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Planos
20.07.18
ED. 5914

Meirelles quer fazer do governo Lula seu avalista eleitoral

O marqueteiro de Henrique Meirelles, Chico Mendez, já definiu uma linha para a campanha do candidato. A ideia é usar ao máximo possível a imagem de Lula, com o propósito de pegar carona na bonança econômica do seu governo e vinculá-la à gestão de Meirelles no Banco Central. Desta forma, o ex-ministro tentaria surfar nas boas lembranças da gestão do petista ainda resilientes na memória de um terço do eleitorado. O “Chame o Meirelles”, slogan bombardeado desde a semana passada na TV e nas redes sociais, ganharia, então, uma segunda linha: ao chamar Meirelles, o eleitor traria de volta a estabilidade econômica, distribuição de renda, emprego.

A iniciativa, é bom que se diga, tem prazo de duração: Lula não vai ficar calado até as eleições. Mas, ao menos, funcionaria como um ponto de partida para a campanha de Meirelles. No mundo paralelo concebido pelos publicitários do pré-candidato emedebista, o discurso implícito será na seguinte linha: o governo Lula só foi o que foi porque Meirelles fez parte dele durante cada um dos seus 2.921 dias. E os seus 694 dias à frente do Ministério da Fazenda de Michel Temer, com o desemprego na casa dos 13%? Será apenas um detalhe.

Não obstante o risco de soar como um cinismo escancarado, chega-se a dizer, entre os estrategistas de Meirelles, que ele poderia explorar sua saída da Fazenda, tratando-a como um sinal de discordância e oposição ao governo Temer. Conciliador como só ele, Meirelles teria adiado ao máximo seu desligamentdo Ministério para não aumentar a instabilidade política e institucional. A lógica é que a propaganda eleitoral suportaria o photoshop na realidade.

Segundo informações filtradas do comitê de campanha do emedebista, uma das peças de comunicação mais contundentes, que deverá ser veiculada antes da convenção do partido e da eventual homologação da cambaleante candidatura Meirelles, tem como base um discurso feito por Lula em 2010. A fala seu deu em Anápolis (GO), terra natal do ex-ministro da Fazenda. “Vocês já ouviram muitas pessoas falarem mal do Meirelles, porque os juros estão altos. Eu quero dizer ao povo de Anápolis que sou agradecido a este companheiro e à equipe econômica pela estabilidade e pelo respeito que o Brasil tem hoje no mundo”.

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20.07.18
ED. 5914

A antieleição da XP Investimentos

A XP também está medindo a soma dos abúlicos eleitorais e indispostos com todas as candidaturas. Segundo a empresa de investimentos, o número de pessoas desinteressadas em votar é maior do que a soma das intenções de voto de todos os candidatos. A XP está cada vez mais parecida com um instituto de pesquisas de opinião.

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20.07.18
ED. 5914

Quanto custa o Comperj?

As tratativas entre a Petrobras e a PetroChina para a entrada dos asiáticos no Comperj têm esbarrado nas cifras do projeto. Ou melhor, na indefinição dos valores. Em poucos meses, as estimativas de custo da estatal para a conclusão do projeto petroquímico já passaram de US$ 2,5 bilhões para quase US$ 3,5 bilhões. A cada hora surge um puxadinho não orçado.

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20.07.18
ED. 5914

Uma imagem que vale muito

O QG de campanha de Marina Silva costura um encontro entre a candidata e Joaquim Barbosa. Uma imagem ao lado do ex-ministro do STF vale muito no horário eleitoral.

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20.07.18
ED. 5914

Bota-abaixo

O fundo Advent já deu sinal verde para uma reestruturação na operação de e-commerce do Walmart Brasil. A herança digital deixada pelos norte-americanos foi uma plataforma obsoleta e deficitária.

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20.07.18
ED. 5914

Leilão do pré-sal na corda bamba

A própria Pré-Sal Petróleo (PPSA) trabalha com uma expectativa baixa em relação ao 2º Leilão de Petróleo da União, marcado para 31 de agosto, na B3. Localizadas em águas profundas, os blocos que serão colocados sobre o balcão exigem altos investimentos. É necessário, por exemplo, o uso de embarcações do tipo Posicionamento Dinâmico, mais onerosas. Ao todo serão ofertados três milhões de barris oriundos dos campos de Mero, Lula e Sapinhoá. Na primeira tentativa de licitação, em maio, a PPSA não conseguiu vender nenhum dos lotes ofertados. Na ocasião, houve apenas um habilitado, a Shell, que sequer apresentou um lance. Mau presságio

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20.07.18
ED. 5914

A chinese wall de Cármen Lúcia

Ao ocupar a Presidência da República pela terceira vez, por conta da viagem de Michel Temer à África, a ministra Cármen Lúcia recusou compromissos de caráter político, incluindo pedidos de audiência de dois líderes partidários no Congresso. A presidente do STF preferiu dividir a agenda entre os seus: na quarta, por exemplo, recebeu o Secretário Nacional de Justiça, Luis Pontel.

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20.07.18
ED. 5914

Voto de minerva

Neste momento, todos os esforços do PT em Minas Gerais estão voltados a impedir o rompimento da aliança local com o MDB. A migração dos emedebistas para a candidatura de Antonio Anastasia, caminho natural em caso de divórcio, dará de bandeja preciosíssimos quatro minutos de TV para o tucano. Seria um golpe duro demais para Fernando Pimentel, hoje superado por Anastasia em todas as pesquisas.

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20.07.18
ED. 5914

Êxodo de IPOs paira sobre a B3

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, e seus pares de diretoria não escondem a apreensão com as novas regras anunciadas pela SEC no fim de junho. A CVM norte-americana anunciou mudanças regulatórias com o objetivo de estimular a abertura de capital de empresas de pequeno e médio portes na Bolsa de Nova York e na Nasdaq. O temor da B3 é que as iscas oferecidas pelo mercado de capitais norte-americano acabe provocando uma migração de empresas brasileiras. Ressalte-se que um número razoável de companhias nacionais de porte mediano acena com o seu IPO para 2019, a exemplo do laboratório Blau e da rede varejista Centauro

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20.07.18
ED. 5914

Nas contas da Cemig

Segundo o RR apurou, a Cemig estima arrecadar ao menos R$ 500 milhões com a venda da Cemig Telecom. A meta significa um ágio da ordem de 35% sobre o preço mínimo dos dois lotes da subsidiária que serão ofertados. Daria para a distribuidora mineira cobrir uns 4% da sua dívida de curto prazo…

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20.07.18
ED. 5914

Dinheiro curto

Os próximos meses vão ser difíceis para a Valec. O governo prepara novos cortes no orçamento da estatal. Como as licitações de ferrovias já foram para as calendas, não vai fazer muita diferença.

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20.07.18
ED. 5914

Janaína dançou?

Ontem, no fim da tarde, aliados de Jair Bolsonaro “vazavam” a informação de que a jornalista Joyce Hasselmann, que já atua na campanha do capitão, poderia ser indicada como candidata a vice em sua chapa. Parece coisa de fogo amigo. A dica era acompanhada da ressalva de que Joyce está em “guerra interna” com o deputado Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo

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20.07.18
ED. 5914

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Cemig e Walmart Brasil.

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