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Planos
26.09.18
ED. 5961

Confins é uma bomba-relógio no colo do futuro governo

Como se não bastasse o fracasso do seu programa de concessões, a Era Temer ainda deixará um bilionário contencioso na conta do futuro governo. O RR apurou que a BH Airport, leia-se CCR, operadora do Aeroporto de Confins, está entrando nos próximos dias com uma ação no STJ para barrar a reabertura do terminal da Pampulha a voos comerciais. De acordo com a fonte do RR, o grupo exigirá uma indenização superior a R$ 10 bilhões da União caso a decisão seja mantida – o valor corresponde à receita projetada e aos investimentos previstos no período da concessão (30 anos). A CCR alega que a medida criará um desequilíbrio concorrencial não previsto no contrato de concessão de Confins. No ano passado, a concessionária chegou a entrar com um pedido de liminar no próprio STJ, sem sucesso. Recentemente, a empresa sofreu outras duas derrotas. No último dia 11, a Anac publicou portaria autorizando a operação de grandes aeronaves na Pampulha. Na semana passada, a área técnica do TCU considerou improcedente representação feita pelo senador e candidato ao governo de Minas Gerais Antonio Anastasia contra a reabertura da Pampulha a voos interestaduais. Além disso, recomendou ao plenário da Corte a suspensão de medida cautelar que impedia a medida. Ou seja: no intervalo de dez dias, a CCR e sua sócia na BH Airport, a Zurich Airport, levaram dois torpedos em pleno voo.

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26/09/18 12:22h

coutinho.r@uol.com.br

disse:

Na qualidade de ex-presidente do CADE e permanente estudioso das questões concorrenciais, não vejo como correta a manutenção do monopólio de Confins. O aeroporto da Pampulha, pelas suas próprias dimensões, é voltado para operações de média distância, operando , no limite, aeronaves B-737-800 e A-320, mesmo assim sem utilizar sua capacidade plena de combustível. É ideal para trechos Pampulha/Brasilia, Pampulha/S.Dumont e Pampulha/Congonhas. Nada impede que CNF opere também com esses destinos. Além do mais, Pampulha é ideal para os voos regionais, tradicionalmente usados pelos ATR-42 e ATR-72. Á maioria das grandes cidades possuem 2 ou mais aeroportos, geralmente um mais central. Injustificável, portanto, do ponto-de-vista concorrencial, a manutenção do monopólio de Confins. É a minha colaboração ao debate do tema. RUY COUTINHO - Ex-presidente do CADE,

26.09.18
ED. 5961

BAT tem plano para recuperar ex-fumantes no Brasil

O mês de abril de 2019 começará com uma novidade no topo da cadeia tabagista mundial. O brasileiro Nicandro Duarte, conforme as melhores práticas corporativas de alternância da gestão, deixa o cargo de CEO da British American Tobacco (BAT), controladora da Souza Cruz. No seu mandato constam vários sucessos, destacando-se a aquisição completa da Reynolds American. Duarte utilizou com grande sucesso o período de juros baixos ao redor do mundo para fechar o capital de várias subsidiárias da BAT.

No Brasil, a Souza Cruz deixou a Bolsa em 2015, quando o câmbio estava bastante favorável à operação. Uma jogada que parecia espetacular acabou se tornando uma dor de cabeça em razão do crescimento do mercado informal de cigarros. Com as dificuldades da economia brasileira e a queda no número de consumidores devido ao aumento exagerado da tributação, a Souza Cruz foi reduzindo a sua contribuição para os resultados globais da BAT. Para os ingleses da BAT, como está não pode ficar.

A expectativa na empresa, segundo uma fonte do RR, é que Duarte, um profundo conhecedor do mercado brasileiro, deixará para o seu sucessor um verdadeiro presente. Ou seja, um projeto que será a principal razão, nunca dita, para o fechamento de capital da Souza Cruz: e-cigarrettes. Anunciaria a boa nova antes de abril. Será algo bem diferente das saídas convencionais aventadas para a situação inglória da empresa.

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26.09.18
ED. 5961

Vendaval

O fundo norte-americano Denham Capital estaria em conversações com a EDP – leia-se a chinesa Three Gorges – para a construção de um mega complexo de geração eólica no Nordeste. As cifras sopradas de parte a parte passam dos R$ 2 bilhões. O Denham já tem negócios em energia renovável no Brasil por meio da Rio Energy.

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26.09.18
ED. 5961

A rentrée de Bolsonaro

O staff bolsomita conta com dois acontecimentos fortes para turbinar o voto no Capitão no segundo turno: a aparição de Jair Bolsonaro no debate eleitoral, cambaleante e demonstrando dor; e um fato novo e relevante na investigação do episódio da facada.

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26.09.18
ED. 5961

BTG busca outra porta de saída da África

O encerramento das tratativas entre o BTG e a Vitol para a venda de 50% da PetroÁfrica não significa necessariamente a permanência do banco da empresa. Segundo o RR apurou, a instituição financeira já abriu outras frentes de negociação. O banco de André Esteves tenta arrancar uma proposta superior à apresentada pela Vitol, da ordem de US$ 1,3 bilhão. Trata-se do mesmo valor ofertado pela trading holandesa para ficar com os outros 50% da PetroÁfrica pertencentes à Petrobras. No fundo, não convém nem à estatal nem ao banco de André Esteves permanecer em um negócio maculado pela Lava Jato.

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26.09.18
ED. 5961

Josué marcha na direção de Haddad

O empresário Josué Gomes da Silva entrou em rota de colisão com Valdemar Costa Neto, “dono” do PR. Amigo pessoal de Lula e especulado como um possível candidato ao Ministério da Fazenda no eventual governo Haddad, Josué trabalha para que o partido apoie o petista no segundo turno. Valdemar, no entanto, empurra o PR na direção de Jair Bolsonaro. Aliás, já no primeiro turno, abandonando o barco de Geraldo Alckmin antes do iminente naufrágio.

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26.09.18
ED. 5961

Biscoito amassado

A cearense M. Dias Branco vai esfarelar um pedaço da Piraquê, tradicional fabricante de massas e biscoitos comprada em maio deste ano junto à família Colombo. Os cortes começarão pelas áreas comercial e logística, que serão absorvidas pelo grupo nordestino. É só o desayuno. Segundo informações filtradas da própria M. Dias Branco, a empresa avalia o fechamento de uma das duas fábricas da Piraquê no Rio de Janeiro. Uma auditoria constatou que as despesas operacionais da empresa recém-comprada são, proporcionalmente, até 20% superiores às da holding.

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26.09.18
ED. 5961

“Centrinho”

Com a estagnação de Geraldo Alckmin na corrida eleitoral, os caciques do Centrão já refazem as contas. A maçaroca de partidos que apoia o tucano calculava eleger cerca de 230 deputados, contra os 160 atuais. Já baixou a bola e reduziu a estimativa para menos de 200.

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26.09.18
ED. 5961

Sempre Lula

A candidatura Haddad não mudou uma vírgula do bordão de Eunício de Oliveira, presidente do Senado. Candidato à reeleição, Eunício percorre o sertão cearense se apresentando como o “senador do Lula”.

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26.09.18
ED. 5961

Caminhos distintos

O empresário Benjamin Steinbruch, que chegou a estar cotado para ser o vice na chapa de Ciro Gomes, tem se esquivado das tentativas de aproximação feitas pelo pedetista. Ao mesmo tempo, o amigo João Doria tenta convencer Benjamin a “Bolsonariar”.

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26.09.18
ED. 5961

Solicitação

A defesa de Lula vai solicitar à Justiça autorização para que ele conceda entrevistas na prisão. O PT já sabe a resposta e vai usá-la para criar um fato político.

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26.09.18
ED. 5961

Pocket book

A campanha de 2022 já começou, ao menos para João Amôedo. Após as eleições, o candidato vai se dedicar à elaboração de sua biografia mais do que autorizada. Ressalte-se que ele já tem na sua equipe alguém que entende do assunto: o jornalista Otavio Cabral, autor de “José Dirceu – A Biografia”.

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26.09.18
ED. 5961

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CCR, BTG e M. Dias Branco.

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