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Planos
03.10.18
ED. 5966

Chineses juntam os fios da maior distribuidora de energia do Brasil

State Grid e Three Gorges estariam costurando uma negociação de alta voltagem, com expressivo impacto sobre o setor de energia no Brasil. A operação envolveria a fusão da CPFL, controlada pela primeira, com os ativos de distribuição da EDP, pertencente à segunda. Segundo o RR apurou, a State Grid ficaria com uma participação majoritária no capital, em razão da diferença de tamanho entre as respectivas controladas.

O acordo daria origem a um grupo com quase R$ 45 bilhões em receita, um Ebitda combinado superior a R$ 5 bilhões e quase 11 milhões de clientes, sendo mais de 80% em São Paulo. State Grid e Three Gorges passariam a controlar a maior distribuidora de energia do país, ultrapassando a Eletropaulo. Consultadas pelo RR, as duas companhias chinesas não quiseram comentar o assunto. A eventual fusão entre CPFL e EDP vale não apenas pelo seu peso per si, mas, sobretudo, pelo que ela aponta. Juntas, State Grid e Three Gorges passariam a ter um poder de fogo ainda maior no mercado brasileiro.

Somando-se os valores de parte a parte, as duas empresas já investiram mais de US$ 15 bilhões no país. A State Grid já anunciou que vai desembolsar o equivalente a R$ 140 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos. Desde já, a dupla chinesa surge como forte candidata, por exemplo, à privatização da Eletrobras, pule de dez caso Paulo Guedes esteja no Ministério da Fazenda a partir de janeiro.

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03.10.18
ED. 5966

Minoritários atiram contra a Qualicorp

A Qualicorp, do empresário José Seripieri Filho, está sendo alvejada por todos os lados. Além da XP, outros minoritários, a começar pela Wellington Management, preparam-se para entrar na Justiça contra a empresa. No caso da gestora norte-americana, segundo o RR apurou, serão movidas ações tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos – onde são negociados ADRs da companhia. No início da semana, a operadora de planos de saúde anunciou um acordo com o Seripieri no valor de R$ 150 milhões para que ele não venda sua participação societária e não crie negócios concorrentes. Na interpretação dos investidores, o empresário, dono de 15% da companhia, usou o caixa da Qualicorp, sem a anuência dos demais acionistas, para distribuir uma espécie de dividendo extra a si próprio. Em um único dia, a empresa perdeu quase um terço do seu valor de mercado.

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03.10.18
ED. 5966

Valioso pré-sal

A Exxon e a Qatar Petroleum, segundo o RR apurou, deverão investir mais de R$ 1 bilhão no recém-arrematado campo de Titã, na Bacia de Santos.

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03.10.18
ED. 5966

Quanto vale?

No bolão das eleições cariocas, as apostas são sobre quanto vale um apoio explícito de Sérgio Cabral a Eduardo Paes. Façam seus lances.

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03.10.18
ED. 5966

“Interventor”

Quem manda no Walmart Brasil? Esta é a pergunta que tem sido feita nos próprios corredores da empresa. Mesmo com a contratação de Luiz Fazzio como CEO, Patrice Etlin, homem forte do Advent na América Latina, segue como uma espécie de “co-presidente” da rede varejista.

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03.10.18
ED. 5966

PPPs da Veolia

Na falta de privatizações (também) no setor de saneamento, a francesa Veolia está garimpando PPPs em grandes capitais. Há conversações com a prefeitura de Salvador.

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03.10.18
ED. 5966

Marina 2022

O ex-senador Pedro Simon está organizando um manifesto com a participação de políticos, artistas e intelectuais em apoio a Marina Silva. Agora?

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03.10.18
ED. 5966

ESPECIAL – Christian Lynch, jurista e cientista político: Um “golpe fechado” espera por Haddad na esquina

Há muito se percebe que a magistratura e o Ministério Público agem como partido contra o PT como meios de contrabalançar o peso eleitoral de Lula. Já está mais que manjado o mecanismo dos vazamentos seletivos das delações premiadas e das liminares extemporâneas inaugurado por Moro, ou das proposituras de processo pelo MP às vésperas das eleições. Agora, o novo presidente do STF, Dias Toffoli, dá sinais de acreditar que um golpe militar pode ser possível. Homem político, flexível, Toffoli afirma que a Suprema Corte deve agir como um poder moderador, evitando crises políticas ou gerá-las.

Convidou um general quatro estrelas para assessorá-lo e afirma que 1964 não foi golpe, mas “movimento”. Ontem, manteve liminar de Fux contra Lewandowski, destinada a impedir que Lula seja entrevistado e assim “interfira nos resultados eleitorais”. Para bom entendedor, meia palavra basta. Toffoli acredita na possibilidade de um golpe militar e apruma o Supremo para as eventualidades. Toffoli sabe que parte expressiva das Forças Armadas não quer a volta do PT, nem o da magistratura. Se depender deles, Lula não sai mais da cadeia. Como nem sempre o eleitorado ajuda, as duas corporações darão uma mãozinha para Bolsonaro vencer, como já se está a ver.

É possível imaginar cenários possíveis para desatar o nó em que o país se meteu. Caso Bolsonaro vença e encontre dificuldades no Congresso, militares e juízes darão o impulso necessário para as reformas constitucionais que “dinamizem a economia” e “restabeleçam a autoridade”. Se der Haddad, haverá comoção da metade do país que não quer mais saber de PT e pressão por não empossá-lo. Como um golpe aberto é difícil, tentarão primeiro arrancar dele algum compromisso de rompimento com o petismo; um equivalente do parlamentarismo imposto a Jango em 1961. O resto do script a gente já conhece.

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03.10.18
ED. 5966

Lobby inflamável

Promete ser quente a disputa pela presidência da Frente Parlamentar de Biocombustíveis para a próxima legislatura – o atual líder, o deputado Evandro Gussi (PV-SP), não concorre à reeleição. Os dois candidatos mais fortes são Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do Capitão, e Baleia Rossi (MDB-SP), unha e carne de Michel Temer e citado na delação premiada do marqueteiro Duda Mendonça. A Frente Parlamentar tem uma agenda para 2019 que, digamos assim, deve valorizar o papel de seus integrantes: aprovar na Câmara a autorização para que as próprias usinas sucroalcooleiras vendam etanol diretamente ao consumidor final, sem a necessidade de um distribuidor.

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03.10.18
ED. 5966

A vez do baixo clero

Com o apoio do aliado Jair Bolsonaro, o folclórico Levy Fidelix (PRTB) pretende lançar sua candidatura à Presidência da Câmara dos Deputados em 2019.

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03.10.18
ED. 5966

Glória a Deus

Barrado no debate da Globo, marcado para amanhã, o Cabo Daciolo promete fazer uma”vigília” no mesmo horário do programa, com transmissão ao vivo nas redes sociais.

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03.10.18
ED. 5966

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Veolia, Prefeitura de Salvador, Qualicorp e Wellington Management.

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