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Planos
07.11.18
ED. 5989

Rússia mobiliza bancada ruralista

O futuro ministro da Agricultura sequer foi escolhido, mas já tem sua missão nº 1. Os líderes da Frente Parlamentar da Agricultura fecharam um acordo com Jair Bolsonaro para que o novo titular da Pasta vá à Rússia em caráter de urgência logo no início do mandato. Caberá a ele buscar uma solução definitiva para o embargo daquele país às carnes bovina e suína brasileira. O atual ministro, Blairo Maggi, falhou. Depois de 10 meses de pleno bloqueio, os russos reabriram as importações, mas de maneira quase pró-forma. Apenas nove frigoríficos brasileiros foram autorizados pelo governo Putin a retomar os embarques. Antes do embargo, eram 48. Ou seja: o risco social ainda é grande. Bolsonaro convive, desde já, com a ameaça de iniciar seu mandato em meio a uma nova temporada de demissões no setor. Em 2018, mais de 2,5 mil postos de trabalho foram fechados, a maior parte em razão da suspensão das vendas para a Rússia.

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07.11.18
ED. 5989

O “super-delegado” do “super-ministro”

O delegado da Polícia Federal Marcio Anselmo está bem cotado para integrar o grupo de “intocáveis” que Sérgio Moro pretende levar para o Ministério da Justiça. Anselmo, por si só, é uma grife: responsável por iniciar as investigações da Lava Jato, em Curitiba, em 2014, inspirou um dos policias da série “O Mecanismo”, da Netflix. Hoje, está na chefia da Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção (CGRC).

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07.11.18
ED. 5989

Paulo Guedes ensaia sua lua de fel com a indústria

Há três hipóteses perambulando na avenida da indústria brasileira. A primeira delas é o ministro da Economia, Paulo Guedes, conseguir se impor junto aos empresários e retirar barreiras às importações, cortar subsídios, reduzir o BNDES e esvaziar as entidades do setor. A segunda: Guedes tenta, tenta, há uma forte reação dos industriais, e ele não leva. Finalmente, a terceira e mais provável: Guedes fica soltando seus balões de ensaio e Jair Bolsonaro vai furando um por um. Em todas as alternativas, é previsto o conflito entre o ministro e o setor. Guedes não tem a menor afeição aos industriais. A recíproca também é verdadeira. O economista declarou em outras oportunidades que o sumiço de certos setores da indústria seria bom para o país. Assim, segmentos sem vantagem competitiva estrutural, como o têxtil, moveleiro, calçados e brinquedos, só para citar alguns, poderiam muito bem desaparecer. Guedes acha que são os empresários acostumados aos favores do Estado que tornam a indústria ineficiente. Os industriais consideram o contrário: não há concorrência possível se os fundamentos são assimétricos. Juros, tributos, infraestrutura, custo do trabalho, o Brasil perde em todas na comparação com o exterior. A briga é boa. Um “desindustrialista” contra empresários industriais, em período no qual a participação do setor no PIB desaba.

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07.11.18
ED. 5989

O semiárido da Petrobras

Segundo o RR apurou, a russa Acron ameaça retirar a oferta de US$ 800 milhões pela fábrica de nitrogenados da Petrobras em Três Lagoas (MS) caso a estatal não destrave a operação até dezembro. O problema atende pelo nome Ricardo Lewandowski: o ministro do STF suspendeu a venda de ativos da Petrobras, condicionando-a à autorização do Congresso.

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07.11.18
ED. 5989

Chanceler da Economia

Talvez Henrique Meirelles, cotado para a Embaixada do Brasil em Washington, tenha ainda mais serventia se assumir diretamente o Ministério das Relações Exteriores. Para quem fica cheio de dedos com o Itamaraty, lembrai-vos de FHC e José Serra. A ideia é que Meirelles fique mais lá fora do que aqui dentro, o que seria bom, tendo em vista quem será o ministro da Economia.

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07.11.18
ED. 5989

Volkswagen engata sexta marcha

A Volkswagen vai anunciar até fevereiro um novo pacote de investimentos no Brasil. Segundo o RR apurou, o valor para o triênio 2019-21 deve passar de R$ 10 bilhões. Nesse período, os alemães pretendem lançar mais de uma dezena de novos modelos no país, com ênfase no segmento de SUV´s. Em tempo: alguns dirão se tratar de uma oportuna recauchutagem sobre o plano de investimentos já anunciado neste ano. Mas, a bem da verdade, a montadora vai aplicar uma camada extra de cifrões. O programa anteriormente divulgado pela Volkswagen previa um aporte de R$ 7 bilhões no país entre 2019 e 2020. De toda a forma, Jair Bolsonaro agradece.

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07.11.18
ED. 5989

Menos trabalho para a Justiça do Trabalho

Das duas uma: ou a “nova CLT” melhorou significativamente as relações entre o capital e o trabalho ou o chamado “chão de fábrica” já não encontra mais o mesmo espaço para discutir seus supostos direitos na Justiça. De janeiro a setembro, a Justiça do Trabalho registrou, em média, 170 mil novas ações por mês. No ano passado, antes da aprovação da reforma trabalhista, a média era de aproximadamente 200 mil processos abertos a cada mês.

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07.11.18
ED. 5989

Amélia não tinha a menor vaidade…

Ontem, a senadora Ana Amélia (PP-RS) surgiu com força na lista de ministeriáveis de Jair Bolsonaro. Seu nome vem sendo ventilado para o que já é chamado de “Ministério da Família”, que juntará as Pastas do Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. Candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin, Ana Amélia ajudaria a cumprir a “cota” feminina no Gabinete do Capitão. Neste caso, Bolsonaro teria de buscar outra cadeira para o aliado e amigo Magno Malta, cotado para o mesmo cargo.

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07.11.18
ED. 5989

Os sentinelas de Bolsonaro

Os quatro senadores eleitos pelo PSL, de Jair BolsonaroFlávio Bolsonaro (RJ), Major Olímpio (SP), Juíza Selma Arruda (MT) e Soraya Thronicke (MS) – vão se reunir pela primeira vez, hoje, em Brasília. O objetivo é discutir a estratégia da bancada para a disputa da mesa diretora da Casa. Nos primeiros contatos por WhatsApp, segundo o RR apurou, o quarteto definiu veto “total” à eleição de Renan Calheiros para a Presidência do Senado. Mas tudo pode mudar: o dono da palavra final, o próprio Bolsonaro, não faz parte do animado grupo de conversas pelo celular.

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07.11.18
ED. 5989

Apólice de vida

Reeleito em outubro, o deputado federal Lucas Vergílio (SD-GO) já se movimenta na tentativa de manter o afilhado Joaquim Mendanha de Ataídes no comando da Susep. O parlamentar é filho de Armando Vergílio, que comandou a própria autarquia e é presidente licenciado da Fenacor.

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07.11.18
ED. 5989

Contentamento

O empresário Flavio Rocha, que chegou a almejar um assento de primeira classe no Ministério de Jair Bolsonaro, já se contenta com um bilhete de econômica para o secretariado de João Doria.

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07.11.18
ED. 5989

Perda de altitude?

O acordo de code share entre a Azul e a Beijing Airlines estaria na corda bamba. A parceria perdeu muito do seu sentido estratégico depois que a chinesa HNA, dona da companhia aérea, se desfez da sua participação na empresa brasileira. Procurada, a Azul diz “desconhecer a informação”.

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07.11.18
ED. 5989

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Acron, Petrobras e Volkswagen.

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