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Planos
04.09.18
ED. 5946

Petrobras embala Baúna para venda

O programa de desmobilização de ativos da Petrobras deverá avançar algumas jardas ainda no minguante governo Temer. O RR apurou que a Karoon teria aberto negociações para a compra do campo de Baúna, na Bacia de Santos – processo retomado pela estatal na semana passada. Estima-se que a operação possa chegar à casa de US$ 1 bilhão. O mundo dá voltas. No início do ano passado, a Karoon esteve na disputa pela aquisição não apenas de Baúna como também do campo de Tartaruga Verde. A operação, no entanto, foi suspensa devido a uma ação judicial movida pelo sindicato dos petroleiros de Sergipe. Curiosamente, à época, além do imbróglio jurídico, a diretoria da estatal decidiu não levar o negócio adiante por considerar a proposta dos australianos “inconsistente” e repleta de incertezas. De lá para cá, mudou a Petrobras ou mudou a Karoon? Os australianos, por sinal, vivem um momento de forte ofensiva no Brasil. Em outro front, a Karoon negocia a compra da participação da chinesa Sinochem no campo de Peregrino, na Bacia de Campos. O ativo estaria avaliado em mais de US$ 3,5 bilhões. Trata-se de uma das principais áreas operadas por investidores privados no país. A produção de Peregrino está na casa dos 100 mil barris/dia.

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04.09.18
ED. 5946

As chegadas e partidas do Advent

O Advent procura um comprador para a sua participação de 75% na Allied, uma das maiores fornecedoras de soluções em TI do Brasil. Estima-se que os norte-americanos possam embolsar cerca de R$ 1,5 bilhão com a operação. Por sinal, o Advent tem mantido um frenético ritmo no Brasil, nas duas pontas do balcão. Fechou a compra de 80% do Walmart Brasil mediante um aporte de recursos na operação da ordem de R$ 1,9 bilhão. Em contrapartida, nos últimos meses amealhou algo próximo de R$ 3 bilhões com a venda de suas participações no laboratório Fleury e no Terminal de Contêineres de Paranaguá. Está mais do que no lucro.

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04.09.18
ED. 5946

Eleição apaga a venda da Light

O Conselho da Cemig defende que a venda integral da participação na Light seja empurrada para 2019. O quadro de incerteza eleitoral tem achatado as propostas que chegam à estatal. Até porque o “chefe” da Cemig, Fernando Pimentel, poderá deixar a cadeira de governador no dia 1o de janeiro. No máximo, a empresa deverá vender um excedente de 2% para evitar a reestatização da Light, caso um pool de bancos exerça a opção de venda de ações da distribuidora, que dará aos mineiros mais de 50% do capital.

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04.09.18
ED. 5946

Fake news?

A ministra Rosa Weber, que assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai reativar o Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições. A primeira reunião está prevista para a próxima semana. Criado com estardalhaço durante o mandato de Gilmar Mendes, o comitê de combate às fake news ficou em hibernação na reta final da gestão Luiz Fux no TSE.

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04.09.18
ED. 5946

Programa de governo

Rubens Ometto, da Cosan, já teria encaminhado a Geraldo Alckmin um “programa de governo” para a indústria sucroalcooleira.

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04.09.18
ED. 5946

Conveniência

Além da Americanas, a GP entrou na disputa pela BR Mania. Trata-se da segunda investida da gestora sobre as lojas de conveniência da BR Distribuidora em dois anos.

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04.09.18
ED. 5946

Além mar

Brasileiros e portugueses bolsonaristas deram um espetáculo ontem no Mercado da Ribeira, em Lisboa. Embalados por garrafas de bagaceira, entoaram juntos por horas o seu grito de guerra: “Mitooo, mitooo…”

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04.09.18
ED. 5946

Sístoles e diástoles

O fim de semana foi marcado por tensos debates entre as cúpulas do PT e do PCdoB. À luz do dia, os comunistas cumpriram o rito e soltaram uma nota defendendo a candidatura Lula; nos bastidores, no entanto, a presidente do partido, Luciana Santos, subiu a pressão para que os petistas oficializem a substituição do ex-presidente por Fernando Haddad. Principal articuladora da aliança com o PT, Luciana defende que Manoela D ́Ávila entre rapidamente em cena como candidata a vice de Haddad.

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04.09.18
ED. 5946

Mais celulose

A chilena CMPC já rascunha os primeiros estudos para uma nova ampliação da sua fábrica de celulose em Guaíba (RS). O projeto traz a reboque a necessidade da empresa de comprar aproximadamente 100 mil hectares de reservas florestais no país.

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04.09.18
ED. 5946

Made in Brazil

João Amoedo, que chegou a cogitar a importação de um marqueteiro estrangeiro, ficou mesmo com o conteúdo nacional. Contratou o jornalista Otavio Cabral, ex-Aécio Neves e ex-Marta Suplicy.

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04.09.18
ED. 5946

“Marina Pitbull” entra na arena eleitoral

Os marqueteiros de Marina Silva estão trabalhando o lado “pitbull” da candidata. A recomendação é que ela adote um estilo mais agressivo nos próximos debates, a exemplo do que ocorreu no embate com Jair Bolsonaro no último programa. Os assessores defendem que Marina use a causa feminista como o principal mote para o enfrentamento dos adversários.

Seu staff está garimpando nas redes sociais e na mídia declarações dadas pelos demais candidatos em agravo às mulheres. No caso do próprio Bolsonaro, chega até a ser covardia. Mas ele não será o único alvo. Geraldo Alckmin e Ciro Gomes, por exemplo, deverão ser arguidos por Marina em relação à baixa presença de mulheres em suas gestões em São Paulo e no Ceará.

Com esta estratégia, os marqueteiros de Marina Silva vislumbram a possibilidade de valorizar a imagem da mulher aparentemente frágil que defende com vigor suas posições em meio a candidatos homens. A “enquadrada” de Marina em Jair Bolsonaro no programa da Rede TV foi o momento que mais gerou reações no ambiente digital. Os tweets com menção à candidata cresceram aproximadamente 300% poucos minutos após o embate com o capitão. O assunto permaneceu no trend topics do Twitter após o encerramento da transmissão, como um dos cinco pontos mais comentados na rede social.

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04.09.18
ED. 5946

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Karoon, Sinochem, Advent, GP e BR.

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