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Planos
03.12.18
ED. 6006

Bolsonaro joga na conta de Temer a quebra das algemas fiscais

A cordialidade entre Jair Bolsonaro e Michel Temer pode não durar até a posse. O futuro presidente está sendo aconselhado pelo seu grupo mais próximo a denunciar publicamente a herança que receberá de Temer em duas algemas fiscais: a Regra de Ouro e a PEC do Teto. Em ambas, o governo não cumprirá as exigências e terá de pedir a flexibilização das regras ao Congresso. No caso da Regra de Ouro, o Congresso terá de aprovar um crédito extraordinário ao orçamento; quanto à PEC do Teto, provavelmente seria necessário uma nova PEC desautorizando a anterior. Apontar o dedo em riste na direção de Temer como o responsável pelo descalabro ajudaria na gestão da imagem, mas não necessariamente nas negociações com o Legislativo. Por enquanto, Bolsonaro matuta entre os seus o que fazer. Paulo Guedes já deu suas sugestões. O Capitão está desconfortável em iniciar o mandato tendo de ir ao Congresso pedir arrego como se fosse o culpado pelas batatas quentes fiscais, correndo o risco de políticos o incriminarem, no caso da Regra de Ouro.

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03.12.18
ED. 6006

A disputa por protagonismo na PF

Ainda que por vias indiretas, Sérgio Moro alimentou a disputa de poder dentro da Polícia Federal. As regionais de São Paulo e de Brasília reivindicam o direito de indicar nomes para cargos importantes, como a diretoria de inteligência e a nevrálgica diretoria deinvestigação e combate ao crime organizado. No caso desta última, há uma mobilização para que o atual diretor Elzio Vicente da Silva, ex-superintendente da PF-DF, permaneça no posto. Os delegados paulistas e de Brasília temem perder uma certa primazia na cadeia de comando da PF com a escolha de Maurício Valeixo para a diretoria-geral. O receio é que a “República de Curitiba”, de onde Valeixo é egresso, assuma as rédeas da instituição. Convenhamos, faz todo o sentido.

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03.12.18
ED. 6006

Combustível aditivado

Nem a ANP consegue entender a razão pela qual o preço médio da gasolina nas refinarias da Petrobras caiu quase 20% em novembro, ao passo que nos postos a redução foi de apenas 3,3%. BR, Raízen e Ipiranga, que controlam 70% do mercado, já foram cobradas pela agência a dar uma explicação. No entanto, andam a passos de cágado, como se não tivessem como justificar a discrepância entre os índices. Procurada, a BR “confirma que recebeu o pedido de informações da ANP e responderá no prazo”. Raízen e Ipiranga não quiseram se pronunciar.

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03.12.18
ED. 6006

Próximas atrações

Ainda tem muita sujeira para sair de debaixo do tapete de Cabral e Pezão. Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, a delação do ex-secretário de Obras do Rio Hudson Cabral cita mais de 40 autoridades como beneficiários do esquema de corrupção montado no estado. Consultado, o MPF diz que não comenta delações.

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03.12.18
ED. 6006

Transfusão de sangue

O fundo norte-americano Fidelity Investments, que administra algo como US$ 1,5 trilhão em todo o mundo, está em busca de ativos na área hospitalar no Brasil.

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03.12.18
ED. 6006

Fast track

Há um empenho da equipe de transição para costurar com o Senado a votação ainda neste ano do Projeto de Lei 261, de autoria de José Serra. A proposta autoriza a privatização de ferrovias por meio do regime de autorização, sem necessidade de licitação. Norte-Sul e Ferrogrão já entrariam nesse comboio.

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03.12.18
ED. 6006

O orgulho de ser Vale começa a ficar no passado

À primeira vista, a gestão Fabio Schvartsman ganhou o cabo de guerra com os funcionários da Vale. Segundo o RR apurou, os 12 sindicatos que representam os mais de 52 mil empregados da mineradora aceitaram assinar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), colocando um ponto final no impasse que se arrastava há quase dois meses. Mas, ponto final, uma vírgula. De acordo com a mesma fonte, três dos maiores sindicatos pretendem questionar na Justiça a imposição da Vale para que os funcionários assinem anualmente uma declaração de quitação de débitos trabalhistas. A judicialização do imbróglio é a única rota de escape possível para os empregados da mineradora, obrigados a engolir a seco condições indesejáveis impostas pela direção da empresa.

O RR consultou a Vale, mas a companhia não se pronunciou até o fechamento desta edição. Os trabalhadores queriam 9% de reajuste salarial, mas a mineradora fez valer todo o seu peso à mesa de negociações e parou nos 6%. Empurrou ainda outras variáveis a contragosto dos sindicatos: reajuste de 3,8% no cartão alimentação – os funcionários pediam quase o dobro – e redução do adicional noturno de 65% para 45%.

Para se ter ideia do que isto significa, ressalte-se que quase metade dos empregados da empresa atua em regime de 24 horas. Por fim, a Vale apertou as regras referentes ao adicional de periculosidade. O valor extra só passará a contar a partir do vigésimo primeiro minuto de exposição do trabalhador a uma área de risco. Ou seja: durante 20 minutos, seja o que Deus quiser. Os tempos do “orgulho valeriano”, ao que tudo indica, ficaram no passado. A Vale “namoradinha” dos seus funcionários parece ter se transmutado em “madrasta má” na gestão de Fabio Schvartsman. O impasse nas negociações e a disposição dos sindicatos para o contencioso refletem o clima de tensão entre a Vale e seus funcionários. Hoje, a companhia acumula R$ 6,4 bilhões em passivos trabalhistas.

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03.12.18
ED. 6006

A eleição da vez em São Paulo

Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Líbano, Alfredo Cotait desponta, desde já, como o favorito para suceder Alencar Burti no comando da Associação Comercial de São Paulo. Vice da atual gestão e primeiro-suplente no Senado pela chapa de Mara Gabrilli (PSDB), Burti já começa a costurar sua chapa para as eleições da entidade, A eleição da vez em São Paulomarcadas para fevereiro.

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03.12.18
ED. 6006

Nem Chacrinha aumenta o ibope de Temer

Michel Temer determinou aos ministérios que organizem eventos dentro do Palácio do Planalto. Consta que a ideia partiu do seu “personal marqueteiro”, Elsinho Mouco, com o objetivo de garantir alguma exposição para Temer ao apagar das luzes do seu governo. O expediente, no entanto, traz a reboque o risco de cenas constrangedoras, como as verificadas na semana passada. O ator Stephan Nercessian, caracterizado como Chacrinha, foi recebido pelo presidente e uma claque de figurantes. Diante da ausência de autoridades, assessores de Temer, em cima da hora do evento, saíram catando funcionários do Planalto e de outros ministérios para preencher os vazios do salão.

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03.12.18
ED. 6006

Porta dos fundos

O ator e futuro deputado federal Alexandre Frota pretende lançar um canal no YouTube sobre política e o dia a dia no Congresso. Periga virar um campeão de audiência.

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03.12.18
ED. 6006

Intentona tucana

João Doria ganhou um aliado emergente no PSDB. O governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, entrou no coro do “Fora, Alckmin”, leia-se o afastamento do ex-governador de São Paulo da presidência do partido. A data para o possível expurgo é o mês de maio, quando ocorrerá a convenção do PSDB.

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03.12.18
ED. 6006

Ponto final

Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou até o fechamento da edição: Fidelity Investments

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