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Planos
19.07.18
ED. 5913

Contencioso entre Eletropaulo e Eletrobras ganha nova voltagem

O que parecia ser a resolução de um contencioso de três décadas entre a Eletropaulo e a Eletrobras está se revelando, na prática, fator para um imbróglio talvez ainda maior. A Companhia Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (CTEEP), o terceiro protagonista deste enredo, já está se preparando para contestar a fatura de R$ 1,5 bilhão que as outras duas empresas tentam empurrar na sua direção. Controlada pela colombiana ISA, a CTEEP concluiu uma perícia contábil constatando que o passivo em questão não é de sua responsabilidade.

O laudo será o seu trunfo para enfrentar a disputa judicial que se avizinha e, consequentemente, colocar em xeque o acordo firmado entre a Eletropaulo e a Eletrobras há apenas quatro meses. O caso é complexo, cheio de ziguezagues. Começa em 1986, quando a então estatal Eletropaulo contraiu um empréstimo junto à Eletrobras. Após a cisão da empresa paulista em diferentes subsidiárias e a sua privatização em fatias, a responsabilidade pelo financiamento ficou no limbo por todos esses anos, ricocheteando entre cobranças judiciais. Em março deste ano, enfim, a distribuidora Eletropaulo aceitou arcar com o passivo junto à holding federal – informação antecipada pelo RR na edição de 8 de fevereiro.

Mas condicionou o pagamento da dívida à posterior cobrança do valor à CTEEP, também nascida da fragmentação da antiga estatal paulista. Ou seja: um inusitado acordo, pelo qual Eletropaulo e Eletrobras se “livraram” do pepino empurrando a conta para um terceiro que não estava à mesa de negociações. Consultada sobre o caso, a CTEEP diz que “não há sentido na tese de uma parte assumir a responsabilidade de uma dívida e depois cobrá-la de uma terceira parte”, em referência à Eletropaulo. A empresa de transmissão afirma ainda que “não cabe sequer a informação de que ela se nega a assumir a dívida de R$ 1,5 bilhão”, uma vez que, “após perícia contábil realizada, foi constatado que o empréstimo em questão não é de sua responsabilidade”. Eletrobras e Eletropaulo não quiseram se pronunciar.

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19.07.18
ED. 5913

A caminho do Brasil

A norte-americana Simon Property Group, gigante do mercado shopping centers, estuda sua entrada no Brasil. O projeto passa pelo segmento de outlets. Com US$ 40 bilhões em ativos, a Simon reúne mais de 250 shoppings nos Estados Unidos e em outros seis países.

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19.07.18
ED. 5913

Cada vez mais Ciro

Manuela D ́Ávila insiste que só abre mão de sua candidatura em favor de Lula ou do seu escolhido. Falta combinar com o PCdoB, cada vez mais Ciro.

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19.07.18
ED. 5913

Prefeitos infelizes

O Programa Criança Feliz – criado, entre outras razões, para transformar a primeira-dama Marcela Temer em “garota propaganda” do governo –tornou-se um ponto de fricção entre prefeitos e Michel Temer. A Confederação Nacional dos Municípios prepara uma ofensiva para denunciar o desmonte do projeto e a suspensão dos repasses prometidos às Prefeituras.

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19.07.18
ED. 5913

Que surpresas ainda existem no balanço da Copel?

A direção da Copel discute a revisão de todos os seus balanços dos últimos cinco anos. Sabe-se lá o que poderá sair dessa Caixa de Pandora. A distribuidora paranaense está na berlinda do mercado após “descobrir”, em uma investigação interna, que havia investido cerca de R$ 150 milhões em um empreendimento imobiliário em Osasco (SP). O desembolso, realizado em 2014, não constava dos balanços da empresa em 2015 e 2016.

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19.07.18
ED. 5913

Campeonato Brasileiro com desconto

Se a CBF nada em dinheiro com os patrocínios à seleção brasileira, o mesmo não se pode dizer em relação ao futebol tupiniquim. A entidade demorou 13 rodadas para conseguir um acordo de naming & rights para o Campeonato Brasileiro. Os valores do contrato com o Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, são guardados a sete chaves e mais algumas trancas. Consta, no entanto, que as cifras são 20% inferiores ao acordo firmado com a General Motors em 2016, quando a Chevrolet deu nome à competição.

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19.07.18
ED. 5913

Água chinesa

A China Gezhouba Group Company (CGGC) está prospectando ativos da área de saneamento no Brasil. O grupo chegou a mergulhar nos números da Cedae, mas, essa, ninguém sabe se e quando será privatizada.

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19.07.18
ED. 5913

“Fora, Alvaro Dias”

FHC voltou à carga sobre o ex-tucano Alvaro Dias, na tentativa de convencê-lo a abrir mão da sua candidatura e carregar seu 1% nas pesquisas para a conta de Geraldo Alckmin.

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19.07.18
ED. 5913

Panelas batidas contra a Petrobras

A Petrobras será a “estrela”, ainda que involuntária, da Petronor– Conferência do Setor de Petróleo do Norte e Nordeste. O RR apurou que até amanhã, data de encerramento do evento em Salvador, operadores de blocos exploratórios em terra, fornecedoras de bens e serviços e entidades do segmento vão soltar um manifesto contra a estatal. O documento será encaminhado paralelamente à ANP, ao Ministério de Minas e Energia, ao Conselho Nacional de Política Energética e até mesmo ao TCU. O objetivo é expor publicamente os impactos negativos da queda dos investimentos da Petrobras para o segmento onshore e as regiões onde a atividade está concentrada, a exemplo de estados como Bahia e Rio Grande do Norte. O resultado do jogo, no entanto, já é sabido: muito barulho por nada. Seja o que for não deverá ter nenhum efeito prático sobre a estatal e o governo.

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19.07.18
ED. 5913

Tempos de crise

A palavra “mega” está caindo em desuso na Saraiva. A empresa vem colocando em marcha um plano de redimensionamento de suas lojas. As grandes “store” darão lugar a estabelecimentos mais enxutos, inclusive com a devolução de áreas locadas em shopping centers. Consultada, a Saraiva comunica que está em “constante avaliação da operação de sua rede de lojas, considerando aberturas, dentro de seu plano de transformação”.

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19.07.18
ED. 5913

Camada de tinta

A exemplo da Previ, a Funcef também deverá utilizar a responsabilidade sociocorporativa como critério para investir ou não em empresas e projetos. Vale tudo para autolustrar a imagem, arranhada por um déficit atuarial da ordem de R$ 6,5 bilhões no balanço de 2017.

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19.07.18
ED. 5913

A indesejável do PTB

As negociações entre o PSDB e o PTB, que ontem oficializou seu apoio a Geraldo Alckmin, envolveram em certo momento uma questão delicada: “esconder” na campanha a deputada Cristiane Brasil. Investigada por suposta participação em irregularidades no Ministério do Trabalho, a filha de Roberto Jefferson, o “dono” do PTB, é um peso que os tucanos não querem carregar.

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19.07.18
ED. 5913

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Copel e China Gezhouba Group.

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