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Planos
01.08.18
ED. 5922

O elo perdido de Paulo Guedes para as privatizações

O economista Paulo Guedes, virtual ministro da Fazenda em um governo de Jair Bolsonaro, extrai sempre ideias criativas das suas caraminholas. Dessa última leva, uma proposta merece atenção especial. Guedes anunciou publicamente que quer privatizar todas as estatais – ou “metade que seja”, minimiza. Diz que levantaria um valor entre R$ 500 bilhões e R$ 700 bilhões. Mas como realizar o milagre? Vender essa miríade demoraria o tempo de um governo. Ou mais.

O pulo do gato do economista é embalá-las todas em um fundo, que seria trocado por dívida da União. As empresas passariam a ter gestão profissionalizada e governança no conceito corporation. A mágica de Guedes se dá toda dentro do governo, sem editais, leilões, várias instâncias reguladoras e demais burocracias. A receita do bolo contém só o valuation das companhias, a transferência das empresas para um fundo de estatais e o abatimento das cotas desse fundo da dívida pública bruta interna.

A privatização para valer, no melhor estilo Chicago University, se daria em um segundo momento, quando as cotas do fundo iriam a mercado. Nas contas do economista, a dívida poderia descer de 73% para algo na casa de 40%. Com a efetuação das reformas que foram adiadas, a exemplo da tributária e previdenciária, o Brasil desentortaria o seu ajuste fiscal passando a ter zero de déficit primário no orçamento. As contas permitiriam uma queda acentuada da Selic real, talvez para algo em torno de 3%. E a relação dívida bruta/PIB baixa e cadente permitiria a conquista de um ciclo virtuoso da economia. Parece ser simples e bom demais, para emergir da dupla Bolsonaro e Paulo Guedes. O RR não crê em brujas, pelo que las hay, las hay.

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01.08.18
ED. 5922

Renúncia fiscal na mira dos presidenciáveis

O gabinete do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, é o point dos assessores econômicos dos mais diversos candidatos. Todos buscam informações fidedignas e aconselhamento em relação a medidas tributárias. A maior demanda diz respeito a dados sobre renúncias fiscais. A julgar pela sanha dos seus coordenadores, 10 em 10 presidenciáveis cortarão alguma parcela da “chupança” empresarial. A estimativa da renúncia fiscal do governo, neste ano, é da ordem de R$ 300 bilhões, ou seja, quase duas vezes a meta de déficit primário de 2018, de aproximadamente R$ 159 bilhões.

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01.08.18
ED. 5922

XP (Itaú) às compras

O Itaú quer usar a XP como consolidadora de empresas e plataformas de investimento. Na mira, a corretora Easyinvest, que tem entre os seus acionistas o fundo norte-americano Advent.

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01.08.18
ED. 5922

Caldeirão

Depois de Marina Silva, agora é Geraldo Alckmin que entabula um encontro com Luciano Huck. Não consta que FHC, entusiasta da
frustrada candidatura Huck, estará presente.

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01.08.18
ED. 5922

Privatização?

O governo Temer deverá liberar a participação da própria Caixa Econômica na segunda – e provavelmente última – tentativa de privatização da Lotex. A primeira licitação das loterias federais foi suspensa por falta de candidatos.

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01.08.18
ED. 5922

Meirelles quer blindagem

Henrique Meirelles não quer a presença de líderes do MDB do Rio de Janeiro, dos que sobraram, em seus eventos no estado. Não deixa de ter sua razão. Mas é por essas e outras que o MDB não quer nem saber de Meirelles.

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01.08.18
ED. 5922

Procura-se um cirurgião para a imagem de Neymar

Menos de 24 horas após o lançamento do polêmico anúncio da Gillette, o staff de Neymar já iniciou a busca de um “antídoto contra o antídoto”. Segundo o RR apurou, na própria segunda-feira o PSG e o pai do atleta, Neymar Santos, mantiveram contatos com duas agências de consultoria de imagem, uma de origem francesa e outra norte-americana. A pressão maior por um imediato trabalho de reposicionamento da imagem do craque vem do clube parisiense, que investiu 222 milhões de euros na sua contratação. Mas, desta vez, até mesmo o entorno do jogador, habituado a afagar o seu ego, sentiu o golpe. Há um consenso de que o mea culpa patrocinado pela Gillette só acentuou a exposição negativa do brasileiro a partir da pecha de “cai-cai” adquirida na Copa.

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01.08.18
ED. 5922

O Plano B de Marina Silva

Marina Silva e Heloisa Helena tiveram um encontro na última segunda-feira. Trataram da possibilidade de uma chapa 100% Rede Sustentabilidade, com a indicação da ex-senadora alagoana como candidata a vice. Por ora, a hipótese é tratada dentro do partido como um Plano B, a ser usado apenas em caso de fracasso nas tratativas com o PV – hoje a única hipótese real de aliança para a Rede. A própria Heloisa Helena ainda demonstra alguma resistência em ser companheira de chapa de Marina, o que lhe obrigaria a abrir mão de uma candidatura pule de dez para a Câmara dos Deputados.

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01.08.18
ED. 5922

Basf quer furar mais poços no Brasil

A Wintershell Holding, leia-se Basf, “descobriu” o Brasil. Após estrear na 15a rodada da ANP, em março, quando arrematou três blocos, já costura sua participação no leilão de cessão onerosa programado para novembro. Deve chegar de braços dados com a Chevron.

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01.08.18
ED. 5922

Deputados estaduais à míngua

A partilha do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) revela a desimportância dos deputados estaduais na estratégia eleitoral dos grandes partidos. Nenhuma das siglas com pré-candidato à Presidência da República – MDB, PT, PSDB, Rede, PSL, PDT, PSOL, Podemos e Novo – planeja destinar recursos do Fundo para seus candidatos às assembleias legislativas. O mesmo se aplica a outras legendas de peso no tabuleiro político, como DEM, PP e PR. No total, o FEFC vai jorrar exatos R$ 1.716.209.431 nas campanhas eleitorais.

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01.08.18
ED. 5922

Fósforo aceso

A Operação Margem Controlada, deflagrada ontem com a prisão de funcionários da Petrobras, Ipiranga e Raízen, reacendeu a chama da criação de uma CPI para investigar possíveis fraudes na formação dos preços de combustíveis no país. O pedido da senadora Vanessa Grazziotin já conta com as 27 assinaturas necessárias.

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01.08.18
ED. 5922

Sangue quente

O Hermes Pardini, dono de uma das maiores redes de laboratórios do Brasil, pretende avançar uma casa e partir para a aquisição de hospitais.

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01.08.18
ED. 5922

Urubu desde pequeno

Ainda que de partidos diferentes, Marcelo Crivella (PRB) e o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, filiado ao PV, estão em clima de “simpatia é quase amor”. Crivella tem acenado com todas as facilidades para o clube construir um ginásio multiuso na Gávea. Ao que parece, o prefeito encontrou uma maneira de resgatar parte da popularidade perdida.

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01.08.18
ED. 5922

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Itaú e Hermes Pardini.

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