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Planos
09.11.18
ED. 5991

BNDES vira o banco de fomento da segurança

Sérgio Moro contará com um importante reforço no superministério da Justiça. No governo Bolsonaro, o BNDES deverá ter um valioso papel no fomento do combate ao crime organizado. O banco já está ultimando os trâmites para a criação de seu primeiro fundo patrimonial, voltado exclusivamente para a segurança pública.

A expectativa é de que o montante chegue próximo dos R$ 5 bilhões. A carteira será criada no modelo de endowment, ou seja, com recursos captados junto ao setor privado por meio de doações. A proposta fica como um legado da gestão de Raul Jungmann na Pasta da Segurança Pública.

O projeto já está sobre a mesa do governo de transição e, segundo o RR apurou, foi, inclusive, objeto de discussão no encontro que Sergio Moro teve com o próprio Jungmann na última quarta-feira. A ideia é que os recursos sejam usados no fortalecimento dos serviços de Inteligência e na aquisição de armamentos pelas forças de segurança pública estaduais. Consultado pelo RR, o BNDES informou que “vai apoiar o Ministério da Segurança Pública na estruturação e execução de PPPs para a construção e operação de unidades prisionais federais ou estaduais.”

A operação será municiada com recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), que servirão como lastro para a remuneração dos parceiros privados. O banco não se manifestou especificamente sobre o fundo patrimonial. Mas, no próximo dia 13, realizará um seminário exatamente sobre “endowment”, um indicativo do que está por vir. Ressalte-se que, em maio, o banco já havia criado um programa específico para o financiamento das polícias militar e civil – o BNDES Pro-Segurança Pública.

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exercito-rj
09.11.18
ED. 5991

Verdades e mitos sobre a Força-Tarefa de Inteligência

As informações em torno de uma suposta ingerência das Forças Armadas, notadamente no Exército, na criação da Força-Tarefa de Inteligência para Combate ao Crime Organizado não encontram eco na realidade dos fatos. O decreto nº 9.527 assinado pelo presidente Michel Temer em 15 de outubro – 13 dias antes do segundo turno das eleições – foi integralmente concebido no Palácio do Planalto. O Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEX) informou ao RR que “não coube ao Comando do Exército o papel de articulação ou condução de tal processo.” Segundo o posicionamento da Força, publicado também na edição de novembro de Insight Prospectiva (igualmente editada pela Insight Comunicação), a medida foi “uma ação conduzida pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República por meio da Agência Brasileira de Inteligência”. Ainda no que diz respeito à questão, circularam boatos de que postulantes à Presidência, por ocasião dos encontros mantidos com o Comandante Villas Bôas, se mostraram preocupados com o uso do aparato de Inteligência na campanha. De acordo com o Centro de Comunicação Social do Exército, as conversas do general Villas Bôas com os candidatos a presidente “tratou de temas de interesse direto do Exército, como participação da Força Terrestre na Defesa Nacional, projetos estratégicos que o Exército desenvolve nos dias atuais e ações que a Força Terrestre vem realizando em proveito da integração e da segurança nacional (Ações de Garantia da Lei e da Ordem, participação da Engenharia do Exército em proveito da Integração Nacional e ações contra a seca no Nordeste do país).” O CCOMSEX esclareceu ainda ao RR que “o combate ao crime organizado é assunto de interesse direto de pastas do Executivo Federal tais como o Ministério da Justiça e Ministério da Segurança Pública. Dessa maneira, por não se tratar de tema de ligação direta do Exército com os candidatos, tal tema não foi debatido.”

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09.11.18
ED. 5991

A bronca do “Comandante”

José Dirceu anda irritado com os dirigentes do PT. Em reuniões fechadas, a cúpula do partido tem citado recorrentemente o nome do “Comandante” na lista dos companheiros que caíram acusados de corrupção, sempre ao lado de Antonio Palocci. Dirceu tem enfatizado em seu círculo restrito de amizades que é inocente e foi condenado sem provas. Já em relação a Palocci não economiza nos ataques ácidos àquele que “enriqueceu e depois delatou”.

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09.11.18
ED. 5991

Ao pé do ouvido

Um grupo de empresários do setor imobiliário – encabeçado por Meyer Nigri, da Tecnisa, aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro – vai encaminhar ao presidente e ao futuro ministro Paulo Guedes, propostas para impulsionar o mercado. O eixo é a ampliação do Minha Casa, Minha Vida, que responde por mais de 90% das vendas de algumas das grandes incorporadoras do país.

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09.11.18
ED. 5991

Zema amacia os sindicatos mineiros

O governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema, abriu um canal de interlocução com os sindicatos e centrais de trabalhadores. Trata-se de um processo de terraplenagem para a venda de ativos da Cemig. Zema não espera dos sindicalistas a mesma parcimônia que o petista Fernando Pimentel, bem ou mal, encontrou para a alienação de algumas participações da estatal.

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09.11.18
ED. 5991

A propaganda não foi a alma do negócio

Entre os motivos que ajudaram a minar a indicação de Luiz Antônio Nabhan para o Ministério da Agricultura, um dos principais foi o excesso de autopromoção. No início da semana, chegou aos ouvidos de Jair Bolsonaro a informação de que Nabhan estaria angariando recursos para publicar anúncios na mídia entaltecendo a UDR e seu presidente, ou seja, ele próprio.

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09.11.18
ED. 5991

Credores rasgam as páginas da Saraiva

A decisão do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, que representa os maiores selos do país à mesa de negociações com a Saraiva e recusou a proposta de recuperação extrajudicial feita pela empresa, é apenas o prefácio. A relação entre a rede varejista e seus credores está à beira da implosão. Muitos têm se negado a renegociar os pagamentos das dívidas da empresa. Bancos, editoras e demais fornecedores acusam a Saraiva de usar deliberadamente a ameaça de recuperação judicial como instrumento de pressão. A companhia estaria tentando inverter a ordem do jogo e empurrar os credores contra a parede, para arrancar deles um corte das dívidas que, em alguns casos, chegaria a 90%. A manobra não tem surtido efeito. Os credores cobram da família Saraiva um aporte de capital na rede varejista. Há cerca de três anos o grupo amealhou mais de R$ 700 milhões com a venda do seu braço editorial para a então Abril Educação, hoje Somos Educação. A dívida total da rede de livrarias é de aproximadamente R$ 320 milhões.

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09.11.18
ED. 5991

Arquivo morto

João Doria planeja extinguir o Dersa, responsável pela construção de estradas em São Paulo. A medida soa como um afago a Geraldo Alckmin, com quem, inclusive, Doria almoçou ontem em um encontro sob medida para as câmeras. O Dersa é tido e havido como o grande ossuário da gestão tucana no estado.

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09.11.18
ED. 5991

Acelera, Viviane!

Onyx Lorenzoni se reuniu ontem com Viviane Senna. A irmã de Ayrton Senna pode ganhar uma vaga no grid ministerial do Capitão Bolsonaro.

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09.11.18
ED. 5991

Enaltecido

O Palácio do Planalto vai lançar nos próximos dias uma campanha publicitária enaltecendo o legado de Michel Temer. Fica, desde já, como peça de defesa.

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09.11.18
ED. 5991

Fio de esperança

Triunfo e UTC tentam empurrar para 2019 a batalha jurídica contra a Anac em torno da concessão de Viracopos. A dupla vislumbra um espaço no governo de Jair Bolsonaro para negociar a venda da operação sem a devolução da licença. A ANAC já abriu o processo de caducidade da concessão.

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09.11.18
ED. 5991

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Tecnisa e Saraiva.

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