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Planos
11.10.18
ED. 5972

Fantasmas da Lava Jato ameaçam negócio entre Andrade Gutierrez e Apollo Management

Ainda vai levar um tempo para que a Andrade Gutierrez purgue seus malfeitos. Que o diga o Apollo Management, uma das grandes gestoras dos Estados Unidos, com mais de US$ 250 bilhões sob seu guarda-chuva. Segundo informações filtradas da própria empreiteira, os norte-americanos estariam em negociações para a compra de uma participação na Andrade Gutierrez. O aporte de capital poderia passar da casa dos US$ 500 milhões. No entanto, de acordo com a mesma fonte, o Apollo vem encontrando dificuldades para o fechamento do negócio, notadamente no que diz respeito à área de compliance. Uma due diligence na empresa de Sergio Andrade é quase um case de risco jurisdicional, tamanho o grau de criminalização do grupo pela Lava Jato.

Toda vez que se aproximam da companhia, os norte -americanos sentem o cheiro do ralo, seja por tudo que já foi destampado pela força-tarefa de Curitiba, seja pela ameaça de que dejetos do passado ainda se encontrem depositados nos negócios do grupo. O receio maior do Apollo Management atende pelo nome de CCR. Gradativamente, a Lava Jato se aproxima da holding de concessões controlada pela Andrade Gutierrez e pela Camargo Corrêa, no âmbito das investigações contra o Dersa, em São Paulo. No fim de setembro, o ex-presidente da CCR, Renato Vale, foi alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal.

Segundo o doleiro e delator premiado Adir Assad, Vale seria o responsável por operar um suposto esquema de corrupção, com distribuição de propina para agentes públicos. Nos corredores da Lava Jato, o que se diz é que as investigações contra o Dersa ganharão fôlego após as eleições. Procurados pelo RR, Andrade Gutierrez e Apollo não quiseram se pronunciar. Nos últimos meses, a Andrade Gutierrez teria mantido conversações com outros fundos norte-americanos e canadenses. Nenhuma dessas tratativas avançou no mesmo nível das gestões com o Apollo. Para a empreiteira, o aporte da gestora de Nova York funcionaria como uma alternativa à venda de ativos, entre os quais a própria participação na CCR.

O grupo conseguiu afrouxar um pouco o seu garrote financeiro ao renegociar cerca de US$ 330 milhões em dívidas que venceriam ainda neste ano. Para todos os efeitos, a situação ficou mais palatável para a construtora, com uma dívida de aproximadamente R$ 1,5 bilhão para um caixa em torno de R$ 600 milhões. No entanto, ainda há contas a pagar pelas diabruras do passado. Ao menos uma delas já está no radar da Andrade Gutierrez. As negociações para um acordo de leniência com a AGU deverão trazer a reboque uma multa superior a R$ 1 bilhão.

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11.10.18
ED. 5972

Bolsonaro alista seus cabos eleitorais pelo mundo

A campanha de Jair Bolsonaro vai torpedear as redes sociais e os grupos de WhatsApp com mensagens preparadas especificamente para brasileiros que moram no exterior. Um dos motes deverá ser “Com Bolsonaro, eu volto”. Mais do que resgatar os “expatriados”, o objetivo principal é sensibilizar o eleitorado daqui de fora para dentro. O staff do Capitão nas mídia digitais detectou um expressivo grau de influência dos “estrangeiros” sobre familiares que vivem no país. Por razões óbvias, aqueles que deixaram o Brasil em meio à crise econômica dos últimos quatro anos são fortes irradiadores de ódio ao PT. Basta ver o resultado das urnas pelo mundo. No primeiro turno, Bolsonaro ganhou de goleada no exterior, com 58% dos votos, contra 14% de Ciro Gomes. Fernando Haddad não chegou sequer a 11%.

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11.10.18
ED. 5972

PSL conhece as “dores” de partido grande

O súbito crescimento do PSL, provocado pela onda Bolsonaro, deflagrou uma disputa interna de poder entre as duas principais correntes regionais do partido. Rio de Janeiro e São Paulo já duelam pela liderança da bancada e, sobretudo, pela indicação de um eventual candidato à presidência da Câmara dos Deputados. O PSL do Rio alega estar na frente por ter contribuído com mais deputados, 12 no total. São Paulo, no entanto, puxa para si a primazia por conta de Eduardo Bolsonaro, o candidato mais votado do estado, com 1,8 milhão de votos. O impasse só deve ser resolvido após o segundo turno. Por ora, a roupa suja ficará acumulada.

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11.10.18
ED. 5972

Todos querem um pouco de Ometto

Rubens Ometto já foi procurado por emissários tanto de Jair Bolsonaro quanto de Fernando Haddad em busca de apoio financeiro. Até o momento, o dono da Cosan é o grande “mecenas” destas eleições. Lidera o ranking de doações, com R$ 6,8 milhões distribuídos para mais de 50 candidatos de 13 partidos. Ressalte-se que, no primeiro turno, Ometto não deu sequer um centavo para qualquer candidato à Presidência. Tem pelo menos duas semanas para sair do zero…

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11.10.18
ED. 5972

Risco Picciani

Os velhos aliados do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Jorge Picciani estão apreensivos. Em prisão domiciliar, Picciani ficou bastante abalado com o resultados das urnas. Com a derrota na eleição, seu filho Leonardo Picciani perderá o mandato de deputado e o foro privilegiado a partir de fevereiro de 2019. Picciani é capaz de quebrar qualquer pacto de silêncio caso a Lava Jato trisque nos calcanhares do herdeiro.

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11.10.18
ED. 5972

Proposta retrô

Não há nada mais vintage do que estudos e propostas para o fortalecimento e desenvolvimento do mercado de capitais. Basta revólver as cinzas do Codimec, Ibmec (primeira versão), confederação Nacional das Bolsas de Valores (CNBV), Bolsas de Valores do RJ e SP e as atas das reuniões do CMN contendo a ilustre participação do professor Octávio Gouveia de Bulhões, que os escritos, ou a alma deles, estão lá. Agora parece que há um modelito novo na praça, rascunhado pela Accenture. Nada contra. Na pior hipótese vai para o museu de mercado de capitais. Tomara que não.

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11.10.18
ED. 5972

Cartão de visitas

A chinesa CNOOC deverá liderar um aporte de aproximadamente US$ 300 milhões na operação do campo de Pau Brasil, recém- arrematado em parceria com a colombiana Ecopetrol e a britânica BP.

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11.10.18
ED. 5972

Tempos difíceis

A Band vem chamando algumas das estrelas do seu cast para renovar seus contratos com salários mais baixos. A ordem na emissora é austeridade total. Consultada, a empresa informou que os acordos são “regidos por cláusula de confidencialidade”.

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11.10.18
ED. 5972

Segunda pele

A 361º, uma das maiores fabricantes de material esportivo da China, busca uma porta de entrada nos gramados brasileiros. A empresa já procurou dois grandes clubes de futebol do país.

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11.10.18
ED. 5972

O jogo de Kassab

Formalmente, Gilberto Kasssab declarou a neutralidade do PSD no segundo turno; longe dos holofotes, no entanto, o ministro das Comunicações faz campanha e empurra seus correligionários na direção de Jair Bolsonaro.

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11.10.18
ED. 5972

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: 361o e CNOOC.

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