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Planos
31.07.18
ED. 5921

Marina Silva balança as chaves do seu programa econômico para o Insper

A candidata Marina Silva está prestes a trocar vários dos seus assessores por uma instituição acadêmica de grife para a coordenação do seu programa econômico. O Insper daria um caráter institucional à consultoria da campanha de Marina, segundo apurou o RR junto a uma fonte da própria escola. Ele entraria na coordenação do programa econômico como um think thank responsável pelo aconselhamento e produção de documentos para o futuro governo da candidata do Rede. Ou seja: Marina teria um órgão para assinar com sua marca o programa econômico da sua candidatura.

Os principais assessores de Marina, à exceção de André Lara Resende, Eduardo Giannetti e Ricardo Paes de Barros, já pertencem à instituição acadêmica. Mas o entusiasta da ideia é o presidente do Insper, Marcos Lisboa, que espertamente não fecha outras portas. Lisboa voa que nem mosca de padaria sobre diversas candidaturas não é de hoje. Já esteve próximo de Lula, Ciro, Meirelles e Rodrigo Maia. Mais recentemente buscou se aproximar de Geraldo Alckmin. E teve cuidado para não fechar as portas nem para Jair Bolsonaro, propriedade de Paulo Guedes, que considera a maioria dos economistas do país “insignificantes” (a frase foi dita junto a integrantes do antigo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais).

Mesmo que migre para outra candidatura, Lisboa apoiaria a colaboração do Insper a Marina. O time de colaboradores do Rede carregaria um contrabando da FGV, o economista Samuel Pessoa, além do fiscalista da patota, Mansueto Almeida, atual Secretário do Tesouro. Um elenco, aliás, afinadíssimo com a equipe econômica de Geraldo Alckmin. No fundo são todos tucanos. O Insper está para a centro-direita o que a PUC foi para o PSDB.

Pode ser mera coincidência, mas é bastante provável que Marina Silva e o ex-governador de São Paulo estejam juntos no segundo turno das eleições. Caso qualquer um deles consiga atravessar o Rubicão petista ou bolsonarista, a turma poderia se juntar em um governo híbrido O Insper não está inventando a roda. Em outros tempos, com quadros técnicos bem mais estelares e uma validação institucional de todo o establishment, a Fundação Getúlio Vargas participou na construção de políticas econômicas. A FGV, contudo, ao contrário do Insper, nunca emprestou sua assinatura a uma candidatura. A velha Senhora da Praia de Botafogo assessorou governos com razoável independência, não se ligando a um candidato. Em tempo: falta saber se o Insper tem alguma promessa firme de recompensa no futuro. O RR ousa apostar que é só vontade de poder. O Insper esclarece que é uma instituição de ensino e pesquisa apartidária, portanto, não possui nenhum partido ou candidato. O RR mantém o benefício da dúvida.

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31.07.18
ED. 5921

Só Lula salva

O Instituto Lula deverá partir para a venda de camisas, chaveiros e outras quinquilharias com mensagens de apelo político para ajudar a pagar as contas. Neste caso, passaria a concorrer com o próprio PT pelo licenciamento da “marca” Lula. Em grave crise financeira, o Instituto acumula cerca de R$ 17 milhões em dívidas tributárias.

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31.07.18
ED. 5921

Sucessão

Silvio Santos tem ouvido consultores especializados em sucessão familiar. Suas filhas devem ganhar ainda mais espaço na gestão dos negócios do Homem do Baú, incluindo o próprio SBT.

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31.07.18
ED. 5921

Ministro de festim

Na esteira da aliança com o PSDB e da conversa com Geraldo Alckmin, Paulinho da Força já fala nos bastidores como futuro ministro do Trabalho do tucano. Se é assim que ele diz…

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31.07.18
ED. 5921

Raízen chega na Argentina em má hora

A Raízen, que pagou US$ 950 milhões pelos 645 postos da Shell na Argentina, está sendo obrigada a refazer todo o planejamento financeiro da operação. Tudo por conta do congelamento dos preços dos combustíveis decretado pelo governo Macri, que durou de maio ao início de julho. O grupo será bastante conservador nas suas contas, devido ao risco de que a medida seja repetida ainda neste ano. Em tempo: até recentemente a conta cairia apenas no colo da Shell. Mas, ao vender seus postos na Argentina, o grupo anglo holandês passou a dividir a fatura com a Cosan, sua sócia na Raízen.

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31.07.18
ED. 5921

Aécio monta o seu “centrinho” em Minas

Aécio Neves articula nos bastidores para que Rodrigo Pacheco (DEM) desista da sua candidatura ao governo de Minas Gerais e apoie o tucano Antonio Anastasia. Pacheco considera esta hipótese, desde que não tenha que dividir santinho eleitoral com o próprio Aécio.

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31.07.18
ED. 5921

As teorias conspiratórias de Carlos Lupi

Carlos Lupi tem falado cobras, lagartos e outros répteis impublicáveis de Rodrigo Maia. O presidente do PDT considera que o partido e o próprio Ciro Gomes foram usados como joguetes por Maia. Sua percepção é que o presidente da Câmara encenou durante todo o tempo um apoio que jamais daria, vazando na imprensa a aproximação de Ciro com o objetivo de valorizar seu passe junto aos tucanos. A teoria da conspiração “lupiana” vai ainda mais além: grudar no pedetista a possibilidade de coalizão com o DEM teria sido caso pensado para queimar o filme de Ciro junto à esquerda. É tão rocambolesco que de repente faz até sentido.

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31.07.18
ED. 5921

O mapa de Henrique Meirelles

O bunker de campanha de Henrique Meirelles avalia os prós (poucos) e contras (muitos) de uma visita do ex-ministro, antes da convenção de agosto, aos estados que lhe são mais refratários na cartografia do MDB. A rota do fogo amigo passa por Ceará (Eunício de Oliveira), Maranhão (José Sarney), Alagoas (Renan Calheiros) e Paraná (Roberto Requião). Hoje, entre os assessores do candidato, predomina a tese de que será muito desgaste por nada. Mesmo que leve seu sorriso metálico a essas latitudes, será muito difícil Meirelles virar o jogo nesses territórios hostis.

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A China Communication Construction Company (CCCC) tem interesse em participar do projeto da Fico, uma das poucas ferrovias que deve sair do papel, graças à parceria entre o governo federal e o do Mato Grosso.

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31.07.18
ED. 5921

A trupe de Boulos

Paula Lavigne é a “head hunter” de Guilherme Boulos junto às estrelas. Ela tem arregimentado o apoio de artistas para o candidato do PSOL. O sonho de consumo é Paulo Betti, um petista histórico.

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31.07.18
ED. 5921

Grife do Ney

A holding Neymar prepara o lançamento de uma grife de roupas com o nome do jogador. Antes que algum piadista faça troça, a linha de produtos não terá “tomara que caia”.

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31.07.18
ED. 5921

Âncora

Pré-candidato à Câmara, o ator Alexandre Frota se ofereceu para ser o apresentador do programete eleitoral de Jair Bolsonaro. Ou melhor: dos centésimos que sobrarem dos oitos segundos a que o Capitão terá direito na TV.

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31.07.18
ED. 5921

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CCCC e Raízen.

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