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Planos
23.07.18
ED. 5915

Petrobras faz a sua própria “reforma” das leis trabalhistas

A Petrobras está jogando pesado em seu novo plano de cargos e salários, chamado de PCR. Oferece como ganho a mobilidade no cargo, verba adicional e uma distinção informal ao funcionário que aderir. Com a iniciativa, a estatal pretende se proteger contra ações trabalhistas e aumentar a produtividade do trabalho. A Federação Única dos Petroleiros tem feito forte oposição à mudança. A medida permite à Petrobras ter uma maior flexibilidade em relação às leis do trabalho. Nas primeiras três semanas para adesão ao plano, cerca de 20 mil dos mais de 60 mil empregados da estatal aceitaram a proposta. O prazo final para adesão é o mês de setembro. A expectativa na companhia é de que pelo menos 90% da sua força de trabalho concordem com o plano.

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30/07/18 9:11h

pereira silva

disse:

A Petrobras terá sucesso quando nenhuma decisão de negócio tiver direcionamento político. O que não acontece desde o fim do governo militar. Enquanto isso, aumenta a cada dia a possibilidade de sua privatização. Cada governo faz o que quer na Petrobras e o resultado estamos vendo nos números.

23.07.18
ED. 5915

Editora Abril busca uma plataforma para o futuro

A Editora Abril caminha para um processo de recuperação judicial, segundo incontestável fonte do setor. A empresa tem problemas operacionais e financeiros agudos. A própria chegada da Alvarez & Marsal indica esta direção: não há outra justificativa para a contratação da consultoria, praticamente sinônimo do expediente. À primeira vista, a medida assusta, até porque é inevitável uma sangria no corpo de funcionários. Mas, em alguns casos, a recuperação pode ser literalmente a redenção.

A Abril, que, ao contrário da Globo, se atrasou em demasia na migração do conteúdo impresso para o meio digital, apostou suas fichas no papel e não se desenvolveu nas redes ou em novos modelos de negócios, como o streaming, está sendo obrigada a se reestruturar e virar a mesa de toda a operação. Está previsto o enxugamento da carteira de publicações. Com garantia de continuidade, somente os cavalos geradores de caixa: Exame, Claudia e Veja. A janela para o futuro passa pela adequação do parque gráfico, da distribuidora de publicações próprias e de terceiros, a mudança de perfil do profissional com cortes e vendas.

No melhor dos cenários, a Abril passaria a ser a primeira “editora de magazines digital puro sangue” do Brasil e quiçá das Américas. O conteúdo permaneceria com alta qualidade, mas as imagens passariam por uma verdadeira revolução, com a adoção da tecnologia de animação. Um exemplo: os álbuns de figurinha, que já foram uma tradição da Abril, poderiam ser adaptadas para a animação. As revistas em quadrinho – a Abril acabou com a linha Disney – poderiam retornar seguindo o mesmo caminho. Procurada pelo RR, a Editora Abril não quis se pronunciar. A Editora se tornaria disruptiva no mercado, mantendo-se como uma mídia influente e revalorizando o seu conteúdo. O segredo seria o uso do meio digital com movimento, animação, interatividade. O primeiro passo, e o mais difícil, é assumir que a Abril não é uma companhia de papel, não obstante tenha se preparado desde sempre para ser uma revisteira. Se não mudar vai dançar. A boa nova é que a metamorfose está em curso.

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23.07.18
ED. 5915

O disruptivo Meirelles

A afortunada campanha de Henrique Meirelles deverá lançar um aplicativo próprio para os aficionados acompanharem todos os passos do ex-ministro.

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23.07.18
ED. 5915

Acordo costurado

Geraldo Alckmin vem se vangloriando dentro do ninho tucano de ter costurado o acordo com o Centrão sem a participação direta de FHC.

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23.07.18
ED. 5915

Lindbergh é o professor Pardal do PT

O senador Lindbergh Farias é um campeão em inovações. “Lindinho” engenhou uma nova participação de Lula no certame eleitoral como “presidente de honra”. Assim, Fernando Haddad, Jaques Wagner ou seja quem for o candidato petista entraria na disputa com o compromisso de indultar Lula para que ele exercesse o seu cargo honorífico. A chapa tríplice do PT, portanto, teria presidente de honra, presidente e vice. Mais uma contribuição de Lindbergh Farias.

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23.07.18
ED. 5915

China Railway toma novo rumo

A China Railway mudou de trilho no Brasil. Convictos de que o governo Temer não vai conseguir privatizar sequer um dormente até ofim do ano, os asiáticos saíram em busca de projetos ferroviários na iniciativa privada. MRS e Rumo Logística estão no radar da China Railway.

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23.07.18
ED. 5915

Águas passadas?

A resistência dos Rego Almeida, leia-se Ecorodovias, começa a dar sinais de esgotamento. O clã já discute a hipótese de vender o Ecoporto, terminal no Porto de Santos. A família pagou R$ 1,3 bilhão pelo negócio em 2012 e nunca chegou nem perto de recuperar o dinheiro. Hoje, o Ecoporto estaria operando com uma ociosidade superior a 50%.

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23.07.18
ED. 5915

Esportes olímpicos na berlinda

A nova MP das Loterias, que será enviada ao Congresso em até duas semanas, deverá tirar dos esportes olímpicos cerca de R$ 250 milhões.É praticamente a metade do valor que seria sugado com a MP 841, que chegou a ser publicada e depois suspensa pelo presidente Michel Temer. Ainda assim, a gritaria entre os clubes e atletas promete ser grande.

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23.07.18
ED. 5915

Flavio Rocha à espera de um milagre

Mesmo após anunciar sua saída da disputa presidencial, o empresário Flavio Rocha ainda não retornou de vez à gestão executiva da Lojas Riachuelo. Pode ser um indicativo de que Rocha ainda tem alguma pontinha de esperança de participar do jogo eleitoral.

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23.07.18
ED. 5915

PRB escala seus pastores eleitorais

O pastor Marcos Pereira, ex-ministro de Michel Temer, trabalha para que o PRB tenha candidaturas próprias ao governo de pelo menos cinco estados. Os candidatos deverão sair notadamente das fileiras evangélicas, sobretudo a Igreja Universal.

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23.07.18
ED. 5915

Rede hospitalar

A HIG Capital está em negociações para a compra de um hospital em São Paulo. O fundo norte-americano já tem seis unidades hospitalares no Brasil. Além disso, enveredou recentemente pela indústria química, com a aquisição da Eleikeiroz junto à família Setúbal por R$ 160 milhões.

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23.07.18
ED. 5915

O trio vai virar quarteto

Os ex-acionistas do BTG Marcelo Kalim, Carlos Fonseca e Leandro Torres já estariam negociando o ingresso de um investidor estrangeiro no C6Bank, banco digital recém- criado pela tríade.

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23.07.18
ED. 5915

Dinheiro curto

Ao que tudo indica, ainda não  será desta vez que o Mubadala conseguirá se livrar do Hotel Glória, herdado junto com o espólio de Eike Batista. As conversações do fundo soberano de Abu Dhabi com o empresário italiano Carlo Menichini para a transferência do empreendimento estão devagar, quase parando.

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23.07.18
ED. 5915

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: HIG Capital, Ecorodovias e C6Bank.

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