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Planos
13.09.18
ED. 5952

Michel Temer despreza solução para manter Bolsa Família no Orçamento

O presidente Michel Temer e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha, preocupados apenas com a porta dos fundos, ignoraram uma decisão política da área econômica que, se fosse em início de governo, não passaria jamais. O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, empurrou metade das verbas do Bolsa Família para fora da proposta orçamentária de 2019. São R$ 15 bilhões que irão engordar um montante de R$ 258,1 bilhões – valor este que exige pedido de crédito adicional aos parlamentares.

O que deixou o Bolsa Família ao relento foi a ladainha da “Regra de Ouro”, que proíbe o endividamento público para o pagamento das despesas de custeioda máquina do estado. Na seleção de despesas que ficariam fora da cobertura orçamentária, o Planejamento não pestanejou: metade do Bolsa Família ficou dependurada. A medida causou constrangimento em alguns funcionários vinculados à área social do governo Temer e a técnicos ligados a Henrique Meirelles.

O incômodo é que havia uma saída à vista. O governo acumulou uma bolada com o lucro do Banco Central oriundo da desvalorização das reservas cambiais. Trata-se de uma espécie de pedalada fiscal-cambial enrustida, prestes a ser proibida pelo Congresso. O Banco Central transfere recursos ao Tesouro sem ter vendido as reservas, apenas em função de uma rentabilidade puramente contábil. Todos os governos, nos últimos anos, vêm usando o expediente para cobrir o buraco da “Regra de Ouro”.

Mas com Temer o uso do “jeitinho” excedeu a todas as gestões anteriores. Agora mesmo, o governo separou R$ 30 bilhões desse “lucro do BC” – que supera as centenas de bilhões de reais – para tampar o rombo da “Regra de Ouro”. A crítica que se faz é porque o governo não faz um a acerto de contas dessa dinheirama com o dinheirinho para pagar o Bolsa Família dentro do orçamento. A medida é simbólica e pode representar menos um abacaxipara Henrique Meirelles descascar. Afinal, esse governo que expurga o Bolsa Família foi o seu. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que poderia impedir a decisão, foi indicado por ele. E o uso da imagem de Lula e do próprio Bolsa Família na sua campanha eleitoral pode ir para a cucuia. Mas ainda há tempo para o bom senso.

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13.09.18
ED. 5952

Um antigo eflúvio cruza o caminho do PT

O PT tenta se esquivar de um fantasma do passado que resolveu revisitá-lo às vésperas da eleição. A chilena Laura Norambuena está no Brasil tentando mobilizar organizações e partidos de esquerda para sua causa “político-consanguínea”. Para quem não está ligando o sobrenome ao fato, trata-se da irmã de Maurício Norambuena, líder histórico da esquerda chilena, preso em 2002 pelo sequestro do publicitário Washington Olivetto. Com o apoio de simpatizantes do MIR (Movimento Esquerda Revolucionária do Chile) que vivem no Brasil, Laura está engajada em uma campanha para que o irmão possa contar os benefícios de 1/6 da progressão de pena. Norambuena está detido no presídio federal de Mossoró (RN). Laura Norambuena já pediu apoio não apenas ao PT, mas também ao
PCdoB e ao PSOL. Todos querem distância do assunto, sobretudo os petistas. A lembrança remete não apenas ao sequestro de Olivetto, mas também ao do empresário Abilio Diniz. Nos dois casos, houve à época suspeitas da participação de pessoas ligadas ao PT. Coincidência ou não, ambos ocorreram em anos de eleição – 1989 (Abílio) e 2002 (Olivetto).

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13.09.18
ED. 5952

Pouso forçado

A promessa do governo Temer de realizar, ainda neste ano, uma PPP para o controle do tráfego aéreo em todo o país deve ir para o espaço. As primeiras gestões junto ao Tribunal de Contas da União têm sido complexas. O TCU vai analisar o novo modelo da licitação vis-à-vis cada um dos 68 contratos hoje mantidos separadamente pela Aeronáutica, que, no plano de voo do governo, serão unificados em uma única PPP. Com isso, a licitação estimada em mais de R$ 4 bilhões corre o risco de só decolar no próximo governo.

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13.09.18
ED. 5952

Petros avança para longe da renda variável

A Petros prepara-se para vender sua participação na Usina de Belo Monte. Nos últimos meses, a fundação já se desfez de ações da Itaúsa e anunciou a intenção de deixar o capital da Vale.

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13.09.18
ED. 5952

Crivella já ganhou as eleições

Marcelo Crivella tem deixado seus candidatos ao governo do Rio pelo caminho. Primeiro, foi Índio da Costa. Agora, é a vez de Anthony Garotinho perder a bênção de Crivella. O prefeito escorrega sorrateiramente na direção de Romário, segundo lugar nas pesquisas. E se o Baixinho perder, é provável que Crivella, sem qualquer constrangimento, revele ser Eduardo Paes desde criancinha.

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13.09.18
ED. 5952

Os muitos inimigos de Alckmin

Jair Bolsonaro não é mais um problema para Geraldo Alckmin. Diante do consenso de que o Capitão já está garantido na disputa final, a campanha do tucano vai se voltar de forma contundente contra os seus adversários diretos pela vaga no segundo turno, leia-se notadamente Ciro Gomes, Fernando Haddad e Marina Silva. O ponto não é o impacto negativo que os ataques a Bolsonaro possam ter após o atentado, como chegou a ser discutido pelos marqueteiros de Alckmin na noite da própria quinta-feira. Trata-se de puro pragmatismo e foco. Os “inimigos” são outros. Além da disputa direta contra Ciro e Haddad, tracking diários realizados pelo PSDB mostram que Marina e até mesmo João Amôedo e Alvaro Dias vêm drenando seguidamente votos do tucano.

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13.09.18
ED. 5952

Fila do caixa

O casal Regis e Ghislaine Dubrule está em conversações com fundos de investimento para a venda do controle da rede de lojas Tok & Stok. A participação de 60% dos Dubrule estaria avaliada em torno de R$ 1,2 bilhão. Os 40% restantes pertencem ao Carlyle.

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13.09.18
ED. 5952

Pôquer eleitoral

Lobistas do americano Sheldon Adelson, magnata dos cassinos de Las Vegas, têm procurado os assessores econômicos dos presidenciáveis para catequizá-los sobre a liberação do jogo.

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13.09.18
ED. 5952

Copyright

A inglesa Tesco, uma das maiores redes varejistas do mundo, encomendou uma varredura jurídica de eventuais registros com a sua marca no Brasil. Trata-se de uma forte evidência de que os britânicos têm planos para o mercado brasileiro.

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13.09.18
ED. 5952

Pingo nos is

Em relação à nota publicada em 30 de agosto, o empresário Rodolfo Landim, candidato à presidência do Flamengo, procurou o RR para esclarecer que não solicitou o afastamento do atual mandatário do clube, Eduardo Bandeira de Mello, candidato a deputado pelo Rede.

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13.09.18
ED. 5952

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros e Tok & Stok.

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