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Planos
29.11.18
ED. 6004

Centrais sindicais se esfarelam

Um problema a menos para o governo Bolsonaro: as centrais sindicais estão mais preocupadas em sobreviver do que chacoalhar o chão de fábrica e fazer barulho. Depois da CUT, que cortou mais de metade do seu quadro de funcionários, a Executiva Nacional da Força Sindical vai se reunir no próximo dia 5 para deliberar sobre um drástico programa de desmobilização patrimonial. Segundo o RR apurou, a entidade pretende se desfazer da sua sede 12 andares e 1.900 metros quadrados no bairro da Liberdade, em São Paulo. Também está colocando à venda suas instalações no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. A Caixa Econômica Federal foi chamada para avaliar os imóveis – de acordo com a fonte do RR, o laudo deverá ser concluído ao longo do mês de dezembro. Não obstante ser a entidade dos trabalhadores com o maior entroncamento com o Poder, por conta da fluidez política do deputado federal Paulinho da Força, aliado de todos os governos, a Força Sindical não resistiu ao fim das contribuições obrigatórias. Mesmo com 4,5 milhões de trabalhadores em 550 sindicatos associados, sua arrecadação caiu 90% neste ano.

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29.11.18
ED. 6004

O equilíbrio distante entre militares e tecnocratas

Há demasiada curiosidade em Brasília sobre os últimos arremates do ministério Bolsonaro. A inquietação diz respeito à composição final do time de ministros. São mais militares do que tecnocratas? São militares versus tecnocratas? Quem são os mais resilientes: militares ou tecnocratas? Por enquanto, os militares lideram a disputa. Se forem incorporados na conta os comandantes das Forças Armadas, que não são ministros, mas têm tropas, a conta dispara.

Se, de um lado, os tecnocratas ocuparam os cargos com o controle das finanças, de outro os militares sitiaram o Palácio do Planalto. A nomeação de um general para o Ministério dos Esportes, por exemplo, pode disparar o quesito numérico em favor dos militares. Bolsonaro cumpriu o que disse e esvaziou as pastas de políticos. A essência é de militares e tecnocratas. O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que fez carreira como professor da Escola de Comando do Estado Maior, é um militar honorário, assim como o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que começou no Exército, se formou em engenharia no IME e esteve no Haiti com a tropa de paz.

E os filhos de Bolsonaro, notadamente Eduardo, são quase militares, pelo menos no espírito. Que ninguém se engane: o pessoal de verde oliva não pensa igual à turma de Chicago. O que não quer dizer que haja dissensão, ruptura, cisão. Em 1964, o grosso da milicada achava tenebrosa a política econômica de Campos e Bulhões, tanto que, com a saída da dupla, virou tudo de ponta cabeça. Mas, enquanto o general Castello Branco, o Bolsonaro da época, esteve à frente da presidência, todos seguiram, em silenciosa obediência, a cartilha da dobradinha ultraliberal. De qualquer forma, há uma diferença indiscutível entre a resistência dos dois grupos: tecnocratas entram no governo e podem sair a qualquer momento; militares entram e não saem. Que sejam harmônicos enquanto dure.

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29.11.18
ED. 6004

Outro lado do balcão

Prestes a deixar a AGU, Grace Mendonça está a caminho de uma banca privada. Seu destino mais provável é o escritório Arnoldo Wald. Grace deixará como maior legado na AGU os 213,6 mil acordos judiciais fechados em dois anos, que geraram uma economia de R$ 5,8 bilhões à União.

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29.11.18
ED. 6004

Nuvem de fumaça

A Renault vai anunciar no início de 2019 seu novo plano de investimentos no Brasil. Por vias indiretas, não deixa de ser uma tentativa de desviar os holofotes do escândalo Carlos Ghosn.

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29.11.18
ED. 6004

Kassab pilota a área de Transportes

Futuro chefe da Casa Civil de São Paulo, Gilberto Kassab tenta emplacar Miguel Luiz Bucalem, na Secretaria de Logística e Transportes do governo Doria. Bucalem é amigo de longa data de Kassab: ambos foram colegas de turma na Politécnica de São Paulo. Assumir a Secretaria significa ter o comando do cobiçado – e temível – Dersa, responsável por todos os investimentos do estado em rodovias. Não por acaso, o PR também briga pelo cargo. João Doria deverá bater o martelo na próxima semana, quando regressa de alguns dias de descanso em Miami.

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29.11.18
ED. 6004

Legado explosivo

O governador eleito Romeu Zema vai questionar na Justiça a dívida de R$ 100 milhões com a Universidade Estadual de Minas. É uma das bombas fiscais que serão deixadas por Fernando Pimentel, a exemplo dos R$ 200 milhões/ano em aumento salarial que o governador concedeu ao TJ-MG, MP e Tribunal de Contas ao apagar das luzes da sua gestão.

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29.11.18
ED. 6004

A nova safra de investimentos da Cofco

A chinesa Cofco prepara um novo ciclo de investimentos no Brasil, notadamente na área sucroalcooleira. Os asiáticos pretendem ampliar a capacidade de suas quatro usinas em São Paulo, hoje de 15 milhões de toneladas, e buscam aquisições no Centro-Oeste. As cifras sobre a mesa beiram a casa de US$ 1 bilhão em investimentos.

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29.11.18
ED. 6004

Pasta da Agricultura está “capturada”

O cargo de secretário executivo da Pasta da Agricultura já está “vago”. Esta é a percepção de quem trabalha no 9º andar da sede do Ministério, em Brasília, onde foi instalada a sala de transição do governo do Distrito Federal. Praticamente todos os despachos e reuniões do secretário Eumar Novacki, braço direito de Blairo Maggi, têm passado ao largo de questões agrícolas. Novacki já está em 2019 e só trata de assuntos relacionados ao seu futuro posto, chefe da Casa Civil do governador eleito Ibaneis Rocha. Consta que os funcionários de seu gabinete também entraram no ritmo de transição, dedicando-se mais a assuntos do Distrito Federal do que do Ministério da Agricultura. Coronel da MP do Mato Grosso, Novacki é conhecido entre seus subordinados como um homem, digamos assim, cerimonioso. Quando assume formalmente o Ministério durante as viagens de Maggi, faz questão de ser chamado de “Vossa Excelência”.

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29.11.18
ED. 6004

Reeleição na Funcef

Carlos Antônio Fernandes está em forte campanha para permanecer no comando da Funcef no governo Bolsonaro. O arrimo da sua indicação é o ministro da Saúde e ex-presidente da Caixa, Gilberto Occhi, de quem foi secretário executivo na Pasta das Cidades. Fernandes é o decano entre os presidentes dos três grandes fundos de pensão do país: está no cargo há dois anos.

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29.11.18
ED. 6004

Os renegados

Líderes do PSC, Patriota e PTB tentam há duas semanas marcar uma audiência com Jair Bolsonaro. Não passam sequer do primeiro portão do condomínio onde mora o Capitão. As três siglas, as primeiras a apoiar Bolsonaro no segundo turno, se queixam de que não têm sido contempladas na formação do governo.

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29.11.18
ED. 6004

O futuro de Paes

Além da possibilidade de voltar à fabricante de ônibus BYD, Eduardo Paes tem convite para representar um grande grupo chinês de transportes com interesse em concessões ferroviárias no Brasil.

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29.11.18
ED. 6004

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Força Sindical, Renault e Cofco.

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