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Planos
31.10.18
ED. 5985

Bancada ruralista e lobby privado duelam pela Pasta da Agricultura

O Ministério da Agricultura – dono de um orçamento de R$ 12 bilhões e por onde passam quase 24% do PIB – desponta como uma das esferas de Poder mais disputadas do governo Bolsonaro. A novidade é a entrada na arena da indústria da agrociência, que duela com a bancada ruralista pela indicação do futuro titular da Pasta. Segundo o RR apurou, grandes companhias do setor teriam feito chegar a Bolsonaro os nomes de Laércio Giampani e Rodrigo Santos.

O primeiro deixou a presidência da subsidiária brasileira da Syngenta, uma das maiores fabricantes mundiais de sementes, em julho deste ano. Santos, por sua vez, é o todo poderoso CEO da divisão de CropScience da Bayer-Monsanto na América Latina. De acordo com a fonte do RR, as indicações teriam chegado por intermédio do deputado estadual eleito Frederico D ́Avila (PSL-SP), que durante a campanha serviu de ponte entre o Capitão e empresários e grupos da cadeia do agronegócio.

A eventual escolha de um destes dois nomes seria um sinal de que o governo Bolsonaro pretende dar ênfase à agrotecnologia em suas políticas para a área da Agricultura. Em contrapartida, poderia ser encarada também como uma influência excessiva de grandes multinacionais da cadeia do agronegócio na futura gestão da Pasta. Não custa lembrar que embaixo do Ministério da Agricultura estão a Embrapa e seu cobiçado banco de patentes estimado em mais de US$ 1 bilhão – noves fora seu valor intangível.

Do lado da bancada do agronegócio, o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antonio Nabhan, que chegou a ser tido como favorito para o cargo, perdeu fôlego. De domingo para cá surgiram à mesa os nomes de Antonio Galvan, vice-presidente da Aprosoja, e do deputado Valdir Colatto (MDB-SC). Por sua vez, a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA) intensificou o lobby pela escolha de Luiz Carlos Heinze, eleito para o Senado pelo Rio Grande do Sul.

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31.10.18
ED. 5985

Quem quer ouvir Michel Temer?

Michel Temer pretende fazer um pronunciamento em cadeia de rádio e TV até o fim desta semana para propagandear seu “legado” ao futuro presidente, Jair Bolsonaro. A apresentação deverá ser dividida em quatro eixos: economia, segurança pública, área social e infraestrutura. A Casa Civil já está municiando a comunicação do Palácio do Planalto com números e mais números. Será uma das últimas oportunidades para o marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco, justificar sua presença no Palácio.

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31.10.18
ED. 5985

Blindagem mineira

Romeu Zema garante a quem quiser ouvir que as portas da Cemig e da Copasa estão trancadas. O governador eleito de Minas Gerais pretende contratar uma empresa de seleção de executivos para pinçar nas próprias estatais seus futuros presidentes.

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31.10.18
ED. 5985

Crise sistêmica?

O mercado de livrarias parece estar se desfolhando. Se a Saraiva anunciou o fechamento de 20 lojas, a Cultura estuda desativar cinco dos 15 pontos de venda. Em recuperação judicial, a empresa tem uma dívida de R$ 285 milhões. Procurada, a Cultura disse não comentar “questões pontuais”.

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31.10.18
ED. 5985

Quatro rodas

As montadoras convidaram Jair Bolsonaro para o Salão do Automóvel, na próxima semana. Sua presença seria um sinal de apoio do futuro presidente ao Rota 2030, novo regime para o setor automotivo, que deverá ser anunciado pelo “coadjuvante” Michel Temer na abertura do evento. Em tempo: o Rota 2030 não combina nada com Paulo Guedes.

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31.10.18
ED. 5985

Pontes para o futuro

A carreira de empresário de Marcos Pontes, próximo ministro da Ciência e Tecnologia, irá, ainda que temporariamente, para o espaço. O “astronauta brasileiro” vai se licenciar da Agência Marcos Pontes de Turismo. A principal atração da empresa, como não poderia deixar de ser, é a venda de pacotes de viagem para voos espaciais. A aventura orbital é coisa para prósperos aficionados: não sai por menos de US$ 250 mil. O negócio será tocado por Marcos Palhares, sócio do futuro ministro. Além disso, Pontes terá de abrir mão da sua carreira de coaching e palestrante, ocasião em que costuma se apresentar trajado com um alegórico macacão, estampado com a bandeira brasileira.

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31.10.18
ED. 5985

Batidão do plágio

Enquanto o Brasil assistia ao duelo entre “Bolsominions” e “petralhas”, o mundo do funk entrou em guerra. A cantora Valesca Popozuda, seu marido, Leandro Castro, e a gravadora Link Records estão sendo acusados de plágio musical pelo também funkeiro Adriano Tiranin, conhecido como MC Chatinho. O funkeiro alega que os hits “Tô que tô pegando fogo” e “Late que eu tô passando” são de sua autoria. A briga foi parar na Justiça e o juiz Fernando Viana, da 7a Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, estabeleceu prazo de 10 dias para produção de provas documentais. Designou ainda um perito para apresentar um laudo técnico.

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31.10.18
ED. 5985

Padilha a descoberto

Com a derrota do emedebista José Ivo Sartori na eleição ao governo do Rio Grande do Sul, Eliseu Padilha perdeu um cargo certo no secretariado gaúcho. Ou seja: salvo algum cartucho não conhecido, Padilha ficará sem foro privilegiado a partir de primeiro de janeiro. O ministro da Casa Civil já foi denunciado pela PGR pelos crimes de organização criminosa e obstrução da justiça. Ao menos, está na companhia de velhos amigos: Michel Temer e Moreira Franco também foram denunciados no mesmo processo.

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31.10.18
ED. 5985

Hospedeiro

A deputada Luciana Santos, presidente do PCdoB, desautorizou qualquer conversa para uma possível fusão com o PSB. Mesmo com a derrota eleitoral, a líder dos comunistas defende com unhas e dentes que o partido siga como um satélite do PT.

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31.10.18
ED. 5985

Para além do Ceará

Os herdeiros do empresário cearense Edson Queiroz, que atuam da produção de fogões à área de mídia, pretendem ampliar sua presença no mercado de educação. Dono da Universidade de Fortaleza (Unifor), o clã planeja entrar em outros estados do Nordeste por meio de aquisições.

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31.10.18
ED. 5985

Coalizão

Em conversa com a cúpula do PSL, na última segunda-feira, ACM Neto mostrou na ponta do lápis que o Centrão já tem votos suficientes para reeleger Rodrigo Maia como presidente da Câmara sem precisar do apoio do partido presidencial. O recado sutil, ou nem tanto, foi dado: se o PSL não quiser um desgaste desnecessário, vota com Maia e assunto encerrado.

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31.10.18
ED. 5985

Próxima parada

A espanhola Arteris desistiu de participar do leilão da Rodovia de Integração do Sul, previsto para amanhã. Os ibéricos preferem guardar munição para o pacote de estradas federais que deverá ser licitado em 2019, informação confirmada pela empresa ao RR.

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31.10.18
ED. 5985

Ponto final

A seguinte empresa não comentou o assunto: Unifor.

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