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Planos
11.09.18
ED. 5950

Sucessão na Embrapa opõe funcionários e ruralistas

Cresce na Embrapa o movimento para que o futuro presidente continue pertencendo aos quadros da estatal. Se depender do corpo de funcionários, o vencedor já tem um nome: Cléber Soares, atual diretor de Inovação e Tecnologia. Soares terá que disputar mais dois indicados, escolhidos em uma lista de doze candidatos. O temor dos funcionários é o filtro final dos concorrentes, que passarão pelo crivo da Casa Civil. A seleção pode ter outras motivações além do critério técnico. A bancada ruralista no Congresso faz pressão pela escolha de Francisco Graziano, ex-chefe de gabinete de Fernando Henrique Cardoso em seu primeiro mandato. Um exemplo de como o Palácio do Planalto é mais cioso dos cargos estatais e do que da democracia nas corporações públicas foi a eleição da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade. Mesmo tendo sido aclamada, Nísia sofreu forte resistência de Moreira Franco e cia. Chegou a ser submetida a uma sabatina no Palácio do Planalto, no melhor estilo dos ameaçadores inquéritos aplicados pelo prefeito para Congregação da Doutrina da Fé – sucessora da Ordem do Santo Ofício – cardeal Joseph Ratzinger, que viria a ser, posteriormente, o doce e suave papa Bento XVI. Moreira não faz por menos, intimida para valer. Os legionários da Embrapa – assim como a Fiocruz, um modelo de excelência entre as empresas estatais – estão pronto para repetir o movimento de resistência, caso seja necessário.

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11.09.18
ED. 5950

Paper Excellence faz um papel encardido na Eldorado

O empresário indonésio Jackson Wijaya, herdeiro da Paper Excellence, revelou-se um personagem ladino na reta final da negociação de compra da Eldorado. Com o câmbio ascendente a seu favor, os asiáticos tentaram obter o melhor dos mundos para selar a operação. Cada dia a mais representaria alguns milhões a menos em dólares no momento do fechamento da transação. Além disso, Wijaya tentou concluir o negócio pagando apenas uma parte do valor acertado, algo em torno de R$ 4 bilhões por 50,59% da empresa. Na hora H, o grupo asiático esquivou-se de assumir cerca de R$ 8 bilhões em garantias dadas pela holding J&F para financiamentos concedidos à fabricante de celulose, conforme previsto no contrato. Segundo o RR apurou, a Paper Excellence chegou a apresentar ao BNDES fianças de bancos asiáticos desconhecidos na tentativa de liberar as ações da JBS que lastreavam empréstimos à Eldorado. A agência de fomento rechaçou todas. Não é a primeira vez que os Wijaya se notabilizam por não honrar compromissos de grande vulto. O caso mais rumoroso ocorreu em 2001, quando a família declarou uma moratória de quase US$ 14 bilhões. Dá até para entender porque, ainda hoje, grandes bancos da Ásia sequer passam perto dos Wijaya.

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11.09.18
ED. 5950

Três em um

As negociações entre a Petrobras e a China National PetroleumCorporation (CNPC) vão além do Comperj. Segundo informações filtradas da própria estatal, a CNPC tem interesse em outros ativos da companhia na área de refino. Entram neste rol a unidade Landulpho Alves, na Bahia, e a notória Abreu Lima, em Pernambuco.

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11.09.18
ED. 5950

Haddad+Manoela

PT e PCdoB estão organizando um ato político em Porto Alegre para o fim desta semana. Há um forte burburinho de que o comício marcará o lançamento da chapa Haddad/Manoela.

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11.09.18
ED. 5950

Biomm é um soco no pâncreas do BNDES

O BNDES já faz planos de vender a sua participação na Biomm, a fabricante de insulina criada pelo empresário e ex-ministro do governo Lula Walfrido dos Mares Guia. Há conversas preliminares com outros acionistas, como a Vinci Partners. Tudo, no entanto, depende da empresa cumprir a promessa de iniciar a produção e venda nos próximos meses. A fábrica de Nova Lima (MG) está pronta e a licença para o início da operação já foi solicitada à Anvisa. No entanto, tratando-se da Biomm, é melhor esperar pelos primeiros mililitros de insulina na seringa. O projeto tem sido adiado seguidamente. Dono de 12% do capital, o BNDES investiu mais de R$ 100 milhões no empreendimento. Consultado sobre a venda da sua participação, o banco diz “não confirmar a informação”.

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11.09.18
ED. 5950

Gleisi, paz e amor

Gleisi Hoffmann – quem diria? – debelou um incêndio. Convidou Marilia Arraes para o conselho político da campanha de Lula, ou melhor, de Fernando Haddad, selando um armistício com a neta de Miguel Arraes. Marília ameaçou deixar o PT depois de ter sua candidatura ao governo de Pernambuco implodida pelo próprio partido, que decidiu apoiar a reeleição de Paulo Câmara (PSB).

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11.09.18
ED. 5950

Um contêiner cheio de votos

O governo de Pernambuco tenta acelerar as negociações com investidores chineses interessados na construção do segundo terminal de contêineres do Porto de Suape. Um dos candidatos mais fortes é a China Communications Construction Company (CCCC). Ao mesmo tempo, o governo pernambucano articula um acordo com a Antaq para assegurar, desde já, que a licitação do empreendimento ocorra, no mais tardar, até fevereiro do próximo ano. De todos os envolvidos, ninguém está mais empenhado em colocar esse navio no mar do que o governador de Pernambuco e candidato à reeleição, Paulo Câmara. É a oportunidade de anunciar um projeto superior a R$ 1 bilhão nas franjas da eleição.

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11.09.18
ED. 5950

Programa de Índio

Na campanha de Eduardo Paes ao governo do Rio de Janeiro, a aposta é que Indio da Costa não chega à eleição. As portas estão abertas para uma coalizão de última hora.

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11.09.18
ED. 5950

Corrente elétrica

Os demais acionistas da usina de Santo Antônio estão impressionados com a sintonia entre Andrade Gutierrez e Cemig no contencioso societário da hidrelétrica. Os mineiros não dão um passo sem a empreiteira. Quem vê acha até que Sergio Andrade ainda é acionista da Cemig.

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11.09.18
ED. 5950

Montezuma digital

O fundo mexicano Mountain Nazca está sobrevoando o Viajanet, plataforma online especializada na venda de passagens e pacotes turísticos. Os astecas já cravaram duas aquisições de empresas de e-commerce no Brasil: os sites de descontos coletivos Groupon e Peixe Urbano.

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11.09.18
ED. 5950

A carne é fraca

Um dos candidatos que criticou com mais veemência a criação do fundo partidário, Álvaro Dias vem usando o ervanário público sem cerimônias. Entre outras “regalias” de campanha, os recursos têm permitido a Dias viajar para cima e para baixo em jatinhos fretados.

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11.09.18
ED. 5950

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, CNPC e Eldorado.

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