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Planos
18.07.18
ED. 5912

Jogo pesado da CAM-CCBC não tem árbitro

Procura-se quem vai arbitrar o mal -estar criado pelo Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CAM CCBC) junto aos seus congêneres. Os canadenses estão em campanha para “re-regulamentar” a arbitragem no Brasil. Segundo a fonte do RR, muito ligada à entidade, as gestões estariam sendo feitas no âmbito do Comitê Brasileiro de Arbitragem (CBAr). A ambição vai longe. A CAM-CCBC tem lobista no Congresso. O projeto seria colocar alguma forma de diferenciação favorável aos canadenses. A legislação vem sendo discutida permanentemente, inclusive com a revisão da Lei 13.139 em 2015. Consultada, a CAM-CCBC garante “que novas alterações à lei de arbitragem brasileira não se fazem necessárias.” Por esta razão, diz não confirmar gestões junto ao CBAr para “alterar a lei que regulamenta a arbitragem no Brasil.” Está feito o registro. A concorrência da CAM-CCBC reage afirmando que os canadenses querem colonizar o mercado brasileiro de arbitragem. A maior bronca é com o lobby junto à Aneel e à Eletrobras para ganhar a arbitragem do setor elétrico no país. Caberia até o slogan “a volta do polvo canadense”. A CAM-CCBC joga pesado e montou uma máquina de captação de arbitragens, além de uma diplomacia intensa junto a escritórios de advocacia, agências regulatórias e empresas. Os canadenses operam com competência sua imagem no setor. Segundo o Leaders League – grupo independente de mídia e notação com sede em Paris – a CAM-CCBC é o único player de arbitragem no Brasil classificado no ranking do setor como de excelência. Os demais são de boa reputação ou reconhecidos. Os critérios de rankeamento não são divulgados. A performance dos canadenses explica sua fúria pantagruélica para abocanhar o mercado de qualquer maneira. O número de arbitragens iniciadas no CAM-CCBC foi recorde e alcançou 141 no ano passado, salto de 43,9% em relação a 2016.

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18.07.18
ED. 5912

Ciro Gomes ajusta o dial do seu programa econômico

Há uma preocupação no PDT e potenciais alianças mais à esquerda, notadamente o PSB, em relação às sinalizações de Ciro Gomes de que poderá moderar suas propostas econômicas. O que Ciro vai fazer nesse amplo arco da moderação é que são elas. O timing da mudança de discurso é essencial, assim como o espaço negociável dos planos anunciados pelo pedetista.

Até o irmão Cid Gomes acha que o tom da guinada não deve ser tão intenso a ponto de parecer covardia ou tão tímido que demonstre ser uma farsa. A ideia de uma “Carta ao Povo Brasileiro” foi descartada. Ciro não quer renegar o que falou. Prefere que a flexibilização das propostas se dê no contexto de um programa de governo mais amplo, que seria apresentado à discussão.

Depende, em parte, de uma suavização do discurso de Ciro o apoio do chamado Centrão (DEM, PP, SD e PRB). Os dois líderes do DEM, Rodrigo Maia e ACM Neto, são cabos eleitorais do pedetista. Também Ronaldo Caiado, candidato ao governo de Goiás, “cirou” abertamente. Pode se afirmar que o núcleo duro do Centrão, a exceção do PRB, está com meio pé na candidatura do PDT.

Para afinar o discurso do presidenciável foi proposto um encontro para “discussão técnica de ideias” com Cesar Maia, guru econômico enrustido do DEM. A reunião traz riscos de forte desencontro de propostas. Ciro topa diferir no tempo medidas, reduzir o impacto de algumas proposições, ir esvaziando aos poucos umas e outras sugestões dadas no calor de entrevistas. Não aceita o papel de quinta coluna. Carta ao Povo Brasileiro renegando tudo o que foi dito, jamais, em hipótese alguma.

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18.07.18
ED. 5912

Novidade

Eva Missine é a novidade na campanha de Henrique Meirelles. Ele tem sido acompanhado da esposa em algumas viagens, ainda que Eva permaneça discretamente nos bastidores.

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18.07.18
ED. 5912

Tarso Genro é um partido de si próprio

Os dois encontros entre Tarso Genro e Guilherme Boulos no espaço de uma semana causaram irritação na cúpula do PT, a começar por Gleisi Hoffmann. A declaração de Tarso de que apoiará o líder do MST caso Lula não possa disputar as eleições foi feita sem aval da direção do partido e, até onde se sabe, muito menos do ex-presidente. O “voluntarismo” do ex-governador suscitou duas teorias dissecadas pelos petistas desde a última segunda-feira, quando se deu a segunda troca de afagos entre Tarso e Boulos em um evento em Porto Alegre. A primeira delas, defendida por seus aliados, é que o ex-mandatário gaúcho fez um movimento calculado no intuito de puxar o PT mais para a esquerda no debate eleitoral. A outra teoria, urdida pelos opositores de Tarso, é que ele agiu em interesse próprio, olhando não exatamente para 2018, mas para 2019. A aproximação de Boulos seria uma antessala para o petista ressuscitar, no próximo ano, o projeto de criação de um novo partido de esquerda, concebido a partir da união de desertores petistas com o atual PSOL.

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18.07.18
ED. 5912

Pacto de sangue

Em jantar com Geraldo Alckmin no último domingo, o governador Márcio França (PSB) assegurou ao seu “padrinho político” que vai manter todos os tucanos ainda presentes na administração estadual. Nos últimos dias, espocaram rumores de que França detonaria os nomes ligados ao PSDB devido ao acirramento da disputa eleitoral com João Doria. A maior preocupação de Alckmin era garantir a permanência de Saulo de Castro, o todo-poderoso Secretário de Governo. São os olhos e ouvidos do presidenciável nos corredores do Palácio dos Bandeirantes.

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18.07.18
ED. 5912

A Geni da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), leia-se Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, vem tentando junto à Petrobras retomar a encomenda ao menos de dois dos sete petroleiros que havia sido feita pela estatal e posteriormente cancelada. A premissa é de que o contrato com a Petrobras é determinante para a venda do estaleiro ao fundo Apollo – negociação iniciada há cerca de dois meses. Ou seja: se a transferência do controle não sair e o estaleiro afundar de vez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão já terão a quem culpar.

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18.07.18
ED. 5912

“Guerra santa”

Igrejas evangélicas do Rio, lideradas pela Universal, estão semobilizando para organizar uma grande manifestação pública de apoio a Marcelo Crivella. O mote será a “perseguição” da mídia contra o prefeito. O marqueteiro de Crivella não faria melhor.

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18.07.18
ED. 5912

Vendendo o que não tem

O clã dos Vieira Lima – leia-se os irmãos Geddel e Lucio – estaria vendendo as fazendas que tem e que não tem na Bahia.

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18.07.18
ED. 5912

Wizard na educação

Carlos Wizard – uma holding multimarcas que reúne de grifes esportivas a redes de fast food, além de uma sociedade com Ronaldo Fenômeno – pretende investir em startups para a área  de educação. De certa forma é uma volta aonde tudo começou: a rede de cursos de idiomas Wizard.

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18.07.18
ED. 5912

A crise não tem remédio

A rede Pague Menos previa abrir 200 farmácias neste ano, já reduziu a meta para 180 e agora avalia mais um corte: deverá ficar nas 150 lojas.

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18.07.18
ED. 5912

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Atlântico Sul, Petrobras e Pague Menos.

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