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Planos
27.08.18
ED. 5940

Inverno em Abril

A Rádio-Corredor da Editora Abril informa que os irmãos Giancarlo Civita e Victor Civita Neto viajaram para a Europa logo após o pedido de recuperação judicial, sem data estipulada para retornar ao Brasil.

Os ex-funcionários demitidos recentemente pela Editora Abril estão criando uma associação para o que promete ser uma longa batalha nos tribunais. Como a empresa não homologou as mais de 800 demissões antes do pedido de recuperação judicial, os trabalhadores não conseguiram sacar o FGTS ou sequer solicitar o seguro desemprego. O grupo pretende ainda fazer o que sabe de melhor, jornalismo, e criar um perfil nas redes sociais para noticiar o andamento dos processos contra a Abril.

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27.08.18
ED. 5940

Meirelles, o mutante

O marketing de campanha de Henrique Meirelles parece não ter medo do ridículo. Depois de caracterizar o vetusto ex-ministro como um integrante da Star Trek em uma peça nas redes sociais, está em pauta fundir sua imagem a de personagens de X-Men. É sério!

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27.08.18
ED. 5940

Transferência da faixa

A cúpula do partido já discute o “cerimonial” da passagem de bastão de Lula para Fernando Haddad. O PT pretende transformar a oficialização de Haddad como candidato à Presidência da República em um grande evento de mobilização da militância e de reafirmação do poderio eleitoral do mais célebre prisioneiro do país. A ideia é realizar um comício em Curitiba, próximo à carceragem da Polícia Federal. O PT planeja levar milhares de filiados e representantes de movimentos sociais para a cidade paranaense, com transmissão do evento ao vivo nas redes sociais.

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27.08.18
ED. 5940

Gafisa busca reforços contra take over hostil

O board da Gafisa tenta erguer uma barricada contra o avanço do investidor sul-coreano Mu Hak You, que se movimenta a passos largos para tomar o comando da incorporadora. Os conselheiros têm feito reuniões quase diárias com fundos nacionais e estrangeiros em busca de um novo sócio que se una a outras gestoras já presentes no capital da empresa, caso da River and Mercantille Asset, formando um bloco de resistência a Hak You. Dono da gestora GWI, o sul-coreano convocou uma assembleia geral extraordinária
para o dia 25 de setembro, com o objetivo de destituir todo o Conselho da companhia. O passo seguinte, ao que tudo indica, será a troca da diretoria executiva. A pulverização do controle da Gafisa acentua a fragilidade dos atuais administradores da empresa, que ocupam seus cargos graças a uma tênue composição entre fundos com não mais do que 20% do capital. Hak You, por exemplo, já tem 30% das ordinárias.

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27.08.18
ED. 5940

Fintechs

Por meio do fundo Santander InnoVentures, o banco espanhol tem cerca de R$ 300 milhões para montar um cinturão de fintechs no Brasil. Os primeiros R$ 50 milhões já caíram na conta da Creditas, plataforma de empréstimos. Há outros 20 projetos sobre a mesa dos espanhóis neste momento.

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27.08.18
ED. 5940

Negociação

O norte-americano HIG Capital estaria negociando a compra do hospital da Unimed, na Barra, avaliado em R$ 600 milhões.

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27.08.18
ED. 5940

Água francesa

A francesa Veolia é forte candidata à compra de uma participação na nova holding controladora da Sabesp. O grupo está voltando ao Brasil após uma difícil experiência na Sanepar, onde foi sócio da Andrade Gutierrez e do Opportunity.

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27.08.18
ED. 5940

Grupo João Santos a caminho da recuperação judicial

Um dos cinco maiores fabricantes de cimento do Brasil, o Grupo João Santos vai jogar a toalha. Segundo uma fonte que presta assessoria à empresa, o pedido de recuperação judicial deverá sair nos próximos dias. Seria a bala de prata para impedir a decomposição de um dos grandes conglomerados industriais do Nordeste, dono da Cimento Nassau. Segundo o RR apurou, a medida pode englobar todas as 12 fábricas do grupo pernambucano, cada uma delas uma empresa separada.

Trata-se de uma fragmentação societária que tem dificultado até mesmo que a companhia calcule o tamanho real da sua dívida. Há subsidiárias em que os passivos variam de R$ 50 milhões a R$ 100 milhões. O RR fez seguidas tentativas de contato com o Grupo João Santos por telefone e e-mail, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. Desde o ano passado, circulam no mercado rumores sobre a recuperação judicial ou até mesmo a falência do grupo, seguidamente desmentidos por seus dirigentes.

A crise financeira alimenta também especulações sobre o futuro das fábricas. Trata-se de uma cesta de ativos capaz de fazer diferença na balança da indústria cimenteira. O João Santos detém uma capacidade instalada da ordem de oito milhões de toneladas. Na hipótese de uma venda em bloco das fábricas, seria o suficiente, por exemplo, para a Lafarge Holcim ultrapassar a Intercement, leia-se Camargo Corrêa, na segunda posição no ranking nacional. Mesmo uma eventual recuperação judicial pode fazer parte do problema e não da solução, dado o notório estado de fratricídio societário do grupo desde a morte do patriarca, em 2009.

Sem o poder moderador de João Santos, a família cindiu. Três de seus filhos, Fernando, José Bernardino e Maria Clara ficaram de um lado; no front oposto, agruparam-se outras duas filhas do empresário, Ana Maria e Rosália. Enquanto os herdeiros se digladiam, as empresas se arrastam. No ano passado, a produção na fábrica de Itapetinga (PI) ficou temporariamente suspensa. A unidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES) foi paralisada no fim de 2017.

Em janeiro, os funcionários da planta de Itaituba (BA) receberam férias coletivas de 30 dias. Em março, o mesmo ocorreu na fábrica de Ituaçu (BA). O Grupo João Santos é alvo de um número cada vez maior de ações no Ministério Público do Trabalho do Piauí, São Paulo, Pará, Paraíba, Pernambuco, Amazonas, Rio Grande do Norte e Espírito Santo. Em março, a Justiça bloqueou cinco imóveis da unidade em Codó (MA) para o pagamento de R$ 7 milhões em dívidas trabalhistas. Os relatos sobre as dificuldades passadas pelos funcionários do Grupo João Santos estão disponíveis na internet. No Facebook, há uma página denominada “Demitidos Cimento Nassau”, com mais de 500 integrantes.

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27.08.18
ED. 5940

A guarda suíça de Alckmin

Ao que parece, Geraldo Alckmin confia mais na “sua” polícia do que na dos outros. O candidato tucano praticamente abriu mão do staff da Polícia Federal a que tem direito como ex-governador – uma lei do também tucano José Serra lhe garante dois agentes pelo período de quatro anos. Na maior parte dos eventos, Alckmin tem usado em sua segurança homens cedidos pela PM de São Paulo.

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27.08.18
ED. 5940

Revival elétrico

A Vinci Partners, de Gilberto Sayão, tem interesse nas SPEs da área de transmissão que serão vendidas pela Eletrobras. A Vinci já teve um pé no setor, quando controlava a Equatorial Energia.

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27.08.18
ED. 5940

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gafisa, Santander, Unimed-Rio, HIG e Vinci Partners.

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