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Planos
30.08.18
ED. 5943

Alibaba é a primeira na fila do caixa da Saraiva

O Alibaba – uma das maiores empresas de e-commerce do mundo – entrou no páreo pela compra da Saraiva. O grupo chinês já teria aberto conversações com os controladores da rede de livrarias, que enfrenta uma delicada situação financeira. Os asiáticos buscam uma operação híbrida, com vendas online e lojas físicas, capaz de turbinar sua atuação no país. Ao mesmo tempo, o Alibaba vislumbra a possibilidade de trazer para o mercado brasileiro seus produtos financeiros – como o e-Credit-line, um sistema de concessão de crédito para compras online. Na Saraiva, o assunto é guardado a sete chaves. Segundo o RR apurou, as tratativas para a venda do controle estariam restritas a um seleto grupo de não mais do que três acionistas, à frente Jorge Eduardo Saraiva, presidente do Conselho. Há pelo menos um ano, a empresa tem atrasado sistematicamente o pagamento a fornecedores, notadamente editoras. A companhia acumula mais de 300 títulos protestados em cartório, além de uma dívida da ordem de R$ 250 milhões. Sobre os atrasos, a Saraiva afirma estar “trabalhando em uma proposta para chegar a uma solução que seja razoável para todos os envolvidos.” Em relação à venda do controle, a empresa diz que “não comenta rumores de mercado.”

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30.08.18
ED. 5943

Bolsonaro cria manual de etiqueta para presidenciáveis

A entrevista de Jair Bolsonaro ao Jornal Nacional acendeu uma luz para os marqueteiros das campanhas presidenciais. O Capitão criou um padrão: fatura o evento quem é mais rude com os entrevistadores. Ou seja: é mais importante contraditar duramente do que ser convincente nas respostas. A própria Globo engendrou essa receita.

Em parte por transmitir a mensagem de que o entrevistado enfrentou um poder até então imbatível; em outra, devido à postura arrogante e antipática dos âncoras Willian Bonner e Renata Vasconcellos. O primeiro candidato entrevistado, Ciro Gomes, não tinha descortinado esse caminho, e, preocupado com sua fama de destemperado, manteve-se demasiadamente manso frente a perguntas intimidatórias e com cerca de um minuto de duração. Daqui para frente, após Bolsonaro, as próximas entrevistas no JN serão sessões de tiro livre.

É muito mais divertido ver tapas e revides na Globo do que a resposta a temas complexos ou que já embutem uma desculpa ou desmentido na arquitetura da pergunta. Em tempo: o entorno de Jair Bolsonaro passou o dia de ontem exultante com os resultados da entrevista ao Jornal Nacional. Levantamento feito pela campanha do Capitão mostrou que o número de menções ao candidato nas redes sociais triplicaram em relação ao debate da Rede TV. Mais do que isso: cerca de 70% das citações foram favoráveis a Bolsonaro. O pico veio com o “embate” travado com a apresentadora Renata Vasconcellos sobre a questão dos salários das mulheres.

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30.08.18
ED. 5943

A segunda vez da Liquigás

A Petrobras vai retomar a venda da Liquigás. De acordo com entendimentos prévios com o Cade, os grandes distribuidores de GLP deverão ser alijados do processo – a primeira tentativa de negociação, com o Ultra, foi barrada pelo Conselho. A intenção da Petrobras, desta vez, é oferecer a Liquigás a fundos de investimento.

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30.08.18
ED. 5943

R$ 15 milhões

Além da autodoação de R$ 20 milhões já realizada, Henrique Meirelles calcula que ainda gastará mais R$ 15 milhões do próprio bolso até o fim da campanha. Se chegar ao fim da campanha.

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30.08.18
ED. 5943

Modelo tucano made in India

A inspiração para o projeto de troca da moeda que estaria sendo estudado pelos assessores de Geraldo Alckmin – ver RR de ontem – vem da Índia. O modelo foi adotado no país asiático há aproximadamente dois anos e gerou consequências díspares em momentos distintos. Em um primeiro instante, a medida provocou um caos. Os indianos que mantinham dinheiro em casa e correram para fazer a troca ou depositar o montante em contas correntes sofreram com a falta de estrutura dos bancos. Filas quilométricas se formaram por dias seguidos. Houve ainda um atraso na impressão das novas cédulas, o que causou um colapso na circulação de moeda e forte impacto, notadamente, sobre o comércio. Quando as notas finalmente chegaram às mãos dos indianos, elas eram maiores do que as anteriores e não cabiam nas máquinas de atendimento bancário usadas no país. Depois da borrasca inicial, as coisas se acalmaram e o governo indiano conseguiu o seu intento, de higienizar a economia e tirar de cena boa parte do dinheiro ilegal. A estimativa é que naquele momento, em fins de 2016, havia um total de notas em circulação proveniente de atividades criminosas equivalente a 20% do PIB indiano.

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30.08.18
ED. 5943

Fernando Collor vs. Renan Calheiros

A campanha ao governo de Alagoas promete. Nos bastidores, os ex-aliados Fernando Collor de Mello e Renan Calheiros têm trocado ameaças de chumbo cruzado. Poucos políticos brasileiros se conhecem tão bem: um poderia escrever a mais impublicável biografia sobre o outro. No caso de Collor, a munição seria disparada para derrubar Renan e seu rebento, Renan Filho, candidato à reeleição e líder das pesquisas em Alagoas.

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30.08.18
ED. 5943

“Problemas de agenda”

Fernando Pimentel nega atritos com Dilma Rousseff, que, por sua vez, diz o mesmo em relação ao governador. No entanto, até o momento um não aceitou participar da gravação do programa eleitoral do outro. Tampouco há previsão de atos de campanha conjuntos em Minas Gerais.

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30.08.18
ED. 5943

Falta de química

A decisão da CVM, que exigiu uma série de mudanças na oferta pública para a recompra de ações da Elekeiroz, coloca em compasso de espera uma operação que já estava praticamente selada. A HIG Capital, que adquiriu a empresa química dos Setúbal, já havia firmado um acordo com os minoritários para o fechamento de capital. Não é tanta gente: apenas 3,51% das ações da Elekeiroz estão em mercado.

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30.08.18
ED. 5943

Safra de credores

A ADM, que comprou toda a operação agrícola do Grupo Algar, já abriu conversações com os credores da empresa para renegociar os passivos e os prazos de pagamento. São bancos, fornecedores de insumo e produtores rurais a quem a Algar Agro deve pouco mais de R$ 900 milhões.

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30.08.18
ED. 5943

Rodovia da discórdia

A Triunfo teria iniciado entendimentos com a ANTT e a Casa Civil para a devolução da Concebra, que liga Brasília a Betim (MG). “Entendimentos” é forma de dizer. Em seus últimos quilômetros, o governo não está disposto a assumir esse pepino.

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30.08.18
ED. 5943

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Alibaba e Petrobras.

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