana, que administra cerca de US$ 30 bilhões, pagou recentemente R$ 70 milhões pelo Hospital Metropolitano, no Espírito Santo.

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13.12.18
ED. 6014

De vice para vice

Por ora, a ponte entre Minas Gerais e Brasília é uma construção de vice para vice. Eleito na chapa de Romeu Zema, Paulo Brant tem mantido assídua interlocução com o General Mourão. As conversas giram quase que invariavelmente sobre o repasse de recursos para investimentos em infraestrutura no estado.

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13.12.18
ED. 6014

Em nome do pai

O apresentador Ratinho já deixou sua marca no governo do filho, Ratinho Jr. Sua ótima relação pessoal com o diretor do SBT, Daniel Slaviero, teria sido decisiva para a indicação do executivo à presidência da paranaense Copel.

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13.12.18
ED. 6014

Recusa presidencial

O governo vai chegando ao fim e nada do presidente Michel Temer nomear Moisés Moreira para a diretoria da Anatel, como tanto quer o ministro Gilberto Kassab.

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13.12.18
ED. 6014

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: HIG Capital e Sterlite.

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