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Planos
06.09.18
ED. 5948

Gerdau quer distância da Venezuela

Os Gerdau também querem “fugir” da Venezuela. Segundo o RR apurou, o grupo está em busca de um comprador para a Sizuca, usina localizada na região de Ciudad Ojeda. Não vai ser fácil atravessar essa fronteira. A Gerdau já teria recebido sondagens de investidores locais, mas os valores aventados não chegariam sequer perto dos US$ 90 milhões que pagou pelo ativo no já longínquo ano de 2007. A queda reflete a depreciação tanto da usina quanto, sobretudo, da própria Venezuela. Sob os mais variados aspectos, a Sizuca é hoje uma nódoa na cartografia de negócios da Gerdau na América do Sul. Com capacidade para produzir cerca de 300 mil toneladas por ano, a fábrica de aços longos é considerada obsoleta e tem acumulado prejuízos. Sofre também com a grave crise política e institucional venezuelana e a forte retração econômica do país, com grave impacto sobre o setor de construção civil. Em tempo: trata-se da segunda vez que o plano global de desmobilização de ativos da Gerdau passa pela América do Sul – no ano passado, a companhia vendeu uma produtora de aços longos no Chile.

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22/02/19 14:36h

Fabio Jose Vieira

disse:

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06.09.18
ED. 5948

Uma “chapa” puro-sangue do empresariado nacional

Há uma boa nova no mercado eleitoral. Um grupo seleto de empresários, reunidos em torno do movimento “Você muda o Brasil”, ingressou na arena política disposto a apoiar um candidato à Presidência da República e participar do seu governo, caso o ungido assim o queira. É difícil não querer. Os poderosos são a fina flor do setor privado, predominantemente da indústria e com militância no Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). Pelo menos três deles fariam bonito no ministério de qualquer um dos presidenciáveis: Pedro Wongtschowski (Grupo Ultra), Pedro Passos (Natura) e Walter Schalka (Suzano). Os empresários acreditam em política industrial, mas acham que a intervenção do Estado é demasiada e defendem a qualidade dos quadros da gestão como uma das variáveis determinantes para a escolha do candidato a ser apoiado. A priori, o presidenciável não deve conduzir o país para uma polarização. Não chega a ser nenhum anagrama. Pelo contrário, é meio caminho andado para identificar os nomes prediletos dessa nata do empresariado.

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06.09.18
ED. 5948

Fármarcos do Carrefour

O braço de varejo farmacêutico do Carrefour, um negócio que andava meio de lado, ganhou status de prioridade entre os franceses. O grupo vai expandir sua rede de drogarias próprias – hoje são pouco mais de 120 lojas. A ideia é chegar a 200 unidades em 2019. O investimento está associado à estratégia do Carrefour de diversificar seus negócios no Brasil, que inclui até a abertura de restaurantes.

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06.09.18
ED. 5948

Memórias de Palocci

Depois da delação, as livrarias: corre no PT a informação de que Antonio Palocci está escrevendo suas memórias. O ex-ministro já teria firmado acordo com uma editora.

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06.09.18
ED. 5948

O Capitão e os federais

A Polícia Federal liberou 21 agentes para acompanhar os candidatos à Presidência da República. O primeiro a pedir reforço de sua segurança foi Jair Bolsonaro. Alvaro Dias e Marina Silva também já requisitaram os serviços da PF.

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06.09.18
ED. 5948

Cumprindo tabela

A Casa Civil tenta destravar o leilão de um pequeno trecho de 200 quilômetros da Ferrovia Oeste-Leste ainda para este ano.

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06.09.18
ED. 5948

Uma rara voz otimista no ninho tucano

O cientista político Antonio Lavareda, o oráculo responsável por interpretar a voz das pesquisas para o PSDB, tem atuado como uma espécie de psicanalista eleitoral dos tucanos. Vem dele a palavra de otimismo de que Geraldo Alckmin pode abocanhar um naco dos votos espontâneos de Jair Bolsonaro e até mesmo tomar seu lugar no segundo turno. Lavareda não esmorece nem quando é lembrado de que, desde a primeira eleição presidencial pós-redemocratização, em 1989, todos os candidatos que lideraram as pesquisas espontâneas a um mês do pleito foram para o segundo turno. Lavareda aposta suas fichas nos programas de TV de Alckmin. Entre runas e borras de café no fundo de xícaras, o vidente tucano crava que os agressivos filmetes da campanha de Alckmin terão impacto nas pesquisas reveladas na segunda semana de setembro, quando completarão 15 dias no ar. Além do horário eleitoral, o tucano é exaustivamente exibido na TV: são 12 inserções diárias na programação. Bolsonaro tem direito a uma e, ainda assim, não em todos os dias.

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06.09.18
ED. 5948

Compasso de espera

A ordem na Springs Global, a holding controladora da Coteminas, é segurar investimentos na Argentina. No rastro da crise local, o desempenho da operação portenha tem derrubado os números do grupo da família Alencar na América do Sul.

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06.09.18
ED. 5948

Pote de ouro

A um mês das eleições, 250 candidatos a deputado federal desistiram da disputa. O número é um grão se comparado ao recorde de 2014, quando 1.373 postulantes à Câmara ficaram pelo caminho antes do pleito. Foro privilegiado é um artigo dos mais concorridos.

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06.09.18
ED. 5948

Programação interrompida

A iminente cassação da candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio é fator de alívio no QG de campanha de Eduardo Paes. Os assessores do ex-prefeito receberam a informação de que o kamikaze estava preparando uma série de armadilhas para os debates eleitorais. A munição de maior calibre ficaria para o programa da Globo, quando Garotinho aproveitaria a transmissão para sacar do coldre uma nova acusação ligando Paes à Lava Jato. Nada que não possa ser passado à mídia, mas, sem o acting de Garotinho ao vivo, tudo perde força.

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06.09.18
ED. 5948

Hemograma em série

O Hermes Pardini avança na direção do Laboratório Tafuri, rede de medicina diagnóstica com três unidades em Minas Gerais. Desde o IPO do grupo, em fevereiro de 2017, quando amealhou R$ 800 milhões, a família Pardini já fez mais de uma dezena de aquisições. Procurado, o Tafuri diz “desconhecer a informação”. Já o Hermes Pardini não quis se pronunciar sobre o assunto.

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06.09.18
ED. 5948

Osso duro de roer

A saída de Martin Secco da presidência do Marfrig estaria ligada a desentendimentos com Marcos Molina, controlador da companhia. O figurino de presidente do Conselho é apertado demais para Molina.

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06.09.18
ED. 5948

Guerra dos cem dias

As equipes de filmagem que acompanham Jair Bolsonaro colhem imagens não só para a campanha eleitoral, mas também para um documentário. A ideia é lançar o filme sobre o Capitão até maio de 2019, tendo como mote os cem primeiros dias de seu eventual governo.

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06.09.18
ED. 5948

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gerdau, Carrefour e Marfrig.

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